nov 09 2009

Novo Orkut

Categorias: redes sociaisSuzana Gutierrez @ 12:11

Não vou me estender falando das novidades da nova interface, pois outros analisaram com mais detalhes:
)) Google finalmente apresenta o novo orkut; conheça algumas novidades
)) Análise da interface do novo orkut

Fiquei curiosa em observar como se daria a difusão dos convites. Na minha rede de contatos,  no dia 7/11, o panorama era o seguinte:

novo orkut

Não convidei ninguém e fiquei usando a interface antiga, pois na nova não é possível ver aquela marca de quem está convidado ou usando o novo orkut. Verifiquei a minha rede, separei os contatos com novo orkut e tracei as conexões entre eles. O resultado foi 3 porções da rede, mais ou menos clusterizadas e alguns contatos dispersos (considerando a rede de meus contatos).

Ainda não aprofundei nada em relação a estes dados e nem sei se terei tempo, pois foge ao que ando estudando. Achei interessante o fato que as redes mais ou menos repetem as proporções de contatos de cada tipo. E observei de forma casual que os meus contatos mais velhos (colegas professores e amigos) quase não receberam convites e que a efervescência no meio da gurizada é bem maior (óbvio).

Seria interessante uma nova rodada de verificação para ver a evolução dos convites. Vamos ver se consigo fazer isso ainda esta semana. No final de semana será impossível. pois vou trabalhar o tempo todo. Em todo caso, socializo aqui, pois deve ter alguém estudando isso.

update em 27 de novembro:

Uma correção: a primeira leva tem 40 novorkutados :)  Fiz uma recoleta de dados na quarta e garimpei mais 39. Redistribui considerando as minhas subredes. Ficou um panorama assim:

rede

Um crescimento mais acelerado no meio da rede maior e mais jovem e da rede do pessoal da comunicação e áreas afins ligadas a internet:

disseminação

disseminação

O povo da educação largou atrás e vai devagarinho :)  Claro que algumas destas categorias se sobrepõem e são mais numerosas originalmente. Estes dados originais não tenho de forma correta;  precisaria investir um tempo acertando a classificação dos contatos do Orkut. Não tenho como fazer isso agora.

Eu planejava, também,  uma nova rodada para o dia 15, para observar as tendências, mas não foi possível. Deixo aqui estes dados só para registrar a minha curiosidade.

… em construção RE

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dez 06 2008

Refletindo sobre as minhas previsões sobre a aprendizagem em 2008

Categorias: blog,educação,mobilidade,redes sociais,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 05:59

Em janeiro deste ano, seguindo a proposta do Learning Circuits em uma de suas “Grandes Questões”, publiquei as minhas previsões sobre a aprendizagem em 2008. Hoje, propus uma pequena avaliação destas previsões. Uma forma de rever o processo e confrontar a dimensão de nossa capacidade de interpretar o contexto e as tendências em educação.

Então, reescrevo e comento as minhas previsões, considerando a minha interpretação do contexto atual. Não se surpreendam com a quantidade de pronomes possessivos :) A idéia é deixar claro que esta esta é uma forma individual e particular de olhar a realidade.

Lá vai:

Eu penso que em 2008 continuará a tendência da valorização e do incentivo da aprendizagem nos espaços não formais. É uma tendência que vem se firmando faz tempo e que está conquistando cada vez mais a atenção dos professores, por exemplo.
Penso que esta previsão foi correta. Espaços não formais como os gerados por redes mediadas por blogs, wikis, sites de redes sociais, e outros ambientes\tecnologias que permitem a interligação e a interação foram suportes importantes de processos de aprendizagem, especialmente para os professores que, aos poucos, vão se apropriando destas tecnologias.

A aprendizagem online também deverá aumentar, conforme aumenta o uso das tecnologias da informação e da comuicação nas escolas. Sites de redes sociais (Orkut), mensagens instantâneas, blogs, wikis, agregadores e o email serão mais usados por professores e alunos.
Esta previsão tem pelo menos 3 desdobramentos. Primeiro: a possibilidade de aprendizagem online realmente cresceu, pois a oferta de cursos online aumentou espantosamente (aqui não entro na discussão sobre a qualidade dos cursos e os interesses em jogo neste movimento de expansão).

Em segundo lugar, este crescimento é relativo nas escolas. Ainda é problemático afirmar que as escolas estão mais “informatizadas”, ainda permanecem muitas dificuldades na maioria das escolas. Ter computadores é apenas parte da questão.

E, em terceiro lugar, blogs, wikis, sites de redes sociais etc., mesmo tendo seu uso expandido, inclusive com educadores tendo conquistado prêmios em Educação com projetos que os utilizam, ainda são muito mal compreendidos nas escolas e, de modo geral, não integram as práticas educativas cotidianas. Em algumas instituições e até em redes educacionais tem o acesso bloqueado.

Apesar das leis contra o uso dos telefones móveis em sala de aula, penso que a educação começará a perceber as potencialidades destes aparelhos no contexto educativo: comunicação, uso de imagem, documentação, mapeamento e , até, cinema.

Penso que a educação começa a perceber estas potencialidades, porém a reflexão sobre isso ainda é muito incipiente. A premência de cumprimento de prazos, conteúdos e dos demais rituais da escola, restringem as possibilidades de aprofundar esta e outras reflexões. Eu acreditava que se pudesse andar mais do que se andou neste tema em 2008.

Dando força para as previsões anteriores, crescerá a mobilidade com a disseminação das conexões sem fio e o barateamento de hardwares mais móveis (notebooks, pdas, smartphones, …)
Mesmo considerando a nova crise do capitalismo internacional, continua crescendo a mobilidade, a disseminação das redes sem fio, o barateamento das alternativas mais móveis de hardware. Além disso, notei um movimento de super oferta destes bens, num sentido de expansão dos tipos e formas, funcionalidades, utilidades e inutilidade, algumas claramente estratégias mercadológicas.

Estes são meus breves comentários, passíveis de atualização, sobre o que eu havia previsto em 2008. Espero que os leitores tirem um tempinho paa contribuir com esta discussão.

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fev 02 2008

John Barlow explica o fenômeno Orkut no Brasil

Categorias: Brasil,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 20:31

José Murilo, do Ecologia Digital, publica vídeo que estava guardado desde a época do Seminário Interncional sobre Diversidade Cultural, promovido pelo MinC e pela OEA em setembro do ano passado. No vídeo, John Barlow, fala sobre a rede e o fenômeno do Orkut no Brasil. Recomendo!

Link

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jan 25 2008

Happy Birthday, Orkut

Categorias: internet,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 07:52

Seguindo a minha tradição de quase sempre dar os parabéns atrasado, hoje, eu remeto as minhas mais animadas saudações ao Orkut Büyükkokten e ao seu filho SRS, o Orkut.

O Renê Fraga lembrou da data ontem e eu copiei descaradamente a imagem da postagem no Google Discovery.

Ontem, quando li a notícia do aniversário de 4 anos, me lembrei que eu entrei no Orkut logo no início, junto com uma cambada do Metareciclagem: fff, Hernani Dimantas, Bicarato, Tupi, Paulinho, ….

A data precisa esqueci e não achei por lá. Porém, em 27/02/2004, quando o Orkut era um bebê de um mês, eu recebi o meu primeiro depoimento, do HD. E fiz o meu primeiro para o fff (como ele apagou o perfil antigo, não tenho a data). Mas tem o segundo, em 28/02/2004:


Tupi Quando leio o Tupi, imediatamente começo a pensar em guarani. Algo se ativa nos meus gens. :)


Uma preciosidade literária. Mas se vocês lerem o Tupi vão entender.

E, ainda nos rastro do post sobre a estrutura (e a ideologia) das informações, encontrei este meu texto:


Eu ainda não pude pensar a fundo sobre a estrutura de softwares sociais, como o Orkut, para pegar o seu movimento. (isto é uma coisa) Nem para tentar compreender porque os brasileiros escolheram, aderiram e se instalaram neste específico software social. (isto é outra coisa). E, considerando estas duas coisas, compreender o tipo de relações que acontecem nas comunidades criadas no Orkut, inclusive as que amparam a criação destas comunidades. [ler no contexto]

Quem estiver a fim de alguma nostalgia dos primórdios orkutianos pode ler, também:

Brasil no Orkut – 18/07/2004

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jan 16 2008

Redes Sociais, a sala de aula e outros espaços

Categorias: blog,educação,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 06:27

Há um pouco de confusão quando se começa a falar de redes sociais. No Brasil, muita gente entende direto “Orkut“. Outros, com uma leitura mais abrangente, geralmente pesquisadores, vão além dos sites ou sistemas de redes sociais (SRS), como o Orkut, Facebook , … , e distinguem: rede, rede social, sistema de rede social e outras nomenclaturas encontradas por aí.

Porém, quando se compara uma rede social formada por blogs, suas postagens, comentários, rss, trackbacks, backlinks, com sistemas como o Orkut, por exemplo, as diferenças logo aparecem, até para quem ainda não pensou sobre isso. Blogs e outros aplicativos dinâmicos de publicação tendem a formar redes sociais abertas e, em parte, muito instáveis. O diálogo permanente (ou o silêncio) alteram a cada momento a estrutura da rede.

Já os SRS fixam, de certa maneira, uma rede nem sempre coincidente com o diálogo travado por seus membros. Muitos perfis no Orkut lembram mais uma coleção de figurinhas do que um nó numa rede de conexões sociais, interativas, comunicativas. O nó fica mais evidente que a conexão.

Mas, antes que eu me perca na introdução e vá terminar em algum outro assunto, comunico que a inspiração para esta postagem veio daqui e daqui.

Danah Boyd comenta a discussão ancorada no The Economist sobre os sites de redes sociais e suas contribuições positivas (ou não) para a mudança nas metodologias educacionais dentro e fora da sala de aula. Ela, entre os prós e os contras, se posiciona dizendo que os SRS, no seu atual estado, não podem ser integrados diretamente à sala de aula. Diz que os SRS possibilitam um espaço que pode ser usado educacionalmente, mas que por si só não garantem isso. Os SRS oferecem mais uma alternativa de contato para a interação em redes de aprendizagem já existentes. Considera as suas possibilidades em relação aos aspectos educativos não-formais, como a sociabilidade, como os mais trabalhados nos SRS. Segue, trazendo algumas considerações interessantes, a partir da sua vivência e observação (interessante ler na íntegra o texto, que eu trago aqui apenas em parte).

Os Orkut da vida não seriam nem a panacéia e nem a possibilidade de um precipício educacional. Isso eu também penso, porém não concordo quando ela pontua uma neutralidade da tecnologia em si, salvaguardando esta de suas ligações/implicações no capitalismo. Aqui, eu lembrei de uma das citações mais citadas (e mal citadas) do Pierre Levy:
“A técnica em geral não é boa, nem má, nem neutra, nem necessária, nem invencível. É uma dimensão, recortada pela mente, de um devir heterogêneo e complexo na cidade do mundo.”

Lembro, também, da advertência do Meszáros, contrariando o otimismo de Marx, sobre a persistência, no aparato tecnológico herdado de uma anterior formação social, de um fator trans-histórico que pode acorrentar a uma forma de pensamento passado.

Lembro, ainda, uma aula lá dos meus antigamentes, no Curso de Engenharia, quando estudávamos a disposição dos espaços e dos elementos construtivos: portas, janelas, espaço para a pia, geladeira, pontos de luz e força,…, numa cozinha. Esqueci o professor, mas não do que ele falou: “o projeto e a disposição destes elementos, condicionam a forma como vamos nos deslocar no espaço projetado e as atividades que poderemos realizar…”

A forma e o conteúdo atacando de novo. Eu já escrevi algumas vezes sobre isso e penso, sim, que a tecnologia criada na sociedade capitalista exerce muito do poder civilizatório do capitalismo. A minha dúvida (e, às vezes, a minha esperança) é saber se, mesmo assim, o uso destas tecnologias pode gerar alguns bons frutos numa outra direção.

Pulando esta parte, que pode render uma excelente discussão, fiquei aqui pensando (e vocês iam rir muito se soubessem onde eu estou, qual a tecnologia que estou usando para escrever e, ai…, o suporte… Contradições que eu conto lá no fim, acho… *) sobre as possibilidades para a educação (focando aqui a sala de aula) das redes sociais constituidas nos SRS (Orkut, por exemplo).

Considerando que são redes de certo modo fechadas (afinal, a gente precisa cadastro e senha para entrar e elas são invisíveis sem eles), considerando os limites do aplicativo em si, … eu penso que, e aí concordo com a Danah Boyd, estas redes são um espaço a mais de socialização para as redes sociais já constituidas na escola, por ex. No meu entender, elas até expandem os limites desta sociabilidade, dando espaço para conexões que o pouco espaço-tempo social da escola permite e dão um canal alternativo para outras habilidades sociais que não a presença/ação física e a conversa.

E a observação na convivência com os meus alunos no Orkut, nas comunidades: Basquete, CMPA, Amigos do Thibbes, … e na rede de recados (scraps), têm me mostrado que a rede formada traz para a sala de aula uma articulação informal, que pode ampliar o alcance e a repercussão das coisas que são trabalhadas só no quadro de giz, a revelia, às vezes, dos professores.

No caso específico da comunidade do Basquete e de suas conexões com toda uma rede quase viral de recados, ela é um ponto de encontro e comunicação bastante visível, e não um espaço para desenvolver atividades específicas da minha quadra de aula. :) Porém, a sociabilidade, belicosa por vezes, e os outros valores que certamente vão influenciar a minha quadra de aula, a competição desportiva e a vida de todos nós, costumam aparecer muito por lá. Neste sentido, o blog do Basquete, que poderia ser o aglutinador desta rede social, é mais um jornal. (os porquês disso renderiam um bom post)

Bom, … mas o que isso tem a ver com ‘Edu blogs: reflexão ou blá blá blá psitacídeo?‘ ?

Tem a ver que esta minha postagem pode e deve ser relativizada em alguns aspectos. Um deles é que, na realidade, eu não penso que se deva catalogar o que é um edublog e o que não é um edublog. Bater nesta tecla foi uma forma de provocar a atenção sobre a questão da reflexão pessoal/autoral nos blogs de professores. Bancar a dona da verdade, às vezes, pode ser útil.

- Então por que não falou isso lá??? – pergunta alguém.
- Porque aí não teria causado o efeito que causou.

E os efeitos foram mais fora da rede de postagem/comentários/outras postagens. Porém, entre falas e silêncios, quem leu, certamente olhou para si mesmo. Pena que os auto-referente, que caberiam certinho sob o boné, não costumam ler :)

Agora, … vale o que eu propus na postagem: criar um blog SEU, um espaço pessoal de aprendizagem, separado de projetos específicos, até para poder refletir melhor sobre eles.

* direto da reda, digo …, da contradição…

update: chove muito em Capão… e meu escritório teve de ser transferido. Na foto, aparece a tecnologia bic de escrita, mas não o suporte. E este não conto mesmo :)

update 17/01: George Siemens entra no debate.

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jan 04 2008

o público, o privado e a portabilidade das informações

Categorias: redes sociaisSuzana Gutierrez @ 12:21

A blogosfera e outras esferas se agitaram com a polêmica Facebook x Robert Scooble.

Sucintamente: Robert Scooble foi banido do Facebook por estar capturando informações da base de dados e as transferindo para outros lugares (algo na linha deste hack do Orkut). Scooble alegou seu direito à prórpia informação estocada no Facebook e o Facebook alegou que a oinformação em questão não era tão própria assim.

Fica a questão sobre a portabilidade da informação e a questão dos muros na rede. Muros que separam as diversas redes sociais e que nos fazem ter ‘perfis’ reproduzidos por cada site, uma confusão de logins e senhas e incompatibilidades.

Aqui entra as possibilidades de projetos como o OpenId e Open Social. A rede é feita de conversas, inclusive entre os aplicativos que dão suporte a todo tipo de ação na rede.

O sol apareceu e eu não vou espichar este post, vou é ME espichar lá fora. Sigam as pegadas:

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dez 14 2007

comentarios…

Categorias: basquete,blog,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 15:53

Feitos por aqui ou por ali:

……Para o Idelber no Biscoito Fino e a Massa, excelente post (poste?):

Estou aqui no intuito de “abiscoitar” o doce. Mentira! Vim aqui teleguiada pela expressão “porta-seios” que instantaneamente me remete a minha tia Alba que, num distante carnaval, revistou todo um bloco de drag quens (qual o termo em português mesmo, hein hein, deputado?), em busca de “seu porta-seio e sua cinta” infamemente furtados do varal.

……Para as minhas e meu orientandos no PROA, genericamente:

Guarda com carinho esta experiência e continua envolvida com as coisas que aprendestes neste curso, mantém o teu blog :) Aproveita para relatar lá a tua experiência e transforma aquele espaço num lugar onde podes agregar toda a tua aprendizagem e um meio de integrar esta grande rede.

……Para os meus guris no Orkut, na comunidade:

o bom da vida é ver que muitas coisas nunca mudam :)))

CIUMENTOS!!!

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jul 27 2007

Um possível panorama das redes sociais

Categorias: pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 07:09

Rede social não é sinônimo de software social (ou aplicativo social; ainda não sei bem qual o termo mais adequado). Uma rede social pode se formar tendo como suporte aplicativos como o Orkut, o Facebook e outros. Mas não necessariamente.

O que tenho observado depois de anos de vivência em redes diversas é a elasticidade dos laços, sua flutuação e fraqueza. Isso necessariamente não é ruim, pois a rede em si permanece, pelo menos enquanto o suporte existir :)

Penso que a maioria do que consideramos comunidades ou redes são aglomerados instáveis de outras redes e comunidades que, por sua vez, são a mesma coisa.

Um pouco mais estáveis são os suportes e é deles que se pode tirar alguns dados que dêem alguma pista parcial e quantitativa do que pode rolar de qualitativo nas redes. Foi o que encontrei na postagem do Jeremy Liew, da qual reproduzo o quadro abaixo.


Na tabela, os sites de redes sociais mais acessados mensalmente, considerando a média de minutos que os visitantes gastam por lá. Olhando de forma bem ligeira, dá para pensar que, se o Orkut é 80% (? ; não achei mais aquela página de estatísticas do Orkut) brasileiro, os brasileiros estão passando um bom tempo conectados.Justificar

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jun 12 2007

Que tal ler os seus scraps por RSS ?

Categorias: redes sociais,RSSSuzana Gutierrez @ 21:20

Não só os seus, os dos outros, também.

Bah…,… pior… (como diriam os meus alunos)

Não só ler, mas distribuir !

Como?

Entre no seu scrapbook. Lá no alto, na URL da página, copie a parte final, que é semelhante à:

uid=141972111057303184678

O feed rss do seus scraps será:

http://www.indian-tv.com/orkut.php?uid=141972111057303184678

Dá para ler qualquer scrapbook equando estou logada no Orkut. Depois vou testar se funciona estando eu fora do Orkut.

Pode ser usado para ler o que se passa nas comunidades, também:

http://www.indian-tv.com/orkut.php?cmm=5285793

por exemplo… (mas mostra só os títulos dos tópicos do forum)

Colado de Devil’s Workshop

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jun 12 2007

Orkut + RSS

Categorias: blog,redes sociais,tecnologia,webSuzana Gutierrez @ 08:20

Novidades!

Não sei se tão novas, mas só vi ontem à noite :)

O Orkut está com uma espécie de agregador de conteúdo. No nosso perfil, na barra da direita, aparece um botão “editar feeds” (ou algo assim).

Clicando nele, entramos numa página onde aparecem os nossos blogs do blogger (que podem ser adicionados) e, bem embaixo, existe um campo onde colocar endereços de outros sítios/blogs.

Depois disso, eles aparecerão na barra lateral do perfil e, clicando neles, semelhantemente `qualquer agregador, aparecerão os últimos conteúdos postados.

Esta “conversa” entre aplicativos é característica do que hoje se chama web 2.0. E o Google, dono do blogger e do Orkut, naturalmente fez os dois conversarem mais ainda. As coisas continuam se aproximando no Google way of life. Breve teremos supermercado por rss via Orkut/Google, com direito de compartilhar os nossos pecados gastronômicos e a marca do papel higiênico preferido. (mas isso já assunto para uma outra postagem)

* fica com esta cara

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jul 23 2006

sobre a amizade …

Categorias: basquete cmpa,internet,rastrosSuzana Gutierrez @ 18:23

Esta semana recebi diversas mensagens pelo dia do amigo. No início me surpreendi, pois lembrava vagamente de já ter acontecido este entre tantos dias de que percorrem a internet. Aí me deixei levar, mais ou menos, pela corrente mensagens no e-mail, no orkut, no telefone celular, e nos tantos espaços que temos hoje para encontrar pessoas.

Porém, nestas todas fiquei pensando sobre a amizade e sobre os amigos. Estas amizades e estes amigos que parecem brotar de todos os lados em determinados momentos. Fiquei pensando no que eu entendia por amizade. Vasculhei o coração buscando os afetos e tentando reconhecer algum padrão que pudesse juntar aqueles tantos afetos sob uma categoria única. E aqui cabe um parêntese: estes amigos são pessoas que eu escolhi para dar o meu afeto, sem esperar reciprocidade. Alguns nem sabem disso :)

Foi aí que vi que o afeto não segue padrões. Para além da família e dos amores, os meus afetos, os meus amigos, são muito diferentes entre si. Eu escolhi amar pessoas de diversos sexos (tem uma das minhas amigas que diz que eles são mais de dez), de diversas idades, de diversas raças, de diversos… seja o que for.

E para estas pessoas eu me mostro sem nenhuma barreira, sem nenhuma censura, sem nenhuma diferença. Para estas pessoas sou um pouco mais, com elas e por elas vou mais longe. Me pego fazendo confidências para alguma criança ou dando um beijo mais beijado em algum chefe. São amigos! E o afeto flui, sem reservas, porque aquela pessoa para mim é especial. Nem sempre sei porque, mas é.

É claro que isso dá, às vezes, uma baita encrenca, pois nem sempre é compreendido na sua real dimensão. Principalmente por quem não me conhece bem ou por quem vive a vida morrendo de medo das coisas. Por aí já fui acusada de estar paquerando o namorado de alguém, de ser condescendente com a indisciplina de algum aluno em especial, de dar mais atenção a um colega que a outro. A lista é grande…

Pois então,… é como naquela comunidade pare! eu não estou te dando mole, onde tem uns 9552 mal compreendidos. É como os jasmins que nasceram no fundo do meu quintal e que enfeitam o meu telhado e estão, agora mesmo, perfumando a minha noite. Eu não os plantei, eles simplesmente me escolheram. Assim, … eu não sou boazinha, não sou puxa saco, não estou apaixonada por ti, não estou escondendo os teus erros (muito) … é que te escolhi para amig@. Só isso. E eu costumo ser uma boa amiga.

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set 14 2005

novidades na blogosfera e adjacências

Categorias: blog,recursosSuzana Gutierrez @ 11:17

Só para registrar:

Google associa orkut com gmail e várias teorias conspiratórias circulam na blogosfera. mais infos no Estadão

E para aumentar ainda mais a abrangência, lança o Blog Search, sistema de busca específico para conteúdos em blogs. Numa olhada rápida dá para perceber que blogs ‘blogspot’ são os primeiros a aparecer.

enquanto isso… chove lá fora, está um frio danado e eu estou com sono e cheia de coisas para fazer.

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jun 23 2004

pois é…

Categorias: redes sociaisSuzana Gutierrez @ 18:32

… descaradamente copiada do HD

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jun 23 2004

comunidade brasileira cresce no Orkut

Categorias: Brasil,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 05:34

Acredito que hoje ainda a comunidade brasileira será a maior do Orkut. O que isso quer dizer? Ainda é cedo para ter uma conclusão :)

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