ago 08 2009

Para pensar o #twitterfail e a rede

Categorias: comunicação,informação,rede,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 14:31

Nestas últimas horas, uma diversidade de leituras que fiz, originadas de diversos caminhos da rede provocaram algumas reflexões sobre o recente problema do Twitter. Dois dias atrás, sob um previsível e comum ataque DDoS, o Twitter caiu.

Brinquei aqui sobre uma possível síndrome de abstinência de alguns usuários mais aficcionados, daqueles que não vão ao banheiro sem antes anunciar no twitter. Os que possivelmente ficam sujeitos às mais hilárias críticas, principalmente as que falam da relevância do “que eu estou fazendo” da maioria dos mortais.

Fiquei pensando sobre este EU (primeiro círculo) que, repentinamente, perdeu sua identidade, desligado que foi dos únicos e aligeirados caminhos de expressão. Os EU de 140 caracteres tiveram que, por algumas horas, olhar para si em outros termos. E se, nisso, puderam vislumbrar um pouco do contexto e fazer algumas poucas relações, foi grande o ganho.

Pelo menos foi possível refletir sobre os problemas do pensamento único, ou do desalento de supor que “não há alternativa“. Ou, ainda, se surpreender com a constatação de que elas existem e que, para dizer o mínimo, é estratégico ter alternativas. Quando uma rota  está bloqueada, nossos elos cooperativos se formam por outras.

A rede tem muitos caminhos e a distribuição é o segredo para o seu não rompimento. Na prática, quando alguns caminhos se fecham ou se tornam irrelevantes (e para isso nem precisa um ataque de clones teleguiados, mesmo que eles existam aos montes), é preciso olhar com atenção para as possibilidades em volta. Para as existentes, as quais por vezes deixamos em espera, e para aquelas que existem só em potência.

Esta semana ativei e reativei alguns caminhos e me desviei de outros. Um dos que reativei foi este aqui. Livre e de código aberto, que ‘conversa’ com o outro, mesmo que a recíproca ainda não seja verdadeira. O identi.ca é uma instalação do laconi.ca, um software livre, de código aberto, que faz o mesmo que o twitter em servidores distribuídos.

Não faço parte dos que abraçaram o twitter como forma de caminho único. Aliás, um dos meus camnhos preferido é o RSS, que reúne e tem recuros para manejar\filtrar\refiltrar\compartilhar informações. Uso, atualmente, o Google Reader para ler os meus feeds, compartilhá-los, postar em blogues\listas de discussão, comentar o que meus amigos e parceiros  compartilham e, até, para me comunicar (notas compartilhadas).

O importante nestas reflexões um tanto fragmentadas é apontar que é preciso aprofundar a reflexão, quando se pensa a rede.  Sair um pouquinho da superfície e da efemeridade dos últimos bits que circularam.  Principalmente quando se tem consciência de que somos construtores das redes e que temos uma boa autonomia nisso.
Ler, também:

RSS Clouds

Building the user-centered web (7)

Tags: , , , , ,


jan 22 2009

Sobre blogar, feeds, trends, leitores de conteúdos, redes e outras histórias

Categorias: blog,blogosfera,teoriaSuzana Gutierrez @ 06:10

bolinhos de arroz da vó mimi

Esta reflexão inicia em outras paragens, quando o Fernandão ameaça cometer um blogcídio. Nada de xiliques tipo a secretária de educação do RS, que fica dizendo “não brinco mais” e outras bobagens sempre que é contrariada na sua campanha em afundar a educação do estado.

Foi um desabafo coerente com algumas frustrações que temos quando decidimos publicar (publicar e ponto). O desabafo, entre outras coisas, serviu para provar para o Fernando os links que ele tem na rede onde se insere. Tanto que ele já desceu do telhado.

Mas, o meu comentário grandão, falei sobre quantidade e qualidade e sobre o sentido de blogar. Nestas, o Fernando me escreve e diz:

Gostaria que me falasse um pouco mais sobre trends, Google Reader e feed, que até então nunca tinha ouvido falar nestas palavras. Depois, se puder, que mostrasse como faço para juntar todos os blogs em um só (categorias e vez de linkar outro blog).

Bueno, … pelo tamanho destra introdução, a ideia é resumir e simplificar um pouco a resposta para, talvez, em outros momentos desenvolver mais. Dar um impulso inicial para que o Fernando possa buscar o que falta.

Feed – é um arquivo que um site ou blog produz para distribuir o seu conteúdo. Este arquivo (feed, rss, atom) pode ser lido em leitores de conteúdo (Bloglines, Google Reader, …)
Para saber mais:
RSS e agregação de conteúdo – atividades do PROA UFRGS
RSS e Educação – texto meu no Redemoinhos na USP

Google Reader – é um leitor de conteúdo do tipo baseado na web, isto é, você se cadastra e usa por meio do navegador. Outro web-based bom é o Bloglines. Recomendo este tipo, em vez dos que tem de instalar no computador, por serem acessíveis de qualquer computador.
Coisas que escrevi na tag  googlereader.
Atividades do PROA UFRGS referentes ao Bloglines.
Ajuda do Google Reader

Trends – as “trends” (“tendências” na interface em português) que me referi no comentário feito ao Fernando foram as do Google Reader. Basicamente são as estatísticas referentes as tuas leituras por meio do GR. Se tu não marcas como lido, coisas que não lestes, terás uma bela ideia do que, de quem e do quanto lês dos teus feeds (subscrições) ou blogs assinados. (não quase assassinados como o do Fernandão :)))

Juntar blogs – Muitas pessoas acabam criando um blog para cada assunto, cada interesse. Por não querer misturar acabam, por outro lado, segmentando demais. Uma das grandes virtudes de um blog (entendendo aqui o blog como um gênero de discurso e de publicação, não apenas como meio ou, pior, como ferramenta) é justamente reunir, contextualizar e tornar histórica a informação. Assim, se você falar sobre o que comeu no café da manhã num texto e sobre as políticas públicas de educação no texto seguinte, a posteridade (e os blogs servem para a posteridade, também… haja vista a história apagada do blog da jornalista da globo) terá uma boa ideia do modo de vida de um professor da rede estadual do ensino médio nos anos 20xx.

Assim, é irrelevante ficar falando da relevância do que se escreve. Relevante é saber que fazemos parte de um texto coletivo que é histórico e expressa nossas práticas sociais. A forma como construímos a realidade e como somos construídos por ela. Blogs, no meu entender, tem a ver com totalidade.

Uma vez, em 2005, fiz um comentário à um texto do Inagaki no Digestivo Cultural e, depois, refleti sobre este comentário aqui no blog. Eu continuo acreditando no que disse. E, hoje, relendo, penso que ele cabe como uma luva se pensarmos no caso da jornalista que deletou seu blog (e ele veio assombrá-la do fundo das masmorras da internet), assim como, é uma boa resposta aqueles que criticam a polifonia\polissemia\heterogeneidade dos textos de um blog.

Mas, vamos nos ater ao ponto: juntar blogs. Para compor a salada, juntando seus textos dispersos em diversos blogs e compor o seu “blog mãe” pode-se usar o recurso de importar\exportar. Nos blogs do blogger, faz-se assim:

1 – selecione os blogs que vão migrar para o blog-mãe. Uma coisa que podes fazer aqui é: se tens um blog onde colecionas “pensamentos e citações”, acesse as os textos publicados e crie uma tag (categoria) “pensamentos e citações” e adicione esta categoria a todas as postagens. Deste modo, quando importar estes textos, elas já estarão categorizadas.

2 – Em um dos blogs , entre em configurações e na aba “básico”. Ali, encontrarás os links: importar, exportar, exclui. Exporte o conteúdo do blog, salvando o arquivo no seu computador.
3 – No blog mãe, vá no mesmo lugar e importe o arquivo que está no seu computador. Os textos virão se mesclar aos do blog-mãe.

4 – Faça isso para todos os blogs que desejar mesclar.
(aqui cabem sugestões)

Vou parar por aqui, porque o sol lá fora está quente e porque senão vou perder os bolinhos de arroz.

* foto: delícias do trivial by Vó Mimi

Tags: , , , , , , , , ,


jan 11 2009

Google Reader

Categorias: RSS,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 14:42

Comecei a usar rss e agregadores em 2003. Na época, o blogger não tinha este recurso e distribuir o conteúdo do blog por rss era trabalho artesanal. Se inseria umas tags em volta do código de postagem do template do blog e se usava um script que parseava o conteúdo fazendo o feed.

((Bah, este texto acima ficou meio old web, mas em síntese: o feed era feito artesanalmente))

Para ler os feeds que eu subscrevia usei o Sharpreader, um aplicativo desktop, depois o Bloglines e, atualmente, o Google Reader (aplicativos web). Mesmo continuando com o Bloglines, hoje uso mais o Google Reader, principalmente pelas formas de classificar e compartilhar o conteúdo lido.

No Google Reader podemos escolher com quem compartilhar nosso conteúdo e, estes amigos, podem escolher se vão ler o que nós estamos compartilhando.

Hoje, o Sérgio compartilhou um texto do no 15 que fala que é preciso sharear* bem para sharear sempre. Lendo esta recomendação, que veio com a seguinte nota:

“Não vou citar nomes porque é antipático, mas se você usar o recurso de compartilhar textos do Google Reader não deixe de ler 🙂 (Assinei este feed só para poder compartilhá-lo)”

resolvi escrever.

No texto, o autor faz algumas recomendações para que o uso do compartilhamento seja bom para todos. Em resumo: compartilhe o que tu achas que vai interessar aos outros, coloque uma nota explicativa naquilo que compartilhar e tenha bom senso para não entupir os outros com informações. Boas idéias que valem para listas de discussão, twitter e outros locais de troca de informações.

Mas eu queria chamar a atenção para esta possibilidade de compartilhamento e para a apropriação que já estamos fazendo. Para quem não conhece, cada postagem lida no Google Reader tem no rodapé as seguintes possibilidades:

)) Adicione uma estrela: para marcar uma postagem que você julga relevante. As postagens estreladas ficam separadas num link próprio para consulta.

)) Share (compartilhe): marcando esta opção os amigos com os quais você compartilha as suas leituras vão receber esta postagem quando acessarem o link “Friend’s Shared Itens”

)) Share with a Note: o mesmo acima, mas com a possibilidade de acrescentar uma nota e tags ao que for compartilhar.

)) Email: para compartilhar por email (útil para postar via email direto no blog)

)) Keep Unread: para manter aquela postagem marcada como não-lida.

)) Adicionar Tags: para classificar aquele conteúdo. As tags que tu fores criando vão aparecendo ao final da lista de sites\blogs agregando tudo que for classificado.

A nossa apropriação da possibilidade compartilhar com uma nota é re-compartilhar uma postagem recebida por compartilhamento, com uma nota respondendo a nota inicial. No meu entender, este uso reforça o que está sendo compartilhado e mobiliza o debate. Se bem que pode gerar uma espécie de chat em espaço inadequado. Além de ser um diálogo que apenas algumas pessoas acompanham, pois os amigos com quem compartilhamos não são os mesmos na totalidade.

Esta apropriação indica uma tendência que pode motivar o Google Reader a acoplar uma ferramenta ao estilo dos “scraps” do Orkut ao Google Reader. Nada tão Google Talk, mas, também, nem tão Twitter.

Outra apropriação é a que o Sérgio confessa no seu bilhete: assinar um feed só para compartilhar. Eu já vinha fazendo isso, também, quando encontrava alguma coisa na rede num site que eu não assinava, mas queria compatilhar.

Basta começar a assinar o feed. O GReader ‘puxa’ o conteúdo; compartilhamos a postagem desejada e não terminamos de assinar o feed. Existe um botão para adicionar a barra do navegador que faz isso. (Me perdi dele na última formatação e preciso localizar novamente)

É interessante estes usos diferentes da proposta inicial de um aplicativo, pois quebra, por meio da nossa criatividade, o que poderia ser um determinismo tecnológico.

)) mais sobre agregação de conteúdo.
)) um tutorial do Google Reader no blog da Miriam Salles.
)) tutorial Google Reader elaborado pelo Júlio Cardoso.

* uma apropriação de ‘share’ – compartilhar.

(em construção)

Tags: , , , ,


dez 06 2008

Refletindo sobre as minhas previsões sobre a aprendizagem em 2008

Categorias: blog,educação,mobilidade,redes sociais,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 05:59

Em janeiro deste ano, seguindo a proposta do Learning Circuits em uma de suas “Grandes Questões”, publiquei as minhas previsões sobre a aprendizagem em 2008. Hoje, propus uma pequena avaliação destas previsões. Uma forma de rever o processo e confrontar a dimensão de nossa capacidade de interpretar o contexto e as tendências em educação.

Então, reescrevo e comento as minhas previsões, considerando a minha interpretação do contexto atual. Não se surpreendam com a quantidade de pronomes possessivos 🙂 A idéia é deixar claro que esta esta é uma forma individual e particular de olhar a realidade.

Lá vai:

Eu penso que em 2008 continuará a tendência da valorização e do incentivo da aprendizagem nos espaços não formais. É uma tendência que vem se firmando faz tempo e que está conquistando cada vez mais a atenção dos professores, por exemplo.
Penso que esta previsão foi correta. Espaços não formais como os gerados por redes mediadas por blogs, wikis, sites de redes sociais, e outros ambientes\tecnologias que permitem a interligação e a interação foram suportes importantes de processos de aprendizagem, especialmente para os professores que, aos poucos, vão se apropriando destas tecnologias.

A aprendizagem online também deverá aumentar, conforme aumenta o uso das tecnologias da informação e da comuicação nas escolas. Sites de redes sociais (Orkut), mensagens instantâneas, blogs, wikis, agregadores e o email serão mais usados por professores e alunos.
Esta previsão tem pelo menos 3 desdobramentos. Primeiro: a possibilidade de aprendizagem online realmente cresceu, pois a oferta de cursos online aumentou espantosamente (aqui não entro na discussão sobre a qualidade dos cursos e os interesses em jogo neste movimento de expansão).

Em segundo lugar, este crescimento é relativo nas escolas. Ainda é problemático afirmar que as escolas estão mais “informatizadas”, ainda permanecem muitas dificuldades na maioria das escolas. Ter computadores é apenas parte da questão.

E, em terceiro lugar, blogs, wikis, sites de redes sociais etc., mesmo tendo seu uso expandido, inclusive com educadores tendo conquistado prêmios em Educação com projetos que os utilizam, ainda são muito mal compreendidos nas escolas e, de modo geral, não integram as práticas educativas cotidianas. Em algumas instituições e até em redes educacionais tem o acesso bloqueado.

Apesar das leis contra o uso dos telefones móveis em sala de aula, penso que a educação começará a perceber as potencialidades destes aparelhos no contexto educativo: comunicação, uso de imagem, documentação, mapeamento e , até, cinema.

Penso que a educação começa a perceber estas potencialidades, porém a reflexão sobre isso ainda é muito incipiente. A premência de cumprimento de prazos, conteúdos e dos demais rituais da escola, restringem as possibilidades de aprofundar esta e outras reflexões. Eu acreditava que se pudesse andar mais do que se andou neste tema em 2008.

Dando força para as previsões anteriores, crescerá a mobilidade com a disseminação das conexões sem fio e o barateamento de hardwares mais móveis (notebooks, pdas, smartphones, …)
Mesmo considerando a nova crise do capitalismo internacional, continua crescendo a mobilidade, a disseminação das redes sem fio, o barateamento das alternativas mais móveis de hardware. Além disso, notei um movimento de super oferta destes bens, num sentido de expansão dos tipos e formas, funcionalidades, utilidades e inutilidade, algumas claramente estratégias mercadológicas.

Estes são meus breves comentários, passíveis de atualização, sobre o que eu havia previsto em 2008. Espero que os leitores tirem um tempinho paa contribuir com esta discussão.

Tags: , , , , , , , , , , , , ,


nov 25 2008

achado por aí

Categorias: livros,recursosSuzana Gutierrez @ 17:40

Tags: , , , ,


abr 04 2008

rss, imagens e recursos para educação

Categorias: imagem,informação,RSS,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 16:47

Tags: , , , , , , ,


mar 15 2008

Links da semana

Categorias: links,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 21:30

Tags: , , , , , , ,


fev 06 2008

Links para conferir

Categorias: links,recursosSuzana Gutierrez @ 16:25

1 –Blogger Backup

backup de postagens do blogge- dica do Eri

2 – 50 Best WordPress Plugins for Power Blogging

dica do Paulo Colacino

3 – Guia de Tutoriais do CINTED

tutoriais sobre html, usabilidade, aplicativos, etc alguns bem antigos

4 – vozMe

converte texto para voz – dica do Alfarrábio

5 – Vicito News

receba conteúdo de feeds por IM

6 – Pibb: Stay in the Loop

combina instant messenger, chat, email, bbs

7 – Drop.io: Simple Private Exchange

para compartilhar arquivos, sem cadastro, em privado

Tags: , , , , , , , , , ,


fev 03 2008

este blog e a recuperação do passado

Categorias: blog,RSS,suzana gutierrezSuzana Gutierrez @ 08:00

Eu blogo desde 2002 e, de início, usei aplicativos variados de blog tentando achar um que fosse acessível, tivesse variedade de recursos e não levasse anos para carregar.

É, naquele tempo os serviços eram precários e para postar era preciso entrar na fila, quase.

Assim, pipoquei de blogger.br (que ainda não era da Globo) à blogger.blogspot (quando a Pyra Labs ainda não era do Google), que eram os que existiam na época, e acabei ficando no blogspot, mesmo sendo em inglês e criando dificuldades para o uso com alunos, por isso.

Nestas, perdi blogs, perdi os comentários que ficavam em aplicativos diferentes: blogger.globo e haloscan.

Assim, meu blog ficou uma colcha de retalhos linkando o que consegui recuperar.

Hoje comecei um processo de agregar isso tudo. Vai levar mais uns 3 anos eu acho :)) Mas vai ficar legal. Enquanto isso, o meu feed rss vai ficar meio maluco, misturando coisas antigas e novas. Então, se derem de cara com uma entrevista minha de 2005, uma atividade do cmpa de 2002, relaxem… Pulem para o outro post ou vão dar uma espiada.

Afinal, recordar é viver.

Tags: , ,


jan 21 2008

ReadBurner, agregando o que compartilhamos no Google Reader

Categorias: colaboração,RSSSuzana Gutierrez @ 12:59

O ReadBurner reúne as postagens compartilhadas por usuários do Google Reader. Depois, classifica e apresenta estas postagens em diversas formas tipo: últimas postagens gompartilhadas, as mais populares, as mais populares da semana , …

Agrega de forma geral, e apresenta todas as postagens de todos os membros ordenadas por número de vezes em que cada uma foi compatilhada ou classifica as postagens em determinadas línguas (português ainda não tem link separado).

Cada opção tem um feed que pode ser adicionado ao Googler Reader. É o filtro do filtro e, se recompartilhadas vai dar um loop em determinadas postagens.

Eu inscrevi meu link de compartilhamento e adicionei os feeds em inglês das ‘mais populares’ e das ‘mais recentes’ para acompanhar.

Aqui algumas estatísticas sobre as adesões e as postagens compartilhadas, tipo autores mais presentes, sites e colaboradores do ReadBurner.

Quando a brasileirada se inscrever e começar a recomendar leituras usando o compartilhamento do Google Reader, o português vai aparecer rapidinho por lá.

update: postagens em português saem na opção espanhol :))))))

Tags: , , , ,


jan 13 2008

Edu blogs: reflexão ou blá blá blá psitacídeo?

Categorias: blog,edublogosfera,educação,RSSSuzana Gutierrez @ 05:29

Depois de falar um pouquinho sobre os 10 anos dos blogs, vou registrar aqui alguns pensamentos sobre a parte da blogosfera constituída pelos professores. Lá por 2001/2002 havia uma meia dúzia de blogs de professores, a maioria blogs pessoais que tratavam de tudo, inclusive da escola.

Para mim estes eram e ainda são os legítimos edublogs. Um grande número dos que vieram depois ou já vinham com pretensões de grande midia, de ser O espaço e O formador de opinião sobre determinado assunto, ou vinham direcionados a projetos específicos da escola.

Os primeiros entraram na onda dos contadores de acesso, da romaria de visitas e comentários para gerar tráfego no seu blog, da divulgação exaustiva das postagens nas listas de discussão.

Os segundos, mais humildes, nem se entendiam como publicação e ficavam circunscritos a comunidade escolar. Estes careciam e ainda carecem de uma reflexão mais forte sobre a própria prática.

Atualmente, existe um híbrido destes dois tipos, que no meu entender piorou o status dos edublogs: o blog de projeto de escola ou temático, cujo proprietário divulga cada postagem feita e que se preocupa em demasia com a quantidade de acessos e outros rankings.

No meu entender, perdem em grande parte a possibilidade que um blog traz de registro da reflexão sobre a prática, da teorização, da exotopia sobre a própria atividade do blog. São blogs que quase que somente anunciam (reanunciam, neh) o que a midia já publicou. Ou que relatam ou são suporte de práticas e projetos, mas sem que em nenhum momento ocorra uma reflexão sobre as práticas e projetos.

São blogs que pouco dizem do seu dono, pois o relato pessoal, a mescla do pessoal com o profissional não ocorre. São páginas que não motivam o diálogo e, um acesso aos comentários, mostra que as visitas não interagem com o conteúdo. São retribuições ou quase convites.

Talvez, este status da edublogosfera seja fruto do contato com as outras blogosferas e uma coisa que possa ainda ser corrigida. Nada contra a eventual postagem de notícias ou reprodução de textos. Porém, penso que no interesse de desenvolvimento de uma edublogosfera, nós professores poderíamos pensar em:

1 – ter um blog pessoal, onde os assuntos fossem TODOS, mas com um grande espaço para: refletir sobre a sua prática social, sobre seu trabalho e sua vida, para escrever de modo crítico sobre o que lê, para dialogar com outros blogs, para ser um registro histórico de sua aprendizagem na rede. Um blog que se desenvolva como um ambiente pessoal de aprendizagem.

2 – separar o blog anterior de blogs específicos de projetos na escola ou outros projetos. Embora o blog pessoal possa falar destes outros blogs e de seus projetos, sobretudo aprofundando a reflexão, afrouxando a formalidade de avaliações e objetivos.

3 – Distribuir o conteúdo de seus blogs por rss/atom e usar um agregador de conteúdo que possibilite socializar, recomendar leituras e, deste modo, incentivar a formação de redes sociais.

Que acham?

em tempo:
Este meu blog que nos antigamente se chamava Onde anda Su? sempre tentou ser um blog pessoal e, também: agregar valor à informação e não ser um mero papagaio da grande, média e pequena midia.

O blog do professor Sérgio Lima e o da professora Raquel Recuero, por exemplo, são blogs que mesclam o pessoal, o profissional, a crítica, a reflexão e, com isso, motivam o diálogo.

em tempo 2: para atingir um maior número de professores vou fazer algo que neste mesmo post eu condeno: vou divulgar a postagem numa lista de discussão. Desculpem a contradição, mas é por uma boa causa: a de incentivar a formação da rede via blogs + rss.

Tags: , , ,


jun 12 2007

Que tal ler os seus scraps por RSS ?

Categorias: redes sociais,RSSSuzana Gutierrez @ 21:20

Não só os seus, os dos outros, também.

Bah…,… pior… (como diriam os meus alunos)

Não só ler, mas distribuir !

Como?

Entre no seu scrapbook. Lá no alto, na URL da página, copie a parte final, que é semelhante à:

uid=141972111057303184678

O feed rss do seus scraps será:

http://www.indian-tv.com/orkut.php?uid=141972111057303184678

Dá para ler qualquer scrapbook equando estou logada no Orkut. Depois vou testar se funciona estando eu fora do Orkut.

Pode ser usado para ler o que se passa nas comunidades, também:

http://www.indian-tv.com/orkut.php?cmm=5285793

por exemplo… (mas mostra só os títulos dos tópicos do forum)

Colado de Devil’s Workshop

Tags: , ,


mar 04 2006

SuprGlu

Categorias: blog,RSSSuzana Gutierrez @ 08:16

Para quem quiser me subscrever todinha 🙂 >> meu feed no SuperGlu.
O SuprGlu é um aplicativo web que reúne diversos feeds rss publicando-os numa mesma página de formato blog. Uma interessante forma de construir um metablog ou de reunir num mesmo espaço diversos feeds nossos, tais como Flickr, del.icio.us, webnote, …

Como o SuprGlu distribui seu conteúdo via rss é possível subscrever a totalidade dos feeds de alguém apenas usando um endereço. Resta ver como funcionaria um SuprGlu de um SuprGlu de um SuprGlu… captaram?

Minha página no SuprGlu chama-se Onde anda Su?, sintomaticamente.

Technorati Tags: , , , ,

Tags: , , ,


set 02 2005

rss para IM

Categorias: RSS,software,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 08:00

rss2jabber é uma nova aplicação que agrega RDF/RSS/Atom feeds e os distribui para clientes de mensagens instantâneas (Trillian etc).
É possível subscrever múltiplos feeds e selecionar a forma de atualização e o número de artigos que vai receber de cada vez.
Para experimentar o rss2jabber é preciso ter uma conta no jabber.
Depois, usando o seu aplicativo jabber favorito, adicione >> rss2jabber@jabber.at à sua lista de contatos e mande este comando:

help

depois, por exemplo, mande:

sub http://slashdot.org/index.rss 3:30 4

este comando vai subscrever o feed RSS da slashdot, que se atualizará à cada 3h e 30min, enviando 4 artigos por vez. [traduzido ‘livremente’ de Robin Good]

Vamos ver como isso funciona e se não aparece logo para outros IM.

Tags: , ,


jul 31 2005

RSS

Categorias: RSSSuzana Gutierrez @ 08:33

Uma lista legal de jornais com rss, porém sem jornais em português. >> Electronic Journals
Technorati Tags: , , ,

Tags: ,


Próxima Página »