ago 06 2009

Tem gente com síndrome de abstinência

Categorias: internetSuzana Gutierrez @ 13:26

o gato comeu

o gato comeu

Twitter caiu, Facebook e Live Journal subiram no telhado quando voaram as penas do passarinho. O velho Denial of Service Attack … Me deu até uma certa nostalgia 🙂

A pesquisa que aponta que mais de 24% dos pios do passarinho são emitidos por bots e o aumento dos seguidores “improváveis” das últimas semanas, sinalizava mais uma apropriação do twitter. E, no caso, mais uma tentativa de passar uma rasteira.

Vou ficar observando a repercussão, enquanto converso pelo “Notes” do Gogle Reader, um outro tipo de passarinho, segundo a minha apropriação.

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jul 21 2009

Compartilhando informações

Categorias: redes sociaisSuzana Gutierrez @ 17:39

Como as pessoas compartilham informações:


* clique para aumentar a imagem

A idéia é usar o Facebook para ficar por dentro do que anda rolando.

Contexto!

via Silicon Alley Insider

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jan 12 2009

Tese sobre a interação de jovens em sites de redes sociais

Categorias: academia,pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 15:28

The Virtual Campfire: An Ethnography of Online Social Networking

Tese de Jennifer Anne Ryan, na Faculty of Wesleyan University, de Maio de 2008.

Trabalho fundamentado em 5 anos de observação participativa em sites de redes sociais: MySpace, Facebook e Tribe.net. A autora foca nas cada vez mais opacas fronteiras entre homem e máquina, público e privado, voyeurismo e exibição, a história da mídia e o futuro digital.

The Virtual Campfire

via H. Rheingold

* ainda não li, mas vai para a lista

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nov 20 2008

Estudo demonstra que passar tempo online é bom para desenvolvimento dos jovens

Categorias: educação,internet,midias,pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 09:06

Um novo estudo da MacArthur Foundation, que pretende ser um dos mais completos sobre os hábitos dos adolescentes online, revela que o tempo que os adolescentes despendem conectados à internet, interagindo em redes sociais, navegando e jogando é importante para o desenvolvimento de qualidades que serão necessárias para viver e ter sucesso hoje e no futuro.

Misuko Ito, pesquisadora da Universidade da Califórnia, Irvine conta que os resultados da pesquisa podem surpreender os pais e derrubar alguns mitos. “Perder” tempo online não é perigoso e não cria preguiçosos e sedentários. Ao contrário, é essencial para que os jovens desenvolvam as habilidades técnicas e sociais necessárias para serem cidadãos competentes na era digital.

A notícia na MacArthur Foundation saiu na primeira página do New Yort Times: Teenager’ Internet Socializing Not a Bad Thing

A pesquisa, liderada por Mizuko Ito, Peter Lyman e Michael Carter, contou com mais de 28 pesquisadores. Durante 3 anos a equipe entrevistou 800 jovens e suas famílias e passou mais de 5000 horas observando adolescentes em sites como o MySpace, Youtube, Facebook.

Entre os achados de pesquisa: os ambientes online oferecem aos adolescentes excelentes oportunidades de desenvolvimento da sociabilidade, de participação na vida pública. Motivam a aprender com o outro e em rede. Por outro lado, os jovens precisam dar conta desta sua presença online e dos desafios de manejar a visibilidade, a identidade e as relações sociais no ciberespaço.

Mais detalhes: New Study Shows Time Spent Online Important for Teen Development e em digitallearning.macfound.org.

update:
relatório no site do Digital Youth Project
post da danah boyd
mais no Boing Boing

update 2:
ainda não li os relatórios de pesquisa.

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jan 04 2008

o público, o privado e a portabilidade das informações

Categorias: redes sociaisSuzana Gutierrez @ 12:21

A blogosfera e outras esferas se agitaram com a polêmica Facebook x Robert Scooble.

Sucintamente: Robert Scooble foi banido do Facebook por estar capturando informações da base de dados e as transferindo para outros lugares (algo na linha deste hack do Orkut). Scooble alegou seu direito à prórpia informação estocada no Facebook e o Facebook alegou que a oinformação em questão não era tão própria assim.

Fica a questão sobre a portabilidade da informação e a questão dos muros na rede. Muros que separam as diversas redes sociais e que nos fazem ter ‘perfis’ reproduzidos por cada site, uma confusão de logins e senhas e incompatibilidades.

Aqui entra as possibilidades de projetos como o OpenId e Open Social. A rede é feita de conversas, inclusive entre os aplicativos que dão suporte a todo tipo de ação na rede.

O sol apareceu e eu não vou espichar este post, vou é ME espichar lá fora. Sigam as pegadas:

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dez 09 2007

a privacidade nas redes sociais

Categorias: redes sociais,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 07:13

Os mesmos que empreendem toda uma campanha individual de “olhem, eu estou aqui e sou…” que atravessa os blogs e os perfis do Orkut/Facebook, participam da discussão sobre a privacidade na rede, quando o que é mostrado foge ao (seu) controle.

É por aí que toda uma discussão anda envolvendo os usuários do Facebook, sobre o sistema Beacon de publicidade. Este sistema captura as suas ações na rede (andanças, compras etc), por exemplo a compra de algum item numa loja virtual, e o adiciona ao seu perfil no Facebook.

Imagine as conseqüências :)) Numa hipótese bem leve, seus filhos vão ficar sabendo o que o Papai Noel vai trazer de presente. Ou, numa hipótese /calamidade mode on, seu namorado vai ficar sabendo daquele imenso artefato motorizado comprado numa SexShop.

E, pior…, de início a adesão a este BigBrother Social era sem a opção do usuário e, depois da gritaria, parece que agora aparece esta opção de permitir ou não a publicação destes dados de forma visível para todos.

O google já busca e registra s nossas preferências e movimentos, mas, por enquanto isso não é divulgado. Ainda não ficou claro para mim como funcionará esta coisa toda o Facebook, até porque não o utilizo muito. Porém, polêmicas entre público e privado na rede são sempre interessantes. Esta, em especial, pode ser ampliada lendo:

O Facebook e aprivacidade

Thoughts on Beacon

Facebook capitula para respeitar usuário

Como “desligar” o Beacon no Facebook

Conversas sobre o Facebook

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jul 27 2007

Um possível panorama das redes sociais

Categorias: pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 07:09

Rede social não é sinônimo de software social (ou aplicativo social; ainda não sei bem qual o termo mais adequado). Uma rede social pode se formar tendo como suporte aplicativos como o Orkut, o Facebook e outros. Mas não necessariamente.

O que tenho observado depois de anos de vivência em redes diversas é a elasticidade dos laços, sua flutuação e fraqueza. Isso necessariamente não é ruim, pois a rede em si permanece, pelo menos enquanto o suporte existir 🙂

Penso que a maioria do que consideramos comunidades ou redes são aglomerados instáveis de outras redes e comunidades que, por sua vez, são a mesma coisa.

Um pouco mais estáveis são os suportes e é deles que se pode tirar alguns dados que dêem alguma pista parcial e quantitativa do que pode rolar de qualitativo nas redes. Foi o que encontrei na postagem do Jeremy Liew, da qual reproduzo o quadro abaixo.


Na tabela, os sites de redes sociais mais acessados mensalmente, considerando a média de minutos que os visitantes gastam por lá. Olhando de forma bem ligeira, dá para pensar que, se o Orkut é 80% (? ; não achei mais aquela página de estatísticas do Orkut) brasileiro, os brasileiros estão passando um bom tempo conectados.Justificar

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