mar 27 2008
Zemanta – aplicativo para melhorar o conteúdo das suas postagens …
O Zemanta sugere fotos, imagens, links, artigos relacionados ao texto que estiver sendo escrito na postagem. Pensando bem, se funcionar razoavelmente bem, vai dar uma ajudinha na falta de criatividade de alguns blogueir@s.
É uma extensão do Firefox, compatível com diversos aplicativos de blog.
Brinquei um pouquinho com o demo e, para a minha postagem anterior, as sugestões incluiram as imagens de uma noiva, de uma gravata pegando fogo e de um dos cavaleiros do apocalipse (a Peste, suponho); um texto sobre células-tronco e outro sobre pessoas prendadas, … Entre os marcadores sugeridos: Economia e negócios, preposições em espanhol, Uruguai, Saúde Reprodutiva, …
A web semântica é só em english…
Para não ser tão chata, aí vai um link com mais informações: Read Write Web
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fev 15 2008
Novidades Google Reader e Blogger
Blogger 1: Pelo Blogger Draft é possível adicionar um blogroll ao blogger. Use a opção adicionar elemento de página. Os endereços podem ser importados do Google Reader
Blogger 2: usando o Blogger Draft é possível postar para ser publicado em data posterior. Vou testar neste post
Agora são 00:13 de 16/02. Vou publicar em….. 00:25
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fev 03 2008
este blog e a recuperação do passado
É, naquele tempo os serviços eram precários e para postar era preciso entrar na fila, quase.
Assim, pipoquei de blogger.br (que ainda não era da Globo) à blogger.blogspot (quando a Pyra Labs ainda não era do Google), que eram os que existiam na época, e acabei ficando no blogspot, mesmo sendo em inglês e criando dificuldades para o uso com alunos, por isso.
Nestas, perdi blogs, perdi os comentários que ficavam em aplicativos diferentes: blogger.globo e haloscan.
Assim, meu blog ficou uma colcha de retalhos linkando o que consegui recuperar.
Hoje comecei um processo de agregar isso tudo. Vai levar mais uns 3 anos eu acho
) Mas vai ficar legal. Enquanto isso, o meu feed rss vai ficar meio maluco, misturando coisas antigas e novas. Então, se derem de cara com uma entrevista minha de 2005, uma atividade do cmpa de 2002, relaxem… Pulem para o outro post ou vão dar uma espiada.
Afinal, recordar é viver.
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jan 27 2008
Bibliopedia, Referempedia, Ciberpedia, ou …

A Raquel começou e a Adriana está seguindo o rastro. Publicar listas de referências sobre determinados temas pode ser uma coisa muito interessante para os pesquisadores mais online do Brasil.
E se for de forma colaborativa, à la wikipedia, melhor. E se alguém mais dos códigos resolver se puxar, poderá ter até um sistema de resenhas e de avaliações pelos pares acoplado.
O que é? Bom, … a Raquel está construindo uma lista de artigos, textos, etc sobre blogs e a Adriana está fazendo o mesmo em cyberpunk e sci-fi.
Eu não estou fazendo nada
, mas estou propondo ampliar a idéia, juntar as listas num wiki só e adicionar mais gente à proposta. Teremos uma biblioteca de referências em cibercultura, comunicação, educação, cultura, … em vários temas.
A foto? Ah… a foto é para mostrar duas coisas:
- algum teor etílico não atrapalha o raciocínio, embora atrapalhe o uso do teclado.
- ninguém está mesmo a salvo…
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jan 16 2008
Redes Sociais, a sala de aula e outros espaços
Porém, quando se compara uma rede social formada por blogs, suas postagens, comentários, rss, trackbacks, backlinks, com sistemas como o Orkut, por exemplo, as diferenças logo aparecem, até para quem ainda não pensou sobre isso. Blogs e outros aplicativos dinâmicos de publicação tendem a formar redes sociais abertas e, em parte, muito instáveis. O diálogo permanente (ou o silêncio) alteram a cada momento a estrutura da rede.
Já os SRS fixam, de certa maneira, uma rede nem sempre coincidente com o diálogo travado por seus membros. Muitos perfis no Orkut lembram mais uma coleção de figurinhas do que um nó numa rede de conexões sociais, interativas, comunicativas. O nó fica mais evidente que a conexão.
Mas, antes que eu me perca na introdução e vá terminar em algum outro assunto, comunico que a inspiração para esta postagem veio daqui e daqui.
Danah Boyd comenta a discussão ancorada no The Economist sobre os sites de redes sociais e suas contribuições positivas (ou não) para a mudança nas metodologias educacionais dentro e fora da sala de aula. Ela, entre os prós e os contras, se posiciona dizendo que os SRS, no seu atual estado, não podem ser integrados diretamente à sala de aula. Diz que os SRS possibilitam um espaço que pode ser usado educacionalmente, mas que por si só não garantem isso. Os SRS oferecem mais uma alternativa de contato para a interação em redes de aprendizagem já existentes. Considera as suas possibilidades em relação aos aspectos educativos não-formais, como a sociabilidade, como os mais trabalhados nos SRS. Segue, trazendo algumas considerações interessantes, a partir da sua vivência e observação (interessante ler na íntegra o texto, que eu trago aqui apenas em parte).
Os Orkut da vida não seriam nem a panacéia e nem a possibilidade de um precipício educacional. Isso eu também penso, porém não concordo quando ela pontua uma neutralidade da tecnologia em si, salvaguardando esta de suas ligações/implicações no capitalismo. Aqui, eu lembrei de uma das citações mais citadas (e mal citadas) do Pierre Levy:
“A técnica em geral não é boa, nem má, nem neutra, nem necessária, nem invencível. É uma dimensão, recortada pela mente, de um devir heterogêneo e complexo na cidade do mundo.”
Lembro, também, da advertência do Meszáros, contrariando o otimismo de Marx, sobre a persistência, no aparato tecnológico herdado de uma anterior formação social, de um fator trans-histórico que pode acorrentar a uma forma de pensamento passado.
Lembro, ainda, uma aula lá dos meus antigamentes, no Curso de Engenharia, quando estudávamos a disposição dos espaços e dos elementos construtivos: portas, janelas, espaço para a pia, geladeira, pontos de luz e força,…, numa cozinha. Esqueci o professor, mas não do que ele falou: “o projeto e a disposição destes elementos, condicionam a forma como vamos nos deslocar no espaço projetado e as atividades que poderemos realizar…”
A forma e o conteúdo atacando de novo. Eu já escrevi algumas vezes sobre isso e penso, sim, que a tecnologia criada na sociedade capitalista exerce muito do poder civilizatório do capitalismo. A minha dúvida (e, às vezes, a minha esperança) é saber se, mesmo assim, o uso destas tecnologias pode gerar alguns bons frutos numa outra direção.
Pulando esta parte, que pode render uma excelente discussão, fiquei aqui pensando (e vocês iam rir muito se soubessem onde eu estou, qual a tecnologia que estou usando para escrever e, ai…, o suporte… Contradições que eu conto lá no fim, acho… *) sobre as possibilidades para a educação (focando aqui a sala de aula) das redes sociais constituidas nos SRS (Orkut, por exemplo).
Considerando que são redes de certo modo fechadas (afinal, a gente precisa cadastro e senha para entrar e elas são invisíveis sem eles), considerando os limites do aplicativo em si, … eu penso que, e aí concordo com a Danah Boyd, estas redes são um espaço a mais de socialização para as redes sociais já constituidas na escola, por ex. No meu entender, elas até expandem os limites desta sociabilidade, dando espaço para conexões que o pouco espaço-tempo social da escola permite e dão um canal alternativo para outras habilidades sociais que não a presença/ação física e a conversa.
E a observação na convivência com os meus alunos no Orkut, nas comunidades: Basquete, CMPA, Amigos do Thibbes, … e na rede de recados (scraps), têm me mostrado que a rede formada traz para a sala de aula uma articulação informal, que pode ampliar o alcance e a repercussão das coisas que são trabalhadas só no quadro de giz, a revelia, às vezes, dos professores.
No caso específico da comunidade do Basquete e de suas conexões com toda uma rede quase viral de recados, ela é um ponto de encontro e comunicação bastante visível, e não um espaço para desenvolver atividades específicas da minha quadra de aula.
Porém, a sociabilidade, belicosa por vezes, e os outros valores que certamente vão influenciar a minha quadra de aula, a competição desportiva e a vida de todos nós, costumam aparecer muito por lá. Neste sentido, o blog do Basquete, que poderia ser o aglutinador desta rede social, é mais um jornal. (os porquês disso renderiam um bom post)
Bom, … mas o que isso tem a ver com ‘Edu blogs: reflexão ou blá blá blá psitacídeo?‘ ?
Tem a ver que esta minha postagem pode e deve ser relativizada em alguns aspectos. Um deles é que, na realidade, eu não penso que se deva catalogar o que é um edublog e o que não é um edublog. Bater nesta tecla foi uma forma de provocar a atenção sobre a questão da reflexão pessoal/autoral nos blogs de professores. Bancar a dona da verdade, às vezes, pode ser útil.
- Então por que não falou isso lá??? – pergunta alguém.
- Porque aí não teria causado o efeito que causou.
E os efeitos foram mais fora da rede de postagem/comentários/outras postagens. Porém, entre falas e silêncios, quem leu, certamente olhou para si mesmo. Pena que os auto-referente, que caberiam certinho sob o boné, não costumam ler
Agora, … vale o que eu propus na postagem: criar um blog SEU, um espaço pessoal de aprendizagem, separado de projetos específicos, até para poder refletir melhor sobre eles.
* direto da reda, digo …, da contradição…
update: chove muito em Capão… e meu escritório teve de ser transferido. Na foto, aparece a tecnologia bic de escrita, mas não o suporte. E este não conto mesmo
update 17/01: George Siemens entra no debate.
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jan 13 2008
Edu blogs: reflexão ou blá blá blá psitacídeo?
Para mim estes eram e ainda são os legítimos edublogs. Um grande número dos que vieram depois ou já vinham com pretensões de grande midia, de ser O espaço e O formador de opinião sobre determinado assunto, ou vinham direcionados a projetos específicos da escola.
Os primeiros entraram na onda dos contadores de acesso, da romaria de visitas e comentários para gerar tráfego no seu blog, da divulgação exaustiva das postagens nas listas de discussão.
Os segundos, mais humildes, nem se entendiam como publicação e ficavam circunscritos a comunidade escolar. Estes careciam e ainda carecem de uma reflexão mais forte sobre a própria prática.
Atualmente, existe um híbrido destes dois tipos, que no meu entender piorou o status dos edublogs: o blog de projeto de escola ou temático, cujo proprietário divulga cada postagem feita e que se preocupa em demasia com a quantidade de acessos e outros rankings.
No meu entender, perdem em grande parte a possibilidade que um blog traz de registro da reflexão sobre a prática, da teorização, da exotopia sobre a própria atividade do blog. São blogs que quase que somente anunciam (reanunciam, neh) o que a midia já publicou. Ou que relatam ou são suporte de práticas e projetos, mas sem que em nenhum momento ocorra uma reflexão sobre as práticas e projetos.
São blogs que pouco dizem do seu dono, pois o relato pessoal, a mescla do pessoal com o profissional não ocorre. São páginas que não motivam o diálogo e, um acesso aos comentários, mostra que as visitas não interagem com o conteúdo. São retribuições ou quase convites.
Talvez, este status da edublogosfera seja fruto do contato com as outras blogosferas e uma coisa que possa ainda ser corrigida. Nada contra a eventual postagem de notícias ou reprodução de textos. Porém, penso que no interesse de desenvolvimento de uma edublogosfera, nós professores poderíamos pensar em:
1 – ter um blog pessoal, onde os assuntos fossem TODOS, mas com um grande espaço para: refletir sobre a sua prática social, sobre seu trabalho e sua vida, para escrever de modo crítico sobre o que lê, para dialogar com outros blogs, para ser um registro histórico de sua aprendizagem na rede. Um blog que se desenvolva como um ambiente pessoal de aprendizagem.
2 – separar o blog anterior de blogs específicos de projetos na escola ou outros projetos. Embora o blog pessoal possa falar destes outros blogs e de seus projetos, sobretudo aprofundando a reflexão, afrouxando a formalidade de avaliações e objetivos.
3 – Distribuir o conteúdo de seus blogs por rss/atom e usar um agregador de conteúdo que possibilite socializar, recomendar leituras e, deste modo, incentivar a formação de redes sociais.
Que acham?
em tempo:
Este meu blog que nos antigamente se chamava Onde anda Su? sempre tentou ser um blog pessoal e, também: agregar valor à informação e não ser um mero papagaio da grande, média e pequena midia.
O blog do professor Sérgio Lima e o da professora Raquel Recuero, por exemplo, são blogs que mesclam o pessoal, o profissional, a crítica, a reflexão e, com isso, motivam o diálogo.
em tempo 2: para atingir um maior número de professores vou fazer algo que neste mesmo post eu condeno: vou divulgar a postagem numa lista de discussão. Desculpem a contradição, mas é por uma boa causa: a de incentivar a formação da rede via blogs + rss.
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jan 11 2008
Blogs, dez anos e….
Como sempre a história é a história contada por alguém, geralmente a história dos vencedores e, muito frequentemente, a história de quem gritar mais e mais alto. Porém, controvérsias a parte, os blogs já tem dez anos e, neste tempo, assumiram exatamente aquilo que alguns poucos previam em 2001.
Se o primeiro blog foi tatuado na parede pela primeira família na primeira caverna ou se foi a primeira página de Tim Berners Lee ou, ainda, se foi os comentários e links do What Is New, não vem muito ao caso, a não ser como exercício arqueológico. [3]
Eu os encontrei em 2001, firmei a minha atenção sobre eles em 2002/2003, no projeto de mestrado e no primeiro artigo que escrevi sobre os weblogs (no final de 2002, acho) já antevia o seu provável ‘estouro’ como, de fato aconteceu em 2004.
Nesse artigo, procurei proporcionar uma visão geral sobre os weblogs, uma tecnologia de publicação digital, que pode ser considerada uma tecnologia educacional. Uma visão que suscitasse a curiosidade de educadores e pesquisadores e que capturasse o seu olhar e a sua atenção. Penso que continuaremos assistindo o crescimento rápido e consistente dos weblogs e de todos os meios a eles associados ou incorporados, como, por exemplo, as tecnologias wireless (sem fio). [1]
Pois é, aí estão os blogs, firmando seu espaço entre a mídia tradicional, inclusive a grande. Cooptados já que não podem ser calados. Assumindo ares que, em alguns casos, poderão comprometer o seu grande potencial de diálogo.
Que os próximos dez anos consolidem o seu grande potencial para a formação de rede, a sua característica de bazar e não de catedral, o seu ar alternativo, o seu jeito hacker.
E que se finem os aprendizes de marketeiros, fissurados nos números de acessos e nos rankings, que espanam para o lado a conversa, em cujos blogs cada link é um contrato e não uma mão estendida.
E que estes próximos dez anos wikifiquem os blogs, aumentem o seu poder comunicativo, ampliem o seu diálogo com outros aplicativos, e os transformem, cada vez mais, em ambientes pessoais, mas colaborativos, de aprendizagem. [2]
[1] GUTIERREZ, Suzana. O Fenômeno dos Weblogs: as Possibilidades Trazidas por uma Tecnologia de Publicação na Internet. Informática na Educação: teoria & prática. Porto Alegre, v. 6, n. 1, p. 87-100, jan-jun, 2003.
[3] Uma listinha arqueológica para visitar:
24 Hours of Democracy
CamWorld – em junho de 1997
Robot Wisdom – Jorn Barger
Diário da Megalópole – NemoNox
Scripting News – em 1998
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jan 05 2008
A aprendizagem em 2008
ou
Quais as suas previsões para a Aprendizagem em 2008?Para responder esta questão, proposta pelo Learning Circuits, é necessário ter o despreedimento de dizer coisas que, daqui uns meses, poderão levar a tag “bobagens”. Como isso não é nem um pouco incomum na minha vida, vamos lá.
Eu penso que em 2008 continuará a tendência da valorização e do incentivo da aprendizagem nos espaços não formais. É uma tendência que vem se firmando faz tempo e que está conquistando cada vez mais a atenção dos professores, por exemplo.
A aprendizagem online também deverá aumentar, conforme aumenta o uso das tecnologias da informação e da comuicação nas escolas. Sites de redes sociais (Orkut), mensagens instantâneas, blogs, wikis, agregadores e o email serão mais usados por professores e alunos.
Apesar das leis contra o uso dos telefones móveis em sala de aula, penso que a educação começará a perceber as potencialidades destes aparelhos no contexto educativo: comunicação, uso de imagem, documentação, mapeamento e , até, cinema.
Dando força para as previsões anteriores, crescerá a mobilidade com a disseminação das conexões sem fio e o barateamento de hardwares mais móveis (notebooks, pdas, smartphones, …)
Esta foi a questão do mês, proposta por Tony Karrer do Learning Circuits.
Proponho aos meus leitores responder, considerando o contexto brasileiro ou, até, regional. Copiem o logo, postem a resposta e linkem a postagem original do Learning Circuits e esta minha postagem, para criarmos a rede nacional da bola de cristal na educação
Me avisem nos comentários deste post que eu linkarei aqui mesmo as respostas:
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dez 14 2007
comentarios…
……Para o Idelber no Biscoito Fino e a Massa, excelente post (poste?):
Estou aqui no intuito de “abiscoitar” o doce. Mentira! Vim aqui teleguiada pela expressão “porta-seios” que instantaneamente me remete a minha tia Alba que, num distante carnaval, revistou todo um bloco de drag quens (qual o termo em português mesmo, hein hein, deputado?), em busca de “seu porta-seio e sua cinta” infamemente furtados do varal.
Guarda com carinho esta experiência e continua envolvida com as coisas que aprendestes neste curso, mantém o teu blog
Aproveita para relatar lá a tua experiência e transforma aquele espaço num lugar onde podes agregar toda a tua aprendizagem e um meio de integrar esta grande rede.
o bom da vida é ver que muitas coisas nunca mudam
))
CIUMENTOS!!!
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dez 07 2007
Coisas da web
Por aí que achei:
Post-it Generator (plus tabajara’s memory organizator) >> um gerador de imagens de blocos de recados. << bah custei a achar um nome para isso.
MorgueFile: arquivo de imagens, com buscador e com informações sobre o autor para referência. Aqui a postagem de Garr Reynolds de onde retirei este entre outros tantos arquivos de imagens.
PicNic: Não, não é pausa para o lanche. É um editor web para fotos, no qual se pode editar (muitas ferramentas), salvar para o computador ou em albuns do Flickr, Picasa e outros. É possível enviar para sítios e blogs via email (Blogger, por ex). É preciso cadastro (gratuito).
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dez 05 2007
direto do google reader
Mas…, isso sempre pode mudar e a idéia é focar mais no meu doutorado e tentar não deixar a roda do tempo me tirar de circulação como aconteceu este ano.
Assim, aproveito estas resoluções para 2008 e começo a postar algumas das coisas que li, mas não registrei
José Luis Orihuela – conselhos aos alunos que estão iniciando o curso Documentação Informativa, mas que servem para qualquer curso sobre tecnologias:
1. Especializa-te em temas e não em meios.
2. Aprende a converter as tuas idéias em projetos
3. Aprende a converter teus projetos em negócios (* aqui eu relativizaria…)
4. Concentra-te na linguagem e na narrativa e não na tecnologia (* eu adicionaria: sem perder de vista o contexto onde elas se inserem)
5. Começa a construir a tua identidade profissional agora
6. Aprende a trabalhar com outras pessoas
7. Aprende a pensar criativamente
8. Aprende a trabalhar rápido e bem
9. Comece um blog (*mas não perca mais tempo com a forma do que com o conteúdo)
10. Pergunte
Aplicativos:
Nirudia – um fotolog que une imagens + tags (marcadores) + Google Maps. Mais uma alternativa para fazer atividades colaborativas.
Thumbalizr – aplicativo web que captura a imagem de páginas na web. (a imagem desta postagem é um exemplo)
Software Livre para a criação de livros – tradução dos Profs Ezequiel e Gilian. >> link no Escola.br
…
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ago 05 2007
Educação, agregadores e ambientes de aprendizagem**
Hoje, usar um agregador para ler conteúdo na web ainda é algo novo para educadores e para o usuário comum. Mesmo que a agregação/distribuição de conteúdo venha mais nitidamente associada com os navegadores e com os blogs.
Falando nisso, estes dias me dei conta de como, em 2002, fui visionária (eu e alguns poucos no Brasil) ao iniciar a pesquisa sobre os blogs e de como eles previsivelmente explodiram em 2004 e estão se tornando material didático essencial para professores em 2007.
E, também, de como fui paciente ao resistir às críticas veladas (ou não) e a falta de escuta quando apresentei meus primeiros trabalhos sobre blogs e rss. Muitos daqueles e daquelas que com um sorrisinho irônico descartaram sumariamente o que eu estava trazendo, hoje se intitulam blogueiros e não vivem sem um wiki
Pois é, para mim os ambientes virtuais de aprendizagem fechados estão com os dias contados. Veremos cada vez mais a distinção entre uma educação online* “emissor-receptor”, aquela onde os professores postam documentos em MSWord contendo “instruções” e os alunos devolvem outros documentos iguais contendo as respostas e uma educação online realmente de rede, onde blogs, wikis e outras páginas dinâmicas se interlikem e criem e recriem uma aprendizagem social, dialógica e colaborativa. Os ambientes fechados permanecerão apenas na medida em que a hegemonia do ensino-mercadoria tiver força e na medida em que os teóricos da ead que nunca viveram a rede decidirem as coisas.
*educação online pode não ser a expressão ideal aqui, mas é conhecida.
** não esperem muita coerência nesta postagem, eu estava pensando alto enquanto dava um novo lugar para o meu antigo bloglab…
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jun 12 2007
Orkut + RSS
Não sei se tão novas, mas só vi ontem à noite
O Orkut está com uma espécie de agregador de conteúdo. No nosso perfil, na barra da direita, aparece um botão “editar feeds” (ou algo assim).
Clicando nele, entramos numa página onde aparecem os nossos blogs do blogger (que podem ser adicionados) e, bem embaixo, existe um campo onde colocar endereços de outros sítios/blogs.
Depois disso, eles aparecerão na barra lateral do perfil e, clicando neles, semelhantemente `qualquer agregador, aparecerão os últimos conteúdos postados.
Esta “conversa” entre aplicativos é característica do que hoje se chama web 2.0. E o Google, dono do blogger e do Orkut, naturalmente fez os dois conversarem mais ainda. As coisas continuam se aproximando no Google way of life. Breve teremos supermercado por rss via Orkut/Google, com direito de compartilhar os nossos pecados gastronômicos e a marca do papel higiênico preferido. (mas isso já assunto para uma outra postagem)

* fica com esta cara
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mai 19 2007
a internet, o big brother pessoal e o segredo da sala de aula
Na hora, o assunto já transformou os conversadores em saudáveis defensores deste ou daquele lado. Alguns disseram coisas do tipo: estas ferramentas não tem como controlar e nossos alunos se colocarão em risco revelando informações que bandidos usarão… Ou: a exposição excessiva de coisas particulares poderá prejudicar a todos os envolvidos, mesmo a exposição de fatos e falas relacionados ao ensino…
Outros, tipo eu, falaram: somos pessoas públicas, isto é , eu ando na rua carregando a minha cara e estou aqui falando alto e não cochichando… ou: pensem em como as coisas que se ensina e aprende podem ser importantes fora do contexto da sala de aula, fora do contexto daquela ação…
Falamos, também das imagens, das fotos capturadas e divulgadas sem preocupação. Lembrei logo deste meu blog no qual a imagem anda substituindo o texto, não por qualquer objetivo expressivo, mas pela maior falta de tempo minhas, mesmo…
Todo este papo foi para rodear o assunto real desta postagem que é o segredo que envolve a sala de aula (até as virtuais). Ainda é muito presente a idéia de que o que se passa na sala de aula seja assunto apenas de quem está lá dentro, algo que desaparece quando os livros se fecham e o quadro é apagado. Desaparece do mundo, mas deve ficar indelevelmente marcado na mente dos que terão de devolver tudo direitinho como foi passado na prova bimestral.
Permanece, também, a idéia de que o conhecimento é algo que deve ser regulado por aquele que entrega o conhecimento, o professor, sob o comando daquele que vende o conhecimento, a escola. A lógica que diz que aquilo que eu sei é mercadoria ou moeda, é algo que devo negociar e não compartilhar. E que, segundo os Conselhos desta ou daquela profissão, é um território perfeitamernte demarcado, cuja entrada é proibida a quem não tem a carteirinha.
Em parte, esta lógica é responsável pela resistência à sala de aula aberta, ao uso de ambientes virtuais abertos, ao trabalho interdisciplinar. No meu entender, é principalmente esta lógica que faz um professor ou a escola considerar um blog uma superexposição perigosa. O mesmo professor que se queixa da falta de solidariedade entre os alunos que não auxiliam os colegas e não conseguem trabalhar em grupo.
Mas hoje é sábado e eu estou filosofando de pijama, conversando pela rede com meus alunos (outro pecado), deixando pistas do que sou e do que faço. Lá fora tem sol, não está muito frio e tem uma bola de basquete me olhando de debaixo da escrivaninha. Vou?
update 23:29 >> Não fui…
Mas deixa pra lá que esta atualização é só para postar o link para o comentário da Cláudia que está bem melhor que o meu post.
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