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Domingo, Dezembro 28, 2003
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histórias deste Natal
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# ![]() [histórias deste Natal] Não sei porque alguém precisa tirar a dentadura quando vai ao banheiro, durante uma festa. E fica difícil entender porque a pessoa sairia de lá sem ela. Pois foi o que aconteceu na nossa festa de Natal. Quem foi ao banheiro entre as 22h do dia 24 e a primeira hora do dia 25, teve de ficar encarando um certo sorriso que havia sido deixado sobre a bancada do lavatório. O tal sorriso era uma presença tão viva, possivelmente um voyeur, uma certa ameaça odontológica, que algumas pessoas confessaram que colocaram a toalha sobre ele ao usar o banheiro. Uma coisa foi unânime: ninguém que que topou com a ... prótese disse uma palavra. Não teve nenhum ser despreendido que viesse correndo com a coisa na mão e perguntasse: -Quem perdeu!?!? Na entrega dos presentes e nos abraços de Feliz Natal, entre vivas e sorrisos (claro) localizou-se o dono. Vô Dino, para infortúnio e gozação geral sobre o clã dos Larronda, sorria largamente sem nenhum centro avante na área. Até que, num dos abraços, a Rossana gritou: Vô, cadê os teus dentes? O fato de não termos, por enquanto, crianças na família, fez com que demorasse mais para o assunto entrar na roda, mas, possivelmente, foi o que salvou a vida da dentadura. (direto de Capão da Canoa, na hora do recreio) Marcadores: capão da canoa, natal postado por Suzana Gutierrez às [16:38 [ link permanente ] [] [ links para este post ] [ | ] [google it] [del.icio.us.it]
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