mar 01 2010

reações na web – Serra x Dilma

Categorias: midias,política,tecnologia,ticSuzana Gutierrez @ 01:05

Segundo o ReadWriteWeb Brasil, o UberVu, que é um serviço de monitoramento de referências nas mídias sociais, lançou uma novidade: o Compare. Além de mapear as referências ao assunto solicitado, permite comparar com as referências a outro assunto.  Interessante.

Para testar, usei dois assuntos que serão referência durante este ano e vejam os resultados (clique para aumentar):

serra x dilma

compare as referências à Serra e Dilma

serra x dilma

resultados em diversas midias

/continuação:
O serviço é pago para informações e relatórios mais detalhados. Uma avaliação das referências positivas e negativas está entre as opções pagas. Isso começaria a qualificar um pouco os resultados.
Dados quantitativos são apenas uma parte do que se pode verificar sobre um determinado fenômeno ou assunto. Dizem alguma coisa sobre o contexto onde se inserem, porém, um maior conhecimento deste contexto aliado a outros dados qualitativos é que vão aproximar os resultados da realidade.
E mais:
-termos de pesquisa ambíguos ou que são comuns a mais de um assunto vão alterar ou inviabilizar algumas pesquisas.
-os resultados majoritariamente são do Twitter em relação à outros meios. (explicável, quem arrisca?)

Mesmo considerando estas limitações, é uma ferramenta interessante para verificar a temperatura de algum assunto em determinado momento.

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jan 29 2009

# dulcora (*)

Categorias: livros,midias,pesquisa,webSuzana Gutierrez @ 14:00

# A tecnologia está produzindo um declínio no pensamento crítico e analítico? – Ao mesmo tempo em que tecnologia vem desempenhando um papel cada vez maior em nossas vidas, nossa habilidade em análisar e pensar criticamente vem declinando, enquanto nossas habilidades visuais aumentam – pesquisa de Patricia Greenfield, UCLA pesquisadora e diretora do Children’s Digital Media Center, Los Angeles. (na Science Daily)

# 15 livros relacionados as midias sociais >> Nos próximos posts, começarei publicar breves comentários a respeito de 15 obras recentes sobre novas mídias ou ligadas as novas mídias que de múltiplas perspectivas (muitas vezes opostas e contraditórias) demonstram tendências, reflexões e percepções em que podemos perceber oportunidades e aspectos benéficos e ao mesmo tempo armadilhas e perigos. Em minha análise se configura a emergência de um cenário ambíguo, permeado de contradições. Para acompanhar no Cibercrítica.

# FSM: alternativas ao projeto do Sen. Azeredo – Ocorreu aqui no Fórum Social Mundial uma oficina sobre as alternativas ao PL do Senador Azeredo que trata dos crimes na Internet. por Sérgio Amadeu

# Digital UtopiaO’Reilly: Web 2.0, he says, is about business. (He says many tech movements start out with similar idealism, only to give way to capitalism. For instance, O’Reilly says, Napster introduced file sharing, but now iTunes has people comfortable with paying for music online.) Isso e algumas outras referências interessantes.

* #dulcora

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nov 20 2008

Estudo demonstra que passar tempo online é bom para desenvolvimento dos jovens

Categorias: educação,internet,midias,pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 09:06

Um novo estudo da MacArthur Foundation, que pretende ser um dos mais completos sobre os hábitos dos adolescentes online, revela que o tempo que os adolescentes despendem conectados à internet, interagindo em redes sociais, navegando e jogando é importante para o desenvolvimento de qualidades que serão necessárias para viver e ter sucesso hoje e no futuro.

Misuko Ito, pesquisadora da Universidade da Califórnia, Irvine conta que os resultados da pesquisa podem surpreender os pais e derrubar alguns mitos. “Perder” tempo online não é perigoso e não cria preguiçosos e sedentários. Ao contrário, é essencial para que os jovens desenvolvam as habilidades técnicas e sociais necessárias para serem cidadãos competentes na era digital.

A notícia na MacArthur Foundation saiu na primeira página do New Yort Times: Teenager’ Internet Socializing Not a Bad Thing

A pesquisa, liderada por Mizuko Ito, Peter Lyman e Michael Carter, contou com mais de 28 pesquisadores. Durante 3 anos a equipe entrevistou 800 jovens e suas famílias e passou mais de 5000 horas observando adolescentes em sites como o MySpace, Youtube, Facebook.

Entre os achados de pesquisa: os ambientes online oferecem aos adolescentes excelentes oportunidades de desenvolvimento da sociabilidade, de participação na vida pública. Motivam a aprender com o outro e em rede. Por outro lado, os jovens precisam dar conta desta sua presença online e dos desafios de manejar a visibilidade, a identidade e as relações sociais no ciberespaço.

Mais detalhes: New Study Shows Time Spent Online Important for Teen Development e em digitallearning.macfound.org.

update:
relatório no site do Digital Youth Project
post da danah boyd
mais no Boing Boing

update 2:
ainda não li os relatórios de pesquisa.

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set 24 2008

50 maiores blogs sobre Midias Sociais

Categorias: blog,cibercultura,midiasSuzana Gutierrez @ 13:54

Uma lista feita por categorias e usando ferramentas como technorati, alexa, rss, etc. Todos em nem tão plain english, mas quase todos conhecidos. (principalmente dos startups addicts)

Encontrei o SmartMobs lá. A correria dos dois últimos anos não me deixou tempo para postar muito por lá. Vi hoje que a minha última publicação foi em fevereiro…

Smart Mobs
URL: http://www.smartmobs.com

Smart mobs emerge when communication and computing technologies amplify human talents for cooperation. Howard Rheingold, author of Smar Mobs, is one of the world’s foremost authorities on the social implications of technology. Over the past twenty years he has traveled around the world, observing and writing about emerging trends in computing, communications, and culture.

A lista completa está no blog do Evan Carmichael, ao lado do comercial do livro “Fazendo seu primeiro milhão”. O que indica o tom majoritário dos blogs.

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mar 08 2008

Midias Sociais e Educação

Categorias: educação,midiasSuzana Gutierrez @ 08:17

É inegável o poder apaixonante que têm blogs, wikis, sites de redes sociais, e toda a diversidade de aplicativos chamados sociais, sobre o imaginário dos professores. Mal conhecemos o aplicativo que constroi uma apresentação de slides, por exemplo, e já imaginamos toda uma série de práticas e de possibilidades que seguiriam o seu uso na educação.

Porém, o que na maioria das vezes acontece é que relacionamos estas possibilidades com aquilo que já conhecemos e com as nossas práticas na sala de aula. Isto é normal, pois é sempre de algum lugar existente que avaliamos o novo.

Como a maioria de nós ainda trabalha dentro de uma estrutura de funcionamento da escola, que não se modifica muito faz um bom tempo, estas nossas novas práticas, deixam de antemão este aspecto de novidade, pois se inserem em processos que já existem, sem alterar de forma significativa o processo.

Isso acontece, por exemplo, quando colocamos aquela aula, que seria falada e escrita no quadro de giz, numa apresentação de slides animados e com som sincronizado. O único diferencial talvez seja na produção visual, pois o processo continua sendo expositivo e sem possibilidades de interação.

O mesmo se dá quando usamos com os alunos outros suportes para os seus trabalhos. Entregar num CD um trabalho escrito é quase o mesmo que entregar a versão escrita e impressa do trabalho. Colar num blog um texto digitado num editor de texto, só difere de entregar o texto escrito ao professor, pelo aspecto público e aberto à comentários de um blog (aqui já temos algumas diferenças um pouco mais consistentes).

Assim, além de por à disposição as possibilidades que a midia social oferece de interação, compartilhamento, diálogo, intertextualidade etc., o uso de midias sociais deveria vir atrelado a uma proposta educacional que problematizasse o próprio uso da midia. E que, pelos seus procedimentos, garantisse aquilo que está apenas como possibilidade: a interação, a intertualidade, a polifonia, o diálogo, …

E é nesta mediação que reside a função do professor no processo.

Fazer vídeos, podcasts, hipertextos, construir blogs, publicar em wikis, compartilhar links, participar de redes sociais são coisas fáceis de aprender e de usar. E o nosso aluno rapidamente aprende. Fazer com que o produto deste uso de midias sociais seja relevante para a formação do aluno é o mais difícil. Fazer com que o uso das midias sociais seja um fator de enriquecimento da aprendizagem de alunos e professores e consequentemente, da formação destes alunos e professores, é onde reside a tarefa de todos que não só fazem, mas refletem sobre a sua ação.

Estas são umas idéias iniciais para reflexão. Na seqüência poderíamos começar a pensar na crítica do formato e das funcionalidades de cada uma destas mídias. Do que elas possibilitam, mas ao mesmo tempo formatam, por exemplo. Mas, isso é assunto para outra postagem.

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jul 26 2005

Telesur – já começa o boicote

Categorias: midias,movimentos sociaisSuzana Gutierrez @ 13:53

Os donos da midia já começam a tentar calar a voz da diversidade:

Câmara dos Representantes dos EUA aprovou medida para enviar “sons e imagens especiais” à Venezuela, com o objetivo de “neutralizar” novo canal. No Brasil, TV Educativa do Paraná já transmite parte da programação. A justificativa foi a necessidade de contrapor o “anti-americanismo” do novo canal. … na Agência Carta Maior

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