fev 08 2008

Publicar ou Morrer II

Categorias: academia,educação,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 08:49

Eu não SOU da academia, apenas ESTOU na academia, como aluna do doutorado e pesquisadora. Não pretendo entrar para a universidade como professora / pesquisadora. Pelo menos, isso não faz parte dos meus mal planejados projetos de futuro. Gosto do que faço e pretendo continuar trabalhando onde trabalho.

Porém, …… Gosto de pesquisar, adoro estudar, me divirto lendo, fuçando, aprendendo. E isso vou continuar fazendo.

Neste contexto, o que eu publico em revistas. anais, etc está na medida do que é necessário no doutorado e para contribuir com a instituição onde estou – UFRGS. Ou seja, fora isso, não estou nem aí para os qualis, para os índices de produtividade, para rechear o meu lattes. Publico, na maioria das vezes, para compartilhar mesmo e porque adoro escrever. Hoje, a la Rainha Branca, eu penso em seis coisas impossíveis antes do café da manhã, mas, quando eu crescer eu quero ser a Agatha Christie.

E é a partir deste meu lugar é que eu sigo comentando sobre Publicar ou Morrer.

A Raquel e a Adriana, também postaram sobre o assunto, tocando em diversos pontos da complexidade qiue é esta questão de publicar na academia x acesso livre. A Raquel fala sobre as diferenças entre o Brasil e os EUA, em termos da qualidade \ fechamento das publicações e avisa (e eu concordo com ela) que o Brasil tem muitas publicações abertas de excelente qualidade, inclusive consideradas pelo qualis.

Raquel traz ao debate o dilema de quem está na academia pressionado por regras que avaliam o pesquisador e a instituição mais pela quantidade do que pela qualidade. É nestas que surgem as máquinas de fabricar artigos, muitos quase um auto-plágio (eu já beirei isso diante de certas imposições, até porque fica difícil não se repetir ao contar a mesma coisa).

A Lady A (gosto de chamar a Adriana pelo nick dela) fala da desgraça que é quando queremos (ou precisamos) muito ler alguma coisa e ela está trancada em algum lugar não acessível, ou acessível apenas pelos servidores da universidade.

A Raquel concorda comigo, com a Lady A e com a danah (com minúsculas como a Raquel ensinou) em relação a importância do acesso aberto na internet, mas aponta a face complicada da publicação aberta: o oportunismo dos que copiam e colam :), o todo ou as partes, sem nenhuma referência a autoria. E eu acrescento: e que publicam como se seus fossem, partes inteiras copiadas de textos teus já publicados em revistas e anais conceituados.

Isso aconteceu comigo e, mesmo contatando os editores das duas revistas e enviando as comprovações, os textos lá continuam, decerto apostando que a professora brasileira não vai ter perna para processar duas revistas fora do Brasil.

Concordo com a Raquel que o desespero por publicar torna quase inacessíveis periódicos e eventos, mesmo os nem tão importantes e que a avaliação por pareceiristas cegos (quando os pareceristas lêem o trabalho sem saber de quem é) poderia reverter este quadro dando oportunidade à autores iniciantes e à pesquisas que não estão amparadas no nome do pesquisador. Eu acrescento: a escolha dos pareceristas e a distribuição dos trabalhos por eles deveria ser alvo de muito cuidado.

Em 2005, encaminhei um artigo sonre RSS e Educação para um congresso de informática na educação, para a sub-área educação/formação do professor, pois o artigo falava das possibilidades da agregação de conteúdos para a educação, focando no professor, na escola e seus projetos. Não foi aceito com a seguinte justificativa: este é um tema já muito discutido e conhecido dos professores. Nem hoje, 2008, é um assunto de domínio de professores. E eu fico pensando: quem é este parecerista?

No final da sua postagem a Raquel diz:

Por fim, minha defesa mais polêmica: Eu também acho que a pesquisa realizada pela graduação deveria ser mais valorizada. E acho que as revistas deveriam ter um espaço para a Iniciação Científica. Eu creio firmemente que IC não é mão de obra barata, mas uma chance de que alguém comece a dar seus primeiros passos, escolha um problema e investigue-o.

Só concordo. E vejo, neste trechinho acima, um monte de coisas para discutir. Por exemplo: como, quando e onde os alunos são considerados mão de obra barata na IC; o que, às vezes, está por trás da publicação conjunta de orientador e orientando; …

E acrescento: Eu defendo a pesquisa feita na e pela educação básica. Por que o olhar da academia seria mais importante e qualificado do que o olhar do professor da escola de ensino fundamental e médio?

E, … sosseguem, vou encerrar por aqui 🙂 Vou arremesar prá errar e vamos ver quem pega o rebote.

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jan 18 2008

wikipedia, um oráculo de delfos terceirizado?

Categorias: educação,informação,pesquisaSuzana Gutierrez @ 08:04

Conta a lenda que Zeus, usando duas águias ao invés do google earth, determinou certinho o lugar do umbigo do mundo e decretou que ali, exatamente naquela pedrinha (o Oráculo de Delfos), situada perto do monte Parnaso, ele responderia as consultas que lhe fossem feitas.

No século XXI, há quem pense que este divino serviço foi terceirizado e que agora atende pelo nome de Wikipedia.

Hoje li uma postagem muito interessante do idelber, na qual, entre outras coisas ele diz:

Poucas coisas foram saudadas com tanto triunfalismo como a Wikipedia. É muito sedutora a idéia de uma comunidade aberta, produzindo conhecimento coletivamente, com a possibilidade de permanentes revisões. Cheguei a ver gente inteligente, que eu respeito, dizendo que na Wikipedia qualquer erro se corrigia em questão de minutos. O Pedro Dória colocou uma semente de ceticismo bem fundamentado nessa discussão há uns tempos. Confirmei que ele estava certo. A quantidade de erros é absurda. Nos temas polêmicos – o que significa toda a esfera das ciências humanas e sociais –, vence a versão de quem tem mais tempo, grita mais alto e faz mais lobby. [ler mais]

Eu que até gosto de usar a wikipedia para exemplificar algumas coisas, concordo com o Idelber na maior parte das ressalvas que ele faz. A variedade e a fidedignidade das fontes de pesquisa são muito importantes para que se absolutize alguma delas.

Recomendo muito, principalmente aos professores, uma visita ao Biscoito Fino e a Massa para descobrir porque o Idelber não recomenda a Wikipedia.

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ago 05 2007

Educação, agregadores e ambientes de aprendizagem**

Categorias: blog,ead,educação,pesquisa,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 05:19

Comecei a usar agregadores em 2003, na época em que rssficar um blog era ainda artesanal. Usei inicialmente o NewsDesk e, mais tarde, o Sharpreader. Fiquei bons anos no Bloglines e, agora, venho usando o Google Reader, para testar e, também, porque me deu a maior preguiça de ajeitar a miscelânea de links no meu Bloglines.

Hoje, usar um agregador para ler conteúdo na web ainda é algo novo para educadores e para o usuário comum. Mesmo que a agregação/distribuição de conteúdo venha mais nitidamente associada com os navegadores e com os blogs.

Falando nisso, estes dias me dei conta de como, em 2002, fui visionária (eu e alguns poucos no Brasil) ao iniciar a pesquisa sobre os blogs e de como eles previsivelmente explodiram em 2004 e estão se tornando material didático essencial para professores em 2007.

E, também, de como fui paciente ao resistir às críticas veladas (ou não) e a falta de escuta quando apresentei meus primeiros trabalhos sobre blogs e rss. Muitos daqueles e daquelas que com um sorrisinho irônico descartaram sumariamente o que eu estava trazendo, hoje se intitulam blogueiros e não vivem sem um wiki 🙂

Pois é, para mim os ambientes virtuais de aprendizagem fechados estão com os dias contados. Veremos cada vez mais a distinção entre uma educação online* “emissor-receptor”, aquela onde os professores postam documentos em MSWord contendo “instruções” e os alunos devolvem outros documentos iguais contendo as respostas e uma educação online realmente de rede, onde blogs, wikis e outras páginas dinâmicas se interlikem e criem e recriem uma aprendizagem social, dialógica e colaborativa. Os ambientes fechados permanecerão apenas na medida em que a hegemonia do ensino-mercadoria tiver força e na medida em que os teóricos da ead que nunca viveram a rede decidirem as coisas.

*educação online pode não ser a expressão ideal aqui, mas é conhecida.
** não esperem muita coerência nesta postagem, eu estava pensando alto enquanto dava um novo lugar para o meu antigo bloglab

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jul 27 2007

Um possível panorama das redes sociais

Categorias: pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 07:09

Rede social não é sinônimo de software social (ou aplicativo social; ainda não sei bem qual o termo mais adequado). Uma rede social pode se formar tendo como suporte aplicativos como o Orkut, o Facebook e outros. Mas não necessariamente.

O que tenho observado depois de anos de vivência em redes diversas é a elasticidade dos laços, sua flutuação e fraqueza. Isso necessariamente não é ruim, pois a rede em si permanece, pelo menos enquanto o suporte existir 🙂

Penso que a maioria do que consideramos comunidades ou redes são aglomerados instáveis de outras redes e comunidades que, por sua vez, são a mesma coisa.

Um pouco mais estáveis são os suportes e é deles que se pode tirar alguns dados que dêem alguma pista parcial e quantitativa do que pode rolar de qualitativo nas redes. Foi o que encontrei na postagem do Jeremy Liew, da qual reproduzo o quadro abaixo.


Na tabela, os sites de redes sociais mais acessados mensalmente, considerando a média de minutos que os visitantes gastam por lá. Olhando de forma bem ligeira, dá para pensar que, se o Orkut é 80% (? ; não achei mais aquela página de estatísticas do Orkut) brasileiro, os brasileiros estão passando um bom tempo conectados.Justificar

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mar 11 2006

blogs e disseminação da pesquisa

Categorias: academia,blog,educação,pesquisaSuzana Gutierrez @ 09:21

Jill Walker, professora e pesquisadora da Universidade de Bergen na Noroega, recebeu o prêmio de excelência em disseminação de pesquisa da Meltzer Foundation pelas atividades desenvolvidas no seu blogue Jill.txt. O jill.txt é um dos primeiros blogues que acompanhei quando, em 2000/2001 comecei a me interessar a pesquisar o assunto.

As pessoas ainda se dividem em aqueles que ignoram a existência ou minimizam a importância de tudo que vêm com os blogues (inclusive a pesquisa), outros que desacreditam da importância de manter um blogue de pesquisa (ou outro) e acabam desistindo da atividade e outros ainda, os entusiastas do blogue, para os quais blogar está entre as soluções máximas da educação e da comunicação. Porém, com notícias como estas, com o reconhecimento de toda uma universidade sobre o trabalho da pesquisadora blogueira, fica claro o papel e a importância que os blogues podem ter na academia.

Recebi esta notícia via rss ao mesmo tempo em que recebia mais um comentário no meu encerrado [zaptlogs], blog ambiente de minha pesquisa de mestrado, a qual era devidaemente blogada no [bloglab], até hoje considerado inovador pela disseminação da pesquisa em tempo real.

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jul 02 2005

pesquisa

Categorias: pesquisaSuzana Gutierrez @ 09:03

Take the MIT Weblog Survey

eu respondi.

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dez 23 2003

mais leituras

Categorias: academia,educação,pesquisaSuzana Gutierrez @ 07:10

.::. A educação é bem público, artigo de Wrana Panizzi

Com base nos princípios do mérito e da liberdade acadêmicos, a Universidade produz conhecimento, C&T, arte, cultura, identidade, riqueza material e valores que não beneficiam só o diplomado, mas a sociedade. Essa obra não pode e não deve ser financiada por indivíduos, mas pelo conjunto da sociedade.

Wrana Panizzi, professora titular do Depto. de Urbanismo e reitora da UFRGS e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Educação Superior (Andifes). Neste artigo, ela responde à pergunta da ‘Folha de SP’ – ‘Deve-se instituir uma contribuição social para o ensino superior?’
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.::. Biblioteca Digital reunirá produção científica do país

Universidades do Rio se integram ao projeto

Toda a produção científica de teses e dissertações do país será concentrada na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD), desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Informação em C&T (Ibict), vinculado ao MCT

No Brasil são produzidos anualmente cerca de 30 mil trabalhos científicos. O sistema de informações já tem em seu banco de dados quatro mil dissertações e teses da USP, UFSC e PUC-Rio, as três primeiras Universidades a se engajarem no projeto.
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.::. Relatório traça rumos da pesquisa no país

Duas instituições federais de apoio à C&T estão revendo conceitos e estudando ajustes estruturais para atender melhor à demanda pela pesquisa no país

As ações serão baseadas em relatório que a Comissão Interministerial para o Desenvolvimento da Pós-Graduação e da Ciência e Tecnologia entregou para a Capes e o ao CNPq no dia 10 de dezembro.

O documento aponta a necessidade de se retomar a reclassificação das áreas do conhecimento, o que deve ser feito de janeiro a julho de 2004.
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:: mais informações: Relatório no CNPQ

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jul 25 2003

Palestras do Grupo de Pesquisa na Serra

Categorias: educação,eventos,pesquisa,ufrgsSuzana Gutierrez @ 14:09

Foi muito gratificante a nossa estada em Bento Gonçalves e Carlos Barbosa. Tanto que vou dividir um pouco com o grupo. Partimos, o Prof. Triviños e eu, na quarta-feira, 23/07/2003, de Porto Alegre .

Fomos recebidos calorosamente em Garibaldi pelas colegas professoras Magda Colao, do TRAMSE, e Cristiane Kieling, secretária de educação de Carlos Barbosa, com as quais jantamos. Na manhã seguinte apresentamos o trabalho O Educador como Pesquisador, no cinema local, para professores das escolas estaduais e municipais de Carlos Barbosa. Nem a névoa que envolvia a cidade desde a véspera impediu que os professores comparecessem e participassem ativamente do encontro.

Ao final, acertamos o lançamento dos livros do Grupo de Pesquisa, originados do X Seminário sobre a Formação de Professores para o Mercosul Conesul. Serão lançados na feira do livro de Carlos Barbosa, em setembro próximo.

À tarde, o Professor Triviños foi entrevistado na rádio de Bento Gonçalves, falando sobre o grupo de pesquisa e o trabalho que realizamos. Esta parte deixarei para que ele relate.

Enquanto isso, eu apresentei na secretaria de educação de Carlos Barbosa o meu projeto de mestrado Mapeando caminhos de autoria e autonomia: a inserção das TEI no trabalho de educadores que cooperam em comunidades de pesquisadores, focando principalmente no projeto Zaptlogs. Os educadores presentes ficaram muito interessados, inclusive participando no weblog do zaptlogs. No encerramento, solicitaram a formação de um grupo de estudos local, com nossa assessoria. Detalharemos melhor este anexo do Zaptlogs durante a próxima semana, mas , de antemão, fico feliz pelo reconhecimento e pela oportunidade de cooperar para a formação de mais uma comunidade de pesquisadores.

Ao final da tarde nos reunimos no Hotel Vinocap, em Bento Gonçalves, nos organizamos para a apresentação do dia seguinte e partimos para um maravilhoso jantar na Cantina do Hotel Dall’Onder. Fica aqui a foto para que eu me lembre de voltar lá e terminar aquele rodízio de massas 🙂 A Festiqueijo, em Carlos Barbosa, ficou em nossos sonhos de trabalhadores.

Na manhã seguinte, às 8 horas, na E. E. Bento Gonçalves da Silva, apresentamos novamente o trabalho O Educador como Pesquisador, no VII Congresso Nacional de Educação: “Educando para Viver”. Com um público estimado de mais de cem professores, foi uma enriquecedora apresentação. Ao final, trocamos endereços para contato e para acessoria na criação de comunidades de pesquisadores.

imagens de http://www.dallonder.com.br/

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jul 25 2003

SPIN

Categorias: midias,pesquisaSuzana Gutierrez @ 13:08

SPiN é uma rede digital interativa pública estratégica para o desenvolvimento humano sustentável. Sua dinâmica resulta da incubação de projetos sociais, culturais e econômicos que respondam a demandas originadas prioritariamente em áreas de exclusão.

Os horizontes do desenvolvimento humano estão atualmente condicionados pela capacidade das comunidades de produzir, trocar e gerenciar conhecimentos por meio de novas tecnologias de informação e comunicação.

SPiN é um laboratório de pesquisa-ação: ao mesmo tempo servirá para a pesquisa e a produção de indicadores sobre o desenvolvimento dessa sociedade da informação e economia do conhecimento (por meio de um Observatório de Redes Digitais e Midiáticas, ORDeM) e como espaço efetivo de experimentação social na busca de modelos inovadores e inclusivos de ampliação das capacidades produtivas, colaborativas e gerenciais alavancadas por redes digitais interativas (por meio de um Colaboratório de Mídias Digitais, CoLab).

.:: link

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jul 23 2003

indo para Bento Gonçalves

Categorias: educação,pesquisa,ufrgsSuzana Gutierrez @ 09:19

Daqui a pouco estarei viajando para Bento Gonçalves. Combinei me encontrar com o Prof. Triviños direto na rodoviária. Chegaremos lá às 18 horas, penso eu. Segundo as instruções devemos descer em Garibaldi, no ‘posto do avião’. Não posso esquecer esta parte. Acho que esta primeira noite ficaremos aí com a Magda.

No dia seguinte, 24, às 9:00 horas faremos uma apresentação para educadores do encontro municipal de educação promovido pela SMEC em Carlos Barbosa. O trabalho será O Educador como Pesquisador.

À tarde, eu apresento meu projeto de pesquisa, o zaptlogs, e depois daremos uma passada na Festiqueijo.

No dia seguinte participaremos do VII Congresso Nacional de Educação – “Educando para Viver” na cidade de Bento Gonçalves, com o mesmo trabalho.

Estas apresentações de trabalho fazem parte de nossa atividade no Grupo de Pesquisa sobre a Formação de Educadores para o Mercosul – Conesul.

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jul 18 2003

12º Congresso de Iniciação Científica – UCPel

Categorias: eventos,pesquisaSuzana Gutierrez @ 14:34

Destinado a divulgar trabalhos de pesquisa, de alunos de graduação e pós-graduação e, também, de professores.

Organizado pela UCPel. A inscrição de trabalhos e no congresso vai até 29/09/2003.

Vamos lá?

.:: informações

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jul 10 2003

início…

Categorias: mestrado,pesquisa,projetosSuzana Gutierrez @ 09:03

Ontem foi o primeiro encontro com o grupo que está participando de minha pesquisa. Basicamente, foi uma primeira imersão do ambiente, do cadastro até as brincadeiras. Bem legal !

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jun 19 2003

de ontem para cá

Categorias: mestrado,pesquisa,ufrgsSuzana Gutierrez @ 09:53

Acelerei meu trabalho de campo. As coisas já estão rolando lá na Ufrgs, faltando só acertar a questão do laboratório. A pesquisa continua e a construção (pré) dos ambientes, também. Divulguei na lista de discussão o básico e alguns links. Rssfiquei o [bloglab] e depois vou rssficar este aqui.

Lancei umas dúvidas na lista Metafora sobre a questão da apropriação de conhecimentos x colaboração. Não vi nada sobre isso por aí, mas é uma questão à pensar. Nada como incrementar a inteligência coletiva e ficar só pescando e objetivando em cima. Sobre isso, um alerta foi o contrato inicial da globo.com nos weblogs, onde eles queriam a posse sem restrições dos conteúdos dos blogs dos usuários. Outra questão é o tipo de armazenamento, mas ainda não tive muito tempo para refletir sobre isso.

Ficam os links para ver o que já anda rolando:

[projeto zapt]

[bloglab]

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