nov 19 2008

Twitter

Categorias: tecnologia,ticSuzana Gutierrez @ 03:59

Sem tempo para pontuar por conta própria, este blog segue dando assistências. Assim, passo a bola para a Raquel Recuero que fez dois excelentes e analíticos textos sobre o Twitter.

Para quem não sabe e em resumo, o Twitter é um aplicativo web que faz circular pequenas mensagens (140 caracteres) pela rede. Tu vais ler as mensagens daqueles que decidistes seguir (adicionados à tua rede) e será lido por aqueles que decidiram te seguir.

Com alguns comandos simples é possívelmmandar mensagens diretamente para algum contato, de forma pública ou privada. E, também, formar canais que reunirão a informação sobre um certo fato ou evento. Ex: leia o que foi twittado durante a ABCiber.

A Raquel aprofunda a análise sobre o Twitter, falando sobre a sua definição como microblogging e sobre a questão da autoridade.

) ) Post relacionados ao twitter no gutierrez/su

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nov 18 2008

Gengibre – post “de voz”

Categorias: midias,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 16:40

Uma mistura de twitter em áudio com ‘blog de voz’ é o Gengibre. Vinculado à Claro, faz parte das brincadeiras da operadora para gastarmos mais.

Li sobre o Gengibre no blog do Sérgio Lima, que o chama de micro-podcast e o investigou bem melhor do que eu. Em resumo, é um site que armazena mensagens de voz gravadas via telefone móvel. Tem uma estrutura semelhante ao Twitter: você se cadastra, grava as suas mensagens e pode “seguir e ser seguida”. Só que a mensagem custa uma ligação local de celular para celular.

Vi uma utilidade imediata: personalizar algum aviso ou explicação. Nada como dar um tom especial em alguma ord, digo, recado para meus atletas do basquete. ((Dá para ‘embebedar’ no blog))

Aliás, foi o que timidamente eu fiz, só para testar o gengibre.

Saiba mais e melhor lendo as postagens do Sérgio:

mais sobre o Gengibre
espremendo o Gengibre (<< bah, este título não cai bem aqui no sul)

* não achei nenhuma explicação no site sobre armazenamento e arquivos.

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nov 11 2008

Gmail chat com audio e vídeo

Categorias: recursos,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 15:46

Confesso que quase nunca uso o GTalk, mas uso o Chat do gmail, principalmente fora de casa. Em casa, prefiro o Miranda, Samaplace ou Trillian que pegam contatos de várias plataformas, especialmente os MSN dos meus colonizados alunos.

Mas…, hoje foi lançado o chat com voz e vídeo do gmail e eu pretendo experimentar. É preciso baixar e instalar um plugin para funcionar. Segundo a notícia que li no Blog do Gmail, o aplicativo usa padrões abertos que permitem a comunicação com outros aplicativos.

Para começar a usar, depois de instalar o plugin, clique em “Video and More” e, depois, escolha start video chat.

li por aí que estão chamando a novidade de Anti-Skype.

update: tradução da postagem do Gmail Blog no Google Brasil

update 2: honrando o puxão de orelhas do Paulo nos comentários: o gmail voice vídeo funciona somente no Windows, por enquanto. Uma bela razão para diminuirmos pela metade o entusiasmo.

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nov 01 2008

Congresso

Categorias: ead,educação,tecnologia,ticSuzana Gutierrez @ 05:01

O I Congresso de Tecnologias na Educação está entrando na reta final com um movimento fantástico em todos os espaços.

Eu gostaria de agradecer aos colegas e às colegas que acessaram a minha palestra trazendo provocantes e enriquecedoras contribuições. O teórico complementado pela experiência prática e a vivência de tantos educadores foi decisivo para que os objetivos propostos no tema fossem alcançados.

Hoje, quando São Paulo autoriza a EAD para o ensino médio, é mais do que nunca necessário discutir as formas como isso acontecerá e que implicações terá na formação e no trabalho do professor.

Serão estes 20% da carga horária de estudos destinados a alunos e professores para que realizem atividades online (troca de emails, leitura e edição de blogs, participação em foruns e ambientes educacionais, pesquisa, …) ou serão destinados à disciplinas específicas onde o conteúdo elaborado por um professor é colocado online para que os centenas alunos “cursem” auxiliados por tutores contratados por salários baixos e sem direitos trabalhistas?

Nosso diálogo no forum em torno destas questões com sérias implicações na formação e no trabalho do professor e na educação como um todo, especialmente em intersecção com as TIC atinge, até este momento, 169 contribuições.

Mais do que renovar e enriquecer a nossa prática, temos que pensá-la. Muito obrigada!

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abr 04 2008

rss, imagens e recursos para educação

Categorias: imagem,informação,RSS,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 16:47

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mar 15 2008

Links da semana

Categorias: links,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 21:30

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mar 09 2008

links interessantes para aplicativos e recursos educacionais

Categorias: tecnologia,webSuzana Gutierrez @ 05:16

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fev 29 2008

Edublogosfera

Categorias: comunicação,edublogosfera,educação,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 16:46

No meu entender, uma lista de discussão é um recurso muito valioso para uma comunidade. Mesmo para as comunidades que se agrupam por meio da conversação dos blogs e das redes sociais.

Nem tudo é público ou publicável e, além disso, assim como os blogs socializam e ampliam o alcance do diálogo, a lista agiliza a articulação.

Pois foi no espírito de continuar formando a rede e de proporcionar múltiplos caminhos para esta conversa que flui nas infovias é que decidimos, a Lilian Starobinas, o Sérgio Lima e eu, lançar uma nova lista: a Edublogosfera.

A proposta é a de uma lista ágil e aberta, que se soma ao diálogo dos blogs. Não existe moderação e a temática da lista é ampla: educação e comunicação, na sua intersecção com a tecnologia e com todos os demais assuntos relacionados. A idéia é agilizar a distribuição das mensagens e evitar restringir a temática da lista à um grupo mais reduzido de assuntos.

Na mensagem de boas vindas, o convite à participação qjue complementa a minha chamada aqui no blog. Vamos lá?

[uma data marcante para nascer :) ]

update em 1/3 >> ver também:

Edublogosfera – por Lilian Starobinas
Edublogosfera – por Sérgio Lima

1ª adesão: Simão Pedro Marinho

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fev 14 2008

computador piora desempenho de alunos

Categorias: academia,educação,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 16:49

É mais ou menos com este título que está atravessando as listas e os blogs a polêmica criada pelas notícias que comentaram um tanto sensacionalísticamente os resultados de uma pequisa da UNICAMP divulgada num artigo na Revista Educação e Sociedade de dezembro de 2007.

O artigo do Dr Jacques Wainer e outros contexta as políticas públicas e iniciativas que apoiam a massiva informatização das escolas. Alegam que:

Os resultados demonstram que para os alunos de todas as séries e para todas as classes sociais o uso intenso do computador diminui o desempenho escolar. Para alunos da 4ª série, das classes sociais mais pobres, mesmo o uso moderado do computador piora o desempenho nos exames de português e matemática.

(destaques dos autores)

E concluem que:

Esses resultados indicam claramente que é preciso repensar o papel do computador no ensino, sobretudo para os alunos mais pobres, para quem o uso do computador está surpreendentemente associado a uma piora nas suas notas.

Li o artigo Desvendando mitos: os computadores e o desempenho no sistema escolar rapidamente e não questiono, por isso, os dados quantitativos levantados e nem o tratamento estatístico.

Porém, chamou-me imediatamente a atenção o fato de não haver nenhuma contextualização ou aprofundamento qualitativo da pesquisa que pudesse confirmar ou não o que os números apontavam. Imagino que seja uma pesquisa inicial.

Por enquanto, foi uma pesquisa de cunho positivista e este tipo de pesquisa falha, em primeiro lugar por deixar de lado o contexto e, em segundo lugar, por não qualificar, por exemplo, “uso intensivo do computador”, considerando esta variável como se fosse uma constante. E, nesta mesma linha, aponta conclusões demasiado lineares.

Todavia, é necessário que eu leia com mais cuidado para poder ampliar (ou não) estas críticas iniciais.

Além disso, cabe registrar que a maioria das pessoas está discutindo o assunto sem ler o artigo, com base nas matérias da Reuters, UOL e outros canais de notícias que não aprofundam o tema e, muitas vezes, tendem a se concentrar nos aspectos mais espetaculares da coisa.

E assim, a idéia desta postagem é deixar a bola picando e trazer esta questão ao debate.

Referência:
DWYER, Tom et al . Revealing myths: computers and school performance. Educ. Soc. , Campinas, v. 28, n. 101, 2007 . Disponível em: . Acesso em: 14 Feb 2008.

——–

update >> um pouco do que já anda rolando por aí:

Computador só serve para aluno rico?
– por Simão Pedro
Laptops educacionais prejudicam o aprendizado – por Jaime Balbino no Dicas-L

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fev 08 2008

Publicar ou Morrer II

Categorias: academia,educação,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 08:49

Eu não SOU da academia, apenas ESTOU na academia, como aluna do doutorado e pesquisadora. Não pretendo entrar para a universidade como professora / pesquisadora. Pelo menos, isso não faz parte dos meus mal planejados projetos de futuro. Gosto do que faço e pretendo continuar trabalhando onde trabalho.

Porém, …… Gosto de pesquisar, adoro estudar, me divirto lendo, fuçando, aprendendo. E isso vou continuar fazendo.

Neste contexto, o que eu publico em revistas. anais, etc está na medida do que é necessário no doutorado e para contribuir com a instituição onde estou – UFRGS. Ou seja, fora isso, não estou nem aí para os qualis, para os índices de produtividade, para rechear o meu lattes. Publico, na maioria das vezes, para compartilhar mesmo e porque adoro escrever. Hoje, a la Rainha Branca, eu penso em seis coisas impossíveis antes do café da manhã, mas, quando eu crescer eu quero ser a Agatha Christie.

E é a partir deste meu lugar é que eu sigo comentando sobre Publicar ou Morrer.

A Raquel e a Adriana, também postaram sobre o assunto, tocando em diversos pontos da complexidade qiue é esta questão de publicar na academia x acesso livre. A Raquel fala sobre as diferenças entre o Brasil e os EUA, em termos da qualidade \ fechamento das publicações e avisa (e eu concordo com ela) que o Brasil tem muitas publicações abertas de excelente qualidade, inclusive consideradas pelo qualis.

Raquel traz ao debate o dilema de quem está na academia pressionado por regras que avaliam o pesquisador e a instituição mais pela quantidade do que pela qualidade. É nestas que surgem as máquinas de fabricar artigos, muitos quase um auto-plágio (eu já beirei isso diante de certas imposições, até porque fica difícil não se repetir ao contar a mesma coisa).

A Lady A (gosto de chamar a Adriana pelo nick dela) fala da desgraça que é quando queremos (ou precisamos) muito ler alguma coisa e ela está trancada em algum lugar não acessível, ou acessível apenas pelos servidores da universidade.

A Raquel concorda comigo, com a Lady A e com a danah (com minúsculas como a Raquel ensinou) em relação a importância do acesso aberto na internet, mas aponta a face complicada da publicação aberta: o oportunismo dos que copiam e colam :) , o todo ou as partes, sem nenhuma referência a autoria. E eu acrescento: e que publicam como se seus fossem, partes inteiras copiadas de textos teus já publicados em revistas e anais conceituados.

Isso aconteceu comigo e, mesmo contatando os editores das duas revistas e enviando as comprovações, os textos lá continuam, decerto apostando que a professora brasileira não vai ter perna para processar duas revistas fora do Brasil.

Concordo com a Raquel que o desespero por publicar torna quase inacessíveis periódicos e eventos, mesmo os nem tão importantes e que a avaliação por pareceiristas cegos (quando os pareceristas lêem o trabalho sem saber de quem é) poderia reverter este quadro dando oportunidade à autores iniciantes e à pesquisas que não estão amparadas no nome do pesquisador. Eu acrescento: a escolha dos pareceristas e a distribuição dos trabalhos por eles deveria ser alvo de muito cuidado.

Em 2005, encaminhei um artigo sonre RSS e Educação para um congresso de informática na educação, para a sub-área educação/formação do professor, pois o artigo falava das possibilidades da agregação de conteúdos para a educação, focando no professor, na escola e seus projetos. Não foi aceito com a seguinte justificativa: este é um tema já muito discutido e conhecido dos professores. Nem hoje, 2008, é um assunto de domínio de professores. E eu fico pensando: quem é este parecerista?

No final da sua postagem a Raquel diz:

Por fim, minha defesa mais polêmica: Eu também acho que a pesquisa realizada pela graduação deveria ser mais valorizada. E acho que as revistas deveriam ter um espaço para a Iniciação Científica. Eu creio firmemente que IC não é mão de obra barata, mas uma chance de que alguém comece a dar seus primeiros passos, escolha um problema e investigue-o.

Só concordo. E vejo, neste trechinho acima, um monte de coisas para discutir. Por exemplo: como, quando e onde os alunos são considerados mão de obra barata na IC; o que, às vezes, está por trás da publicação conjunta de orientador e orientando; …

E acrescento: Eu defendo a pesquisa feita na e pela educação básica. Por que o olhar da academia seria mais importante e qualificado do que o olhar do professor da escola de ensino fundamental e médio?

E, … sosseguem, vou encerrar por aqui :) Vou arremesar prá errar e vamos ver quem pega o rebote.

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fev 06 2008

Google Form

Categorias: tecnologiaSuzana Gutierrez @ 18:21

O Google Docs agora tem uma opção de formulário online. Os dados preenchidos vão direto para uma planilha. Funciona mais ou menos assim:

1a – Inicie o formulário numa planilha do google no Google Docs

ou

1b – Inicie direto em http://spreadsheets.google.com/newform

2 – Vá adicionando as perguntas e salvando. Ao terminar, clique no botão Next, …, bem abaixo.

3 – Na tela que abrir, adicione os emails das pessoas às quais se destina o formulário.

Obs: Penso que o link do formulário (que aparece no quadro à direita) pode ser publicado se o questionário for público e aberto. (não testei)

4 – O formulário pode ser editado. Testei enviar um formulário duas vezes, para ver se ia.

5 – Para acompanhar o preenchimento de seu formulário, existe este aplicativo que pode ser adicionado ao IGoogle.

6 – O formulário fica acessível nas tabelas de documentos do google docs:

:: Link de meu formulário de teste

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fev 05 2008

web 3.0 – individualidade ou a sofisticação da dominação do mercado?

Categorias: colaboração,informação,internet,tecnologia,teoria,webSuzana Gutierrez @ 04:44

Eu pertenço ao grupo dos que pensam que as denominações web 1.0 , 2.0 e, agora, 3.0 têm sua utilidade para designar aplicativos, processos, cultura de um determinado estágio de desenvolvimento da web. Porém, não são períodos distintos, não são rupturas no que se poderia chamar de um paradigma web.

Mais ou menos como entendo a pós-modernidade como mais um jeitinho que o capitalismo está dando para lidar com as suas crises.

Josh Catone, no Read Write Web, comenta a matéria de Jemima Kiss no jornal UK’s Guardian, onde ela afirma que a web 3.o seria sobre recomendação e personalização. Diz ela:

“Enquanto os Tim Berners Lee do mundo trabalham para que a linguagem da web funcione mais eficientemente por trás do cenário, nossa tarefa é trabalhar inteligentemente com estas tecnologias em nossos negócios.” (tradução BEM livre)

E cita o Facebook Beacon (que já comentei aqui, pela controvérsia que causou um tempo atrás), a Last.fm como exemplo do processo de personalização e recomendação.

Josh Catone comenta que o cenário desenhado por Jemima Kiss é o sonho dos marqueteiros. E evoca as definições de web 3.0 que seus leitores construiram, salientando a de Robert O’Brien, que definiu a web 3.o como um “eu assíncrono e descentralizado”. Web 1.0 : Centralize-os; Web 2.0: Distribua-nos; Web 3.0: Decentralize-me. – escreveu Robert.

Catone comenta que tanto Kiss, como O’Brien apontam para a recomendação, a personalização, que são as promessas da web semâtica. E continua dizendo que “a maneira mais fácil de vender a idéia da web semântica aos consumidores é falar de como ela tornará as suas vidas mais fáceis. Quando as máquinas entenderem termos humanos e aplicarem isso ao manejo da informação, nós teremos uma web que sabe o que queremos e quando queremos”.

Será?

Na seqüência, Catone cita Sramana Mitra que, na sua opinião, coloca a coisa em outros termos. Mitra afirma que na web 3.0 veremos a emergência da informação contextualizada e, a partir daí, a web 3.0 se dirigirá à estas necessidades em seu contexto.

Será? Será?

Eles >> Nós >> Eu – Nesta ordem, aparentemente a web 3.0 seria a morte da web social. Sim, se considerarmos os pronomes. Não, se considerarmos os verbos. A web 3.0, ou o caminho que a web está seguindo no momento, é a da escolha das conexões, neste processo onde o ‘eu’ se descentraliza e filtra as suas conexões com o que ‘nós’ distribuímos, abrindo mão de muita coisa que alguns centralizaram.

Ou, tudo isso entraria na lógica maior, no contexto onde todas as webs estão inseridas?
Na lógica da informação como mercadoria e, também, como matéria prima de mais informação-mercadoria. Na lógica das necessidades criadas, na economia do desperdício, tão característica da nossa época.

A grande luta será identificar as nossas necessidades e escapar dos identificadores (criadores) de necessidades que embalam a informação no conteúdo e formato que querem que elas sejam consumidas.

A web 3.0, neste caso, seria a descentralização e a liberdade de escolha entre as opções oferecidas… No fast food em que parte da web vem se transformando, aquilo que escolhemos hoje, determinará aquilo que nos venderão amanhã. E se vende a própria possibilidade de vender alguma coisa…

Porém, como as coisas não são ou isso ou aquilo, e, sim, são muito mais complexas e interconectadas, é possível pensar caminhos alternativos no desenvolvimento da web. Tenha ela a numeração que tiver. Até porque estas versões 1, 2, 3 coexistem, neste exato momento.

A grande alegria é saber que por trás dos computadores existem pessoas, e pessoas não são absolutamente programáveis em suas necessidades. Pessoas tendem a se apropriar das coisas e serem incrivelmente criativas.

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fev 03 2008

Mudanças na cultura das novas tecnologias

Categorias: cultura,tecnologia,ticSuzana Gutierrez @ 17:37

Este é o título do texto de José Luis Molinuevo proposto como provocação ao debate no Zona Debate.

Molinuevo inicia dizendo que:

La cultura de las nuevas tecnologías está cambiando. En varios sentidos. Están
primero, y como es natural, los cambios que vienen dados por la rapidez con que
aparecen nuevos aparatos en el mercado, y que obligan a un reciclaje continuo y
acelerado de los simples usuarios y también de los expertos. Hasta cierto punto,
somos un tanto pasivos y nos sobrepasa este avance sin parar de las tecnologías. El aprendizaje no acaba nunca. Se trata de los cambios referidos al uso de las
tecnologías. En segundo lugar, parece que está cambiando la mentalidad respecto a ellas.

E segue retratando um pouco do que já observamos no sentido dos rumos do desenvolvimento das tecnologias em sua relação com a cultura, a comunicação, a educação.

É uma chamada aberta à participação.

. via TISCAR

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fev 01 2008

Sete links que vale a pena conferir

Categorias: links,livros,recursos,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 03:44

Ei! Já sei que muitos gostaram dos links que estou publicando frequentemente. E alguns estão usando os comentários para relatar as suas experiências de uso de alguns destes recursos e aplicativos e isso é muito bom.

Eu não tenho tempo para fazer uma avaliação profunda da maioria deles e, socializar aqui, é uma forma de abrir para o debate. Então, quem está lendo os links abaixo e conhece alguma coisa sobre eles, use os comentários e conte para nós :)

Google Docs Bar – Companion for Firefox – extensão para o Firefox que coloca os documentos do google docs numa barra lateral.

FireFTP – cliente FTP para Firefox

WebMynd – Home Extensão para o Firefox que guarda todas as páginas visitadas na semana (gratuito) ou por mais tempo (pago)

Download YouTube Videos! – aplicativo para baixar e salvar vídeos do YouTube

Overstream – aplicativo web para por legendas em vídeos – dica Midias na Educação

PanImages – busca imagens em multiplos idiomas a tradução é automática Flickr + Google

Librarian Chick & FOSSwiki – lista de livros, aplicativos e recursos educacionais livres e de código aberto

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jan 28 2008

Tweetmeme

Categorias: recursos,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 13:31

Lançado o Tweetmeme, que agrega as postagens do Twitter, categoriza, divide em tópicos gerais como blogs, vídeo, imagens. As postagens e links que se repetem vão mostrando os conteúdos mais influentes. Distribui por rss :)

A mensagem de lançamento no blog do tweetmeme:

I am pleased to announce the launch of a new service tweetmeme. I have started using twitter a lot more recently to find out what is ‘going on’ and many people who I had discussed twitter with were saying the same thing. What I believed was missing was a way to spot content that is posted on twitter and work out what is popular.

Thus tweetmeme was born, put simply it watches what is going on within twitter and picks up anyone posting links to content. We then track how many other mentions of the same content are made (and how influential they are.) and present them in a simple format.

And because the content that is posted on twitter is of a very wide content we also broadly categorize it, these are broken down into blogs / video / images / audio.

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