Maio 03 2009

gripe dos porcos, frangos e salmões (modo de produção doentio)

Categorias: ciência,políticaSuzana Gutierrez @ 09:43

O assunto dos últimos dias é a possível pandemia de uma gripe de vírus que se hospedam em suínos e que podem contaminar, se hospedar e retransmitir nos seres humanos. (aqui quem mais entende disso pode me corrigir)

Na imprensa, na maioria, em vez de comunicação séria se vê alarme e aquela alegria incontida de: temos do que falar!!! (temos o que vender)

Mas, hoje estou cozinhando salmão. Amo salmão e lembro com saudade um prato soberbo que comi em Puerto Varas, no Donde El Gordito, regado a cerveja nativa (perdão!). Sou um pouco heterodoxa sincrética em relação as combinações comida – bebida. Meu salmão de hoje será desgustado com vinho tinto caménére In Situ, safra 2005, presente de aniversário que eu estava guardando.

Foi aí que me lembrei do assunto da semana e de algumas coisas que havia lido sobre o salmão criado em cativeiro. Resolvi escrever (um pouquinho) e linkar textos que merecem ser divulgados.

Assim como a crise econômica é mais uma das crises do capitalismo anunciadas por Marx no século XIX, as possíveis pandemias já foram amplamente anunciadas por cientistas que alertam para o perigo de produzir como produzimos. Mesmo os alimentos!

É claro que Marx não previu a gripe aviária e nem outra, mas é claro, também, que elas estão dentro deste mesmo movimento de crises cada vez mais graves que se originam em nosso modo de produção dominante.

Mészáros (2007) aponta que vivemos numa economia do desperdício, um “desenvolvimento determinantemente dominado pelos limites inescapáveis da quantificação fetichista” e não existem critérios e nem medidas para que isso seja contido.

A nossa produção que não mata a fome. mas enriquece alguns, vai certamente matar muitos pelo que desencadeia. Isso está apenas começando.

Mais importante que acompanhar o Jornal Nacional, com as ridículas máscaras e entrevistas ensaiadas é ler informação séria:

:: Estamos doentes e a culpa não é da gripe suína – O Escriba

:: A gripe suína e o monstruoso poder da indústria pecuária – Agência Carta Maior

:: Sobre a gripe suína – Miriam Salles

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fev 15 2009

# dulcora

Categorias: educação,esporte,política,ticSuzana Gutierrez @ 14:18

# Para pensar >> “A crise ainda não mostrou sua verdadeira face, mas as notícias do ressentimento de trabalhadores dos países da Europa Ocidental contra os que ocupam postos de trabalho por uma mísera remuneração são cada vez mais evidentes. É como fossem estes os culpados e não o capital em busca de maior rentabilidade. O aumento da intolerância dos governos com os imigrantes é o outro lado da moeda.” …. segue [Rall em Rumores da Crise]

# Brasil Olímpico – Uma candidatura passada a Limpo. – vídeos do especial da ESPN, no blog do Paulinho [via Laércio]

# Solução neokeynesiana e novo Bretton Woods são fantasiasEm entrevista à revista inglesa Socialist Review, István Mészàros, um dos principais pensadores marxistas da atualidade, analisa a crise econômica mundial e critica aqueles que apostam que ela será resolvida trazendo de volta as idéias keynesianas e a regulação. Orr e Ward entrevistam Istvan Mészáros para a Socialist Review – traduzido por Katarina Peixoto para a Agência Carta Maior

# Para conferir: Dossie Telos, na Revista Telos – TIC, educação, tecnologia, escola.

# Exterminem todos os brutos”: Gaza 2009 – O poder dos homens do Hamas permanece intacto, e a maior parte dos que sofreram em Gaza é de civis: um resultado positivo, segundo uma doutrina muito bem difundida, a do terrorismo de Estado. Noam Chomsky para a Agência Carta Maior

# Palestina Ocupada – entrevista de Idelber de Avelar para Jorge Conterrâneo, André Deak e Rodrigo Savazoni.

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jan 30 2009

os sinais do mundo

Categorias: ciência,educação,mundo,políticaSuzana Gutierrez @ 07:36

1 – a crise ambiental não é algo inventado por esquerdistas radicais. Olhe para o céu, olhe para as águas.

2 – uma sociedade capitalista é uma sociedade desigual, autofágica, insustentável. Olhe para pânico dos exploradores de sempre e para como eles resolvem a sua parte da crise. É possível fazer diferente?

3 – os que condenam o Estado dele se socorrem, sem tocar no discurso de um auto suficiente \ regulado Mercado. A personificação das coisas e a coisificação das pessoas.

4 – quando poucos clics podem fazer milhões de cópias de alguma coisa, as noções de propriedade tem de ser revistas. Quando a maior parte da terra pertence a menor parte das pessoas, as noções de propriedade precisam ser repensadas.

5 – a educação, cada vez mais, se consolida como “serviço” e a formação se resume a treinamento para efêmeros postos de trabalho. é possível fazer diferente?

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dez 15 2008

A atualidade de Marx

Categorias: teoriaSuzana Gutierrez @ 04:24

Nada como uma das recorrentes crises do capital para trazer o foco para Marx. Alguns falam em ‘reviver’ Marx, como se o seu pensamento estivesse morto e não apenas esquecido, desconhecido e, pior, mal interpretado.
E é por aí que começam a pipocar ensaios, notícias, papo de boteco e outras expressões falando em Marx e em como ele explicou o que vem acontecendo.
Hoje, o Pedro Dória conta que Henry Kissinger está fazendo previsões para o futuro dos Estados Unidos com base na leitura de Marx. Aquele que foi uma importante peça no golpe que acabou com o governo socialista de Salvador Allende, contraditoriamente, usa o mesmo fundamento teórico.
Stuart Hall e outros pensadores que, embora a raiz marxista, se aproximam mais do viés pós-moderno, vem sendo usados como uma referencial teórico para uma possível explicação marxista da web 2.0. [via Intermezzo]
Leonardo Boff, coerente com seu pensamento, avisa que está para chegar o pior da crise, porque o princípio e o fim do capital é o próprio capital o qual por meio do consumo e da produção pela produção em favor da acumulação, não tem limites. – A crise que aí está é mais que uma crise econômico-financeira, é uma crise de humanidade – avisa ele.
Por volta dos anos 1860, Marx havia se convencido da natureza insustentável da agricultura capitalista. – explica o Prof Gilberto Dupas em artigo sobre agricultura, alimentação e saúde, publicado pela Folha e replicado pelo Diário Gauche.

Ler e reler Marx …

A história não conhece sentido único. Nem longitudinalmente, de acordo com a seqüência dos séculos. Nem em corte, quando um pensa a vida do outro enquanto o outro vive o pensamento do primeiro, sem que filosofia e história, economia e política jamais consigam reconciliar-se na harmonia calma da simples “correspondência”. Pensado como “atraso”, em relação a uma norma temporal imaginária, o anacronismo acaba por impor-se não como anomalia residual, mas como atributo essencial do presente. (BENSAID*, 1999, p. 45)
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Para quem não quer começar direto na fonte, é possível ir por aqui:
* BENSAÏD, Daniel. Marx, o intempestivo : grandezas e misérias de uma aventura crítica (séculos XIX e XX). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. 512p.

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update em 16/12

Falando em Daniel Bensaïd, visitem este texto do Alfarrábio sobre o documentário sobre o Os irredutíveis: teoremas da resistência para o tempo presente.

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fev 05 2008

web 3.0 – individualidade ou a sofisticação da dominação do mercado?

Categorias: colaboração,informação,internet,tecnologia,teoria,webSuzana Gutierrez @ 04:44

Eu pertenço ao grupo dos que pensam que as denominações web 1.0 , 2.0 e, agora, 3.0 têm sua utilidade para designar aplicativos, processos, cultura de um determinado estágio de desenvolvimento da web. Porém, não são períodos distintos, não são rupturas no que se poderia chamar de um paradigma web.

Mais ou menos como entendo a pós-modernidade como mais um jeitinho que o capitalismo está dando para lidar com as suas crises.

Josh Catone, no Read Write Web, comenta a matéria de Jemima Kiss no jornal UK’s Guardian, onde ela afirma que a web 3.o seria sobre recomendação e personalização. Diz ela:

“Enquanto os Tim Berners Lee do mundo trabalham para que a linguagem da web funcione mais eficientemente por trás do cenário, nossa tarefa é trabalhar inteligentemente com estas tecnologias em nossos negócios.” (tradução BEM livre)

E cita o Facebook Beacon (que já comentei aqui, pela controvérsia que causou um tempo atrás), a Last.fm como exemplo do processo de personalização e recomendação.

Josh Catone comenta que o cenário desenhado por Jemima Kiss é o sonho dos marqueteiros. E evoca as definições de web 3.0 que seus leitores construiram, salientando a de Robert O’Brien, que definiu a web 3.o como um “eu assíncrono e descentralizado”. Web 1.0 : Centralize-os; Web 2.0: Distribua-nos; Web 3.0: Decentralize-me. – escreveu Robert.

Catone comenta que tanto Kiss, como O’Brien apontam para a recomendação, a personalização, que são as promessas da web semâtica. E continua dizendo que “a maneira mais fácil de vender a idéia da web semântica aos consumidores é falar de como ela tornará as suas vidas mais fáceis. Quando as máquinas entenderem termos humanos e aplicarem isso ao manejo da informação, nós teremos uma web que sabe o que queremos e quando queremos”.

Será?

Na seqüência, Catone cita Sramana Mitra que, na sua opinião, coloca a coisa em outros termos. Mitra afirma que na web 3.0 veremos a emergência da informação contextualizada e, a partir daí, a web 3.0 se dirigirá à estas necessidades em seu contexto.

Será? Será?

Eles >> Nós >> Eu – Nesta ordem, aparentemente a web 3.0 seria a morte da web social. Sim, se considerarmos os pronomes. Não, se considerarmos os verbos. A web 3.0, ou o caminho que a web está seguindo no momento, é a da escolha das conexões, neste processo onde o ‘eu’ se descentraliza e filtra as suas conexões com o que ‘nós’ distribuímos, abrindo mão de muita coisa que alguns centralizaram.

Ou, tudo isso entraria na lógica maior, no contexto onde todas as webs estão inseridas?
Na lógica da informação como mercadoria e, também, como matéria prima de mais informação-mercadoria. Na lógica das necessidades criadas, na economia do desperdício, tão característica da nossa época.

A grande luta será identificar as nossas necessidades e escapar dos identificadores (criadores) de necessidades que embalam a informação no conteúdo e formato que querem que elas sejam consumidas.

A web 3.0, neste caso, seria a descentralização e a liberdade de escolha entre as opções oferecidas… No fast food em que parte da web vem se transformando, aquilo que escolhemos hoje, determinará aquilo que nos venderão amanhã. E se vende a própria possibilidade de vender alguma coisa…

Porém, como as coisas não são ou isso ou aquilo, e, sim, são muito mais complexas e interconectadas, é possível pensar caminhos alternativos no desenvolvimento da web. Tenha ela a numeração que tiver. Até porque estas versões 1, 2, 3 coexistem, neste exato momento.

A grande alegria é saber que por trás dos computadores existem pessoas, e pessoas não são absolutamente programáveis em suas necessidades. Pessoas tendem a se apropriar das coisas e serem incrivelmente criativas.

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dez 15 2003

as transformações do capitalismo ou, afinal, onde andamos

Categorias: política,visão de mundoSuzana Gutierrez @ 18:34

Alguns posts abaixo, entre outroas coisas, eu falei:

Su: Não vivemos numa sociedade em rede e saimos de uma sociedade de cultura de massa. Vivemos na intersecção destas duas sociedades. Uma sociedade onde a rede opera numa certa esfera e determina consumo de massa de produtos não massificados em outra, e na mesma, pois não são esferas separadas. Uma sociedade que cria um consumo elitista e um desejo de consumo, seja qual for, cuja possibilidade, sempre em modo futuro de realização, dá movimento a máquina.
Esta lógica permeia todos os espaços, mesmo os que tentam lutar contra suas determinações.
A mercadoria e suas metamorfoses ainda é o início, meio e fim destes movimentos. Seja ela a muamba, as ações da bolsa, a informação, o conhecimento. Porque a lógica reduz tudo a mercadoria, inclusive as pessoas, os projetos, …

Aí o Tupi resolveu contribuir com o nosso debate que está rendendo:

Falai’ Su, mil graus o cenario q vc ve de q estamos na transicao entre cultura de massa e sociedade em rede. Mas tipo fiquei em duvida, cultura de massa implica em modo de producao industrial de massa tb? Um modelo q confronta com o modo de producao industrial de massa pode ser considerado submisso ao sistema?

Aí eu pensei em sacar alguma coisa do Harvey, mas o texto legal dele é quase um capítulo e não tem como transcrever ou mesmo fazer uma síntese decente. Então resolvi pegar uns aportes meus, pensados no fim do ano passado, mais ou menos, e que falam nestas coisas, nestas intersecções. Nos mortos que carregamos, segundo Marx.

Su: Quando ele fala em ‘fim da indústria’, pelo seu cada vez menor contingente de trabalhadores, isso não significa que o número de indústrias e o montante de produção reduziram-se. Ao contrário, a produção aumentou e diversificou-se, se considerarmos a totalidade do planeta. Igualmente cresceram o setor de serviços e o agrícola. A economia como um todo cresceu. O que mudou foi a geografia econômica e a configuração interna das atividades produtivas que hoje, pelo desenvolvimento tecnológico, necessita menos presença humana na produção. Porém, o que não mudou foi a lógica que perpassa todo o sistema: quem trabalha vende a sua força de trabalho, quer em atividades manuais repetitivas, quer em atividades intelectuais criativas. Os ‘serviços’ são mercadoria e cotados da mesma forma que os bens. O mesmo vale para o conhecimento e a cultura.
É por estas que insisti nesta questão da lógica que permanece.
Hoje convivem muitos modos de produção. Formas antigas, como as patriarcais, estão voltando com força, exploradas pelo que chamam ‘terceirização.
Tem uma análise bem legal que o Harvey faz disso, quando analisa o as transformações de 1970 para cá.
Todo um discurso sobre supremacia dos serviços, flexibilidade e formas arcaicas de produção dando base para tudo isso.
Com todo o avanço técnico o tempo de trabalho aumenta, assim como aumenta a precarização dos direitos do trabalhador.
Na realidade, o panorama pós-industrial, não é tão pós-industrial assim, pelo menos se pensarmos geograficamente.

:: em tempo: achei algumas transcrições do livro de Harvey, Condição Pós-Moderna. Não sei se abordam nosso assunto, mas deixo os links:

Passagem da Modernidade à Pós-Modernidade
Citações do livro “Condição Pós-moderna”
(fonte: O Dialético)

No segundo texto acima, cuidado apenas com as citações fora de contexto. Pois, no seu livro, Harvey conclui:

“Há alguns que desejam que retornemos ao classicismo e outros que buscam que trilhemos o caminho dos modernos. Do ponto de vista destes últimos, toda a época tem julgada a realização da “plenitude do seu tempo, não pelo ser, mas pelo vir-a-ser”. Minha concordância não poderia ser maior.”

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jul 21 2003

Militância colaborativa

Categorias: software livre,tecnologia,teoriaSuzana Gutierrez @ 11:41

por Hernani Dimantas

Enfim uma matéria sobre a adoção do software livre pelo governo brasileiro. Não está no caderno de economia. Está na capa do caderno de informática do Estado de São Paulo. Vejo uma certa desconsideração nessa alocação. O argumento mais importante não é o técnico. É econômico – social. Assim, vou tentar fazer uma análise pontual sobre essa escolha política. Não concordo com o Prof. Alberto Luiz Albertin. A escolha do software livre não é emocional. A colocação de que não existem estudos sérios sobre o impacto do software livre no setor de informática me remete a discussão sobre reputação. O que são estudos sérios?

.:: leia o artigo na novae

Comentário: lendo este artigo de Hernani Dimantas e o outro de Alberto Albertin pode-se ter uma idéia do andamento da discussão sobre o software livre, sobre a inclusão digital e até sobre o papel ou falta de papel para as universidades neste processo. O que me chama a atenção, e isso entra como crítica, são as várias exclusões que emergem dos textos. O artigo de Dimantas se situa como uma crítica ao artigo de Albertin, porém lendo os dois não se nota esta polarização e se constata até alguns mal entendidos, a meu ver.

Concordo com Dimantas quando ele fala em sociedade da colaboração, mas não a entendo como parte de uma dita sociedade da informação. Se o paradigma industrial cede espaço para um paradigma que valoriza o conhecimento, o que sustenta os dois, no entanto, não muda. De uma sociedade de mercadorias passamos a uma sociedade do conhecimento tratado como mercadoria.

Uma sociedade da colaboração tem mais a ver com uma sociedade onde o conhecimento seja solidariedade. Como diz Boaventura de Sousa Santos, “um conhecimento prudente para uma vida decente”.

Aí entram as comunidades…

Por isso, a opção por software livre, que não é uma coisa emocional, tem vir acoplada a toda uma discussão política sobre os nossos caminhos em relação à tecnologia. Nisso os dois autores deveriam se somar. E o foco tem de ser a soma, inclusive a da universidade onde este assunto já é pauta e onde muitas iniciativas já estão emergindo.

Considerando que a tecnologia não é neutra e que é parte de uma visão de mundo e de humanidade, a escolha entre dois caminhos tecnológicos é uma escolha política que, ao final, se refere a escolha entre visões de mundo diferentes.

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jul 04 2003

Mancha negra no New York Times

Categorias: políticaSuzana Gutierrez @ 06:23

Ativistas canadenses e americanos proliferam símbolo contra o consumismo e a política imperialista de Bush.

A petulante mancha negra apareceu escandalosamente em uma página inteira do New York Times, um dos jornais mais influentes do planeta. “4 de julho. Porque meu país vendeu sua alma para o poder das corporações; porque o consumismo se tornou nossa religião nacional; porque nós nos esquecemos do verdadeiro sentido da liberdade; e porque hoje patriotismo significa concordar com o presidente; eu prometo fazer o meu dever… e trazer meu país de volta”, escreveram. Mas que diabo de mancha negra é essa? O que significa afinal?

replicado da Novae – leia o artigo completo

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jul 03 2003

voluntários ou militantes?

Categorias: categorias,teoriaSuzana Gutierrez @ 14:37

Bem na hora o artigo de Gislene Bosnich para a Novae. Trabalho voluntário versus Desemprego

Nunca na história do capitalismo – quando a tecnologia intensifica o trabalho de alguns enquanto, de outro lado, exclui muitos da opção “livre” à venda de força de trabalho – vimos tão grandiosa campanha pelo trabalho não-remunerado. Como se esse mesmo capitalismo tivesse deixado de agir a base de troca (valor de troca) e que o dinheiro tivesse deixado de ser o mediador de tal relação.

.:: leia na íntegra

E visite o site:

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