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		<title>tecnologias na educação</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma coisa que me incomoda é o discurso de que &#8216;hoje&#8217; está ocorrendo uma revolução sem precedentes, que o desenvolvimento das TIC institui um novo paradigmana na educação &#8230; (vocês sabem)  Geralmente vem acompanhado dos &#8216;precisa&#8217;, &#8216;deve&#8217;, &#8230; em relação aos professores e à escola. Seguido das inevitáveis advertências analógicas de que &#8216;estão perdendo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que me incomoda é o discurso de que &#8216;hoje&#8217; está ocorrendo uma revolução sem precedentes, que o desenvolvimento das TIC institui um novo paradigmana na educação &#8230; (vocês sabem)  Geralmente vem acompanhado dos &#8216;precisa&#8217;, &#8216;deve&#8217;, &#8230; em relação aos professores e à escola. Seguido das inevitáveis advertências analógicas de que &#8216;estão perdendo o bonde&#8217;.</p>
<p>São inegáveis as possibilidades das tecnologias que (de acordo como são chamadas) são DA informação e DA comunicação, PARA a educação. Porém,  é interessante considerar o processo de recontextualização* que elas sofrem quando se deslocam de suas áreas de origem e passam a integrar o entorno educacional.</p>
<p>Forçando um pouco uma metáfora: usar aparelhos de musculação na educação infantil, para recreação, por exemplo, tornaria visível este processo de recontextualização que não fica tão evidente quando se fala de TIC na educação.  Assim, na recontextualização algumas características e conteúdos importantes podem ser maximizados, minimizados ou, simplesmente ocultados, dados como inexistentes.</p>
<p>Deste modo, um caminho possível é perguntar como Paulo Freire: a favor do quê e contra o quê, a favor de quem e contra quem? E, eu acrescentaria: em que dimensão?</p>
<p>&#8230; pensem aí alguma tecnologia &#8216;da hora&#8217; cuja &#8216;aplicação&#8217; em educação está sendo pensada, quase sempre em termos utilitários do tipo &#8220;5 formas de usar XXX na sala de aula&#8221;.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->* ver BARRETO, R.  <span style="font-family: Arial,sans-serif;"><a title="as tecnologias na política nacional de formação de professores a distância" href="http://www.scielo.br/pdf/es/v29n104/a1329104.pdf">As tecnologias na política nacional de formação de professores a distância: entre a expansão e a redução</a>.e </span><a title="Professores/professoras e a tecnologia: sobre trabalho e formação docente" href="http://www.lab-eduimagem.pro.br/frames/seminarios/pdf/mesraq.pdf">Professores/professoras e a tecnologia: sobre trabalho e formação docente</a>.</p>
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		<title>entre o velho e o antigo</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 18:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns anos, no saudoso Arroio do Sal, uma amiga minha passou por uma experiência muito interessante. Vinha ela caminhando tranquilamente na beira mar, retornando para casa ao fim da tarde,  revigorada pela brisa quase suave dos nossos mares do sul. Carregava a cadeira e, na bolsa, um livro. Vinha pensando em coisas boas, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, no saudoso Arroio do Sal, uma amiga minha passou por uma experiência muito interessante. Vinha ela caminhando tranquilamente na beira mar, retornando para casa ao fim da tarde,  revigorada pela brisa quase suave dos nossos mares do sul. Carregava a cadeira e, na bolsa, um livro. Vinha pensando em coisas boas, quando o vento que lhe vinha das costas trouxe um zum zum adolescente, cujo tema era a sua anatomia (ainda bastante boa para os quase 50).</p>
<p>Entre divertida e lisongeada, ficou escutando o papo que se aproximava de seus passos lentos. O grupo de rapazes, em seus apressados 15 anos a ultrapassou e, aprendizes aplicados da lógica masculina, viraram suas caras safadas para olhar o objeto de suas elogiosas frases.</p>
<p>- Mas ela é velha! &#8211; sentenciou o líder da manada. E lá se foram eles, semi-indignados, apressando o passo.</p>
<p>Minha amiga, seguiu impávida, se divertindo com o desdobramento do ataque dos franguinhos Minu <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>[pausa]</p>
<p>Meus alunos costumam brincar comigo sobre  estas coisas da idade. Geralmente, com a cara mais deslavada perguntam se &#8220;no meu tempo&#8221; as galenas tinham programação ou, exageradamente, se a roda já era usada para locomoção de pessoas. Eu costumo aderir à brincadeira, pescando alguma coisa realmente ante-diluviana que os deixe com caras de bobos.</p>
<p>Ou, quando estou na pilha, tento problematizar estas relações entre velho \ novo \ antigo \ moderno. Costumo dizer que não passei dos 17 anos, porque acho esta uma idade ideal e recomendo a todos que fiquem neste limite. Geralmente, não explico porque.  Ou digo que não sou velha, de modo algum, mas que cai da cegonha sem querer.</p>
<p>Ou, ainda, digo que velho é quem nasce velho e que ficar velho é diferente de envelhecer. O que temos como humanidade é um  acervo de juventude que se conserva, antiga mas sem &#8216;ficar velha&#8217;. Legado que deixamos quando envelhecemos. E falo que eu sou antiga, pois faz tempo que conservo a minha juventude, os meus 17 anos. Velho é quem nasce assim e segue se decompondo dia à dia, mesmo nos seus 5 anos de vida.</p>
<p>Pois não há nada novo, que seja novo fora da antiguidade de algo jovem que foi conservado neste nosso acervo humano. E não pensem que eu ando viajando para me escapar de escrever a tese. Estas coisas todas me vieram à mente ao reler a página 397 do volune II do Conceito de Tecnologia de Alvaro Vieira Pinto. Aliás, leitura obrigatória para pensar dialeticamente a tecnologia.</p>
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		<title>onde anda Su</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 22:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei se alguém reparou, mas este blog não tem um nome.  Nunca teve ou teve vários, ao sabor do meu humor. Inicialmente ele se chamava Onde anda Su?, nem sei bem por que. Virou gutierrez/su e, nos últimos tempos, uma frase autoreferente em linguagem de mIRC. Eu sempre quis ter um blog chamado [alter-ego], [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se alguém reparou, mas este blog não tem um nome.  Nunca teve ou teve vários, ao sabor do meu humor. Inicialmente ele se chamava Onde anda Su?, nem sei bem por que. Virou gutierrez/su e, nos últimos tempos, uma frase autoreferente em linguagem de mIRC.</p>
<p>Eu sempre quis ter um blog chamado [alter-ego], mas já havia um, lá pelos idos de 2001. Mas, &#8230; deixa assim, em 2012, vou pensar um nome legal para este blog. Algo tipo &#8216;Jeito Alice&#8217;,  &#8216;Pumba&#8217;,  &#8216;Assim, ó&#8217;,  &#8230; para desespero de alguns.  Olha a ideia: &#8220;Para desespero de alguns&#8230;&#8221;</p>
<p>Este texto irrelevante, era para contar que esta semana é de férias, depois de 10 dias de trabalho nas férias <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas, &#8230; eu viajei <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_3252" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/07/cmpaxcmcg1.jpg"><img class="size-full wp-image-3252" title="ah o basquete" src="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/07/cmpaxcmcg1.jpg" alt="ah o basquete" width="500" align="center" /></a><p class="wp-caption-text">economia da atenção</p></div>
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		<title>enquanto o frio fica lá fora</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 11:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As palavras que já escrevi sempre parecem ter mais força, como se a cada escrita elas se gastassem um pouco e, por isso, se tornassem mais leves. Uma leveza que, em vez de envolver, encantar, deixa tudo meio &#8230; líquido demais.  Quando há tanto à dizer, só sobram as metáforas e, pior, aquelas já muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As palavras que já escrevi sempre parecem ter mais força, como se a cada escrita elas se gastassem um pouco e, por isso, se tornassem mais leves. Uma leveza que, em vez de envolver, encantar, deixa tudo meio &#8230; líquido demais.  Quando há tanto à dizer, só sobram as metáforas e, pior, aquelas já muito repetidas.</p>
<p>Difícil descrever sem reescrever demais.  Inevitável escrever. Cada movimento inscreve e escreve. Inevitável deixar rastros.  Pena que eles nem sempre mostrem aquilo que precisa ser mostrado.  Estou me especializando em deixar pistas falsas&#8230;</p>
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		<title>recesso</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 20:25:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estou escrevendo, escrevendo, escrevendo. Nada que eu possa, agora, publicar aqui.  Os dias ficam curtos para tantas coisas. Escrever motiva leituras&#8230; Aliás, se eu posso recomendar alguma coisa para alguém que está fazendo doutorado ou mestrado, eu recomendo: comece escrevendo. Escrever ajuda a pensar e indica o que ler.  Se o que tu escreves hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo, escrevendo, escrevendo. Nada que eu possa, agora, publicar aqui.  Os dias ficam curtos para tantas coisas. Escrever motiva leituras&#8230; Aliás, se eu posso recomendar alguma coisa para alguém que está fazendo doutorado ou mestrado, eu recomendo: comece escrevendo.</p>
<p>Escrever ajuda a pensar e indica o que ler.  Se o que tu escreves hoje parece vazio, incompleto, estas lacunas vão te indicar o caminho.</p>
<p>Mas, &#8230; este é para ser um micro texto <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Assim, &#8230; até!</p>
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		<title>Redes sociais, apropriação (internalização!) tecnológica</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 11:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois eu ando bem afastada daqui, mas não afastada dos assuntos que sempre moveram este blog. Estou escrevendo, refletindo, lendo, tornado a escrever, &#8230; E trabalhando Minha gurizada anda a mil nos campeonatos por aí. Este meu ano atípico se reflete, também, no rendimento deles. Aliás, nosso ano é atípico: eu em fim de doutorado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois eu ando bem afastada daqui, mas não afastada dos assuntos que sempre moveram este blog. Estou escrevendo, refletindo, lendo, tornado a escrever, &#8230; E trabalhando <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  <a href="http://www.gutierrez.pro.br/basquete/">Minha gurizada anda a mil nos campeonatos por aí</a>. Este meu ano atípico se reflete, também, no rendimento deles. Aliás, <span style="text-decoration: underline;">nosso</span> ano é atípico: eu em fim de doutorado, eles, a maioria dos mais velhos no 3º ano e com o fantasma do vestibular no horizonte.</p>
<p>Mas, &#8230;.. sinto saudade de dividir aqui algumas das coisas que ando pensando. Até porque este movimento me ajuda a &#8230;  pensar <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Muitas coisas parecem simples de tão faladas e discutidas. Todavia, esta simplicidade é, em grande parte, fruto da nossa tendência a dar as coisas como dadas e <em>naturais</em>.  Por exemplo: a afirmação de que as TIC na educação estão aí para ficar e que é <span style="text-decoration: underline;">inevitável</span> nos conformarmos e adaptarmos  e que <span style="text-decoration: underline;">precisamos</span> correr para não ficar ultrapassados e que <span style="text-decoration: underline;">somos</span> imigrantes que não entendem a linguagem falada pelos nativos e que <span style="text-decoration: underline;">devemos</span> dar uso a qualquer bobagem tecnológica inventada na semana e que <span style="text-decoration: underline;">urge</span>&#8230;</p>
<p>Toda esta conversa incessantemente repetida afeta a formação e o trabalho do professor,  sem que ele consiga tomar nas mãos a direção, sem que consiga adquirir segurança para lidar com todas estas questões, sem que  a reflexão passe da superfície e chegue ao que realmente move todo este processo.</p>
<p>Fica oculto e simplificado o fato de  que a inserção das TIC na formação e no trabalho dos professores é um fenômeno complexo, inserido num contexto maior,  tensionado por contradições que podem direcionar o seu desenvolvimento em sentidos qualitativamente diferenciados e até opostos. Estas tendências de desenvolvimento estão em sintonia com a diversidade de experiências pelas quais os professores passam no processo de apropriação das TIC.</p>
<p>((A própria palavra <span style="text-decoration: underline;">apropriação</span> pode ser um bom tema de discussão))</p>
<p>Independente de sua opinião, decisão. vontade ou interesse os professores estão em contato com as TIC no seu cotidiano, inclusive na escola, qualquer que seja a organização e o modo de funcionamento da escola. Neste processo de progressiva inserção das TIC, os professores podem oscilar entre diversos contextos de aceitação e de negação, e estas escolhas podem partir de distintos tipos e graus de internalização (aproriação?).</p>
<p>As formações para o uso das TIC em educação podem contribuir para que o professor reconheça a realidade da inserção das TIC na vida, na educação e no trabalho de todos e, também, para o  processo de apropriação (internalização?)  das TIC pelo professor.  Porém, esta contribuição apresenta resultados diversos, conforme as finalidades, os objetivos e o projeto desta formação.</p>
<p>Algumas formações, apesar de trabalharem com diferentes tipos de tecnologia, exploram pouco o potencial de formação de rede e mantém o mesmo tipo de relação da sala de aula tradicional, na qual a formação de rede também não é muito explorada. A comunicação e as experiências compartilhadas ficam em grande parte apenas entre professor e aluno. Isso quando o professor que está acessível ao aluno não é apenas um tutor cuja função se resume a fazer o aluno acessar os &#8216;materiais instrucionais&#8217;, entender e entregar as tarefas.</p>
<p>O que resulta destas formações mais ou menos monológicas são professores que tendem a não utilizar nada do que aprenderam, que veem as TIC apenas como ferramentas, pois não estabelecem conexões com sua realidade e nem estão aptos a construir com seus pares propostas nas quais as TIC possam ter significado.</p>
<p>Ainda quando o professor participa de uma formação, na qual este estabelecimento da rede é privilegiado,  a apropriação das TIC pode não ultrapassar a <em>pseudoconcreticidade</em> (Kosik, 1976), ou seja, a prática alienada na qual os professores sabem usar as TIC, mas não as compreendem. A partir de uma apropriação deste tipo, as possibilidades de transformar a educação, também com a mediação das TIC, fica fora do alcance. Nestas formações, isso acontece quase sempre porque a rede formada (?) se restringe ao curso e seus participantes e se encerra no final das aulas.</p>
<p>No meu entender, para que a formação (formal ou informal) para o uso das TIC em educação contribua para uma apropriação (internalização?)  autônoma, fundamentada na consciência e compreensão das TIC e da realidade social na qual elas se inserem, ela não pode prescindir do engajamento e da participação nas redes sociais online. O processo de apropriação das TIC é alterado quando o professor começa a participar de redes sociais online. Em especial quando estas redes são públicas e redes de professores.</p>
<p>A construção de uma presença online e a reflexão sobre a própria prática em diálogo aberto com seus pares tende a ampliar a compreensão sobre as TIC e os desafios da vida e da educação mediada por elas. A presença online do professor pode ser construída de diversas formas, sendo que páginas dinâmicas como blogues e wikis garantem o espaço para uma presença pública, diacrônica e histórica, uma interface comunicativa para o diálogo e a possibilidade do professor progressivamente ir agregando recursos, procedimentos, rotinas, criando um <a title="PLE" href="http://www.elearnspace.org/blog/2007/04/15/ples-i-acronym-therefore-i-exist/">ambiente pessoal\personalizado de aprendizagem</a>, no qual o professor pode submeter as coisas a própria práxis (Kosik, 1976).</p>
<p>Estas são algumas das coisas que direcionam o que ando investigando. Em princípio, podem parecer óbvias, mas o que nelas se mostra e o que nelas se esconde não é dado de antemão, sem que passe a primeira camada e se considere a totalidade de relações envolvidas.</p>
<p>&#8212;&#8212;</p>
<p>KOSÍK, K. Dialética do concreto. 7ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. 230 p.</p>
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		<title>ENDIPE e outras histórias</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 15:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vou começar pelas outras histórias: a vida segue apressada, a tese divide os espaços com as competições de basquete e vai diminuir ainda mais as minhas possibilidades de interação aqui e em outros espaços.  Coisas da vida e do contexto.  Não estou triste pelas coisas que tenho de abrir mão agora, pois estou construindo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou começar pelas outras histórias: a vida segue apressada, a tese divide os espaços com as <a href="http://www.gutierrez.pro.br/basquete/">competições de basquete</a> e vai diminuir ainda mais as minhas possibilidades de interação aqui e em outros espaços.  Coisas da vida e do contexto.  Não estou triste pelas coisas que tenho de abrir mão agora, pois estou construindo o futuro que vai me permitir focar em tudo que gosto e que me gratifica.</p>
<p>Por estas, não pude estar no <a href="http://www.fae.ufmg.br/endipe/">ENDIPE</a> (*). Texto aceito para o painel &#8220;Redes de aprendizagem: discutindo sobre<br />
diferentes visões&#8221;, ficou para as colegas da UFRGS e da UFSM representarem o grupo em Minas Gerais. A <a href="http://vanessanogueira.wordpress.com/">Vanessa</a> publicou <a href="http://www.google.com/buzz/snvanessa/bAdTB4YxYcD/http-picasaweb-google-com-snvanessa">algumas fotos</a> e me mandou os anais do evento e alguns relatos. Com o tempo poderei assistir algumas palestras que estão no sítio do evento.</p>
<p>Como não teve publicação online dos trabalhos, publico meu texto e compartilho.</p>
<blockquote><p><a href="http://docs.google.com/View?id=afns5phht7d_195crtzvff5">Professores em redes sociais on-line: desafios e possibilidades</a></p>
<p>Um recorte do resumo: Este artigo aborda o contexto de inserção das tecnologias da informação e da comunicação  (TIC) no trabalho de professores e professoras do ensino básico, por meio das redes sociais on-line [...] A pesquisa é de natureza qualitativa, de aproximação etnográfica, de acordo com a teoria proposta para etnografia virtual ou netnografia. Considerando a novidade e a complexidade do tema, o materialismo histórico e dialético é a teoria e o método escolhido para dar suporte à pesquisa.  [...] Segue, trazendo o contexto de inserção do fenômeno estudado, a internet, a world wide web e as redes sociais on-line, considerando o seu desenvolvimento e as transformações pelas quais vêm passando na atualidade. Descreve a entrada dos professores na rede, fazendo a ligação com a sua formação e trabalho e problematiza a formação das redes sociais on-line e suas possíveis implicações no trabalho destes professores.[...]<br />
Palavras chaves: educação, formação de professores, redes sociais on-line, trabalho.</p></blockquote>
<p>* ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO<br />
Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente: políticas e práticas educacionais, Belo Horizonte, 2010</p>
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		<title>das coisas zem e das coisas sem :)</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 01:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[rastros]]></category>
		<category><![CDATA[sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho um colega que chega a ser irritante de tão zem. E eu sou irritante de tão sem&#8230; sem lembrança da última vez que prometi a mim mesma não me irritar, não me exaltar, manter a calma em meio ao caos, não gritar, não xingar, não &#8230;. Mas esqueci e me exaltei, digamos que fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um colega que chega a ser irritante de tão zem. E eu sou irritante de tão sem&#8230; sem lembrança da última vez que prometi a mim mesma não me irritar, não me exaltar, manter a calma em meio ao caos, não gritar, não xingar, não &#8230;.</p>
<p>Mas esqueci e me exaltei, digamos que fui exuberante em <span style="text-decoration: line-through;">xingar</span> inaugurar o sargento novo que mudou meu armário de lugar, que fui vocalmente enfática em &#8230; mijar o atleta que cometeu o erro, aquele erro pelo qual  eu recém havia parado o treino e feito uma preleção de 5 min.</p>
<p>Pois é, &#8230; eu sou meio sem&#8230; freio, noção, paciência. Para ser justa, até comigo mesma <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>É um pouco esta falta de paciência que me afasta do blog. Mesmo quando eu tenho certreza que algum dia, num futuro que pode ser até mirabolante (eta palavra boa), as milhares de pequenas confissões, indiscrições, abobrinhas, &#8230; farão todo sentido. Ou o sentido necessário para retratar uma época.</p>
<p>Hoje eu acordei com a Ana Maria Braga, flagelada naquela casa linda , mas um tanto artificial.  Depois que mudaram a minha NET, eu ligo e entra o 512, a Globo com mais rugas, e eu não sei mudar esta &#8216;preferência&#8217;.  Agora, &#8230; incríveis as imagens, o Rio embaixo dágua, &#8230; medo por tantos amigos&#8230;  Eu até liguei meu Twitter, pois estas coisas são a sua vocação. Isso é uma época.</p>
<p>Assim como é &#8216;uma época&#8217; as minhas dúvidas no doutorado,  o treino &#8216;de páscoa&#8217; que fiz ontem, também é  <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   Não, &#8230;. não pensem mal de mim. Não dei bombom só para quem acertou arremessos <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   Mas, &#8230;. comprei aquelas caixinhas de bombom sacanas, aquelas que tem uns   m a r a v i l h o s o s   e outros pequenos, tristes, de café com canela (duas coisas ótimas, MENOS em bombom).  Aí, peguei eles de jeito&#8230; Acertou, pode escolher, errou, vai para o fim da fila <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ))  Todos se divertiram e até rolou umas apostas.</p>
<p>Estas &#8216;épocas&#8217; são, talvez, o que se possa ter, o que valha a pena, o que vai ficar&#8230; Sei lá, &#8230; hoje acordei consciente que o tempo dos casacos e das meias está chegando, ciclos que se fecham, recomeços. A minha tese entrando o inverno e florescendo, eu espero, para dar frutos na hora certa.</p>
<p>E que tudo no universo fique bem e em paz&#8230;</p>
<p>Enter &#8230;.   (como diria um pastor dos tempos pós internet)</p>
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		<title>o espírito da colaboração</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
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		<category><![CDATA[visão de mundo]]></category>
		<category><![CDATA[competição]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas minhas aulas as regras do jogo são desiguais. E, quando eu falo em jogo, não estou me referindo à qualquer interação social. Viver não é jogar. Jogo, na afirmativa acima é jogo mesmo: competição, recreativa, esportiva. E o adjetivo &#8220;esportiva&#8221; é essencial ao lado de &#8220;competição&#8221;, pois muda definitivamente o sentido usual do termo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas minhas aulas as regras do jogo são desiguais. E, quando eu falo em jogo, não estou me referindo à qualquer interação social. Viver não é jogar. Jogo, na afirmativa acima é jogo mesmo: competição, recreativa,  esportiva. E o adjetivo &#8220;esportiva&#8221; é essencial ao lado de &#8220;competição&#8221;, pois muda definitivamente o sentido usual do termo.</p>
<p>Nas minhas aulas as regras não são iguais para todos. Alunos novos, alunos com dificuldades motoras, alunos muito pequenos ou frágeis, alunos volumosos e lentos, alunos muito altos e fortes,  &#8230;.. são alguns dos que podem ter de seguir regras diferentes. </p>
<p>Um exemplo prático: numa aula de volei para iniciantes em um 6º ano, os alunos menores e mais franzinos tendem a demorar mais tempo para conseguir sacar da zona de saque. Assim, na hora do jogo, todo o aluno sempre vai sacar de um local do qual consiga fazer a bola passar sobre a rede na maioria das tentativas. A regra do saque é: tente ir se aproximando da zona de saque. </p>
<p>Isso evita: &#8211; que o aluno force o movimento, sacrificando a técnica; &#8211; que o aluno se sinta inseguro na sua vez de sacar (geralmente há uma comoção quando é a vez do colega que &#8216;sempre erra&#8217;); &#8211; que o aluno falhe seguidamente, pontuando mais para o adversário do que para sua equipe; &#8211; que o jogo seja centrado no saque, como costuma acontecer em equipes iniciantes.  Ninguém erra o saque no jogo e a  grande competição na turma fica sendo: em quanto tempo toda a turma conseguirá sacar da zona de saque. </p>
<p>Regras desiguais para os desiguais não são algo prontamente aceito por pessoas que, desde que nascem, são treinadas para valorizar o fato de ultrapassar o outro e a cuidar de si e esquecer os demais. Neste sentido, a educação física traz momentos ótimos para que estes valores sejam reconsiderados e para que todos possam compreender o espírito da colaboração que está dentro da competição esportiva e pode se traduzir em solidariedade. Para confrontar o que está implícito nos outros tipos de competição e, também, para pensar as desigualdades e a forma como lidamos com isso em sociedade.</p>
<p>É nestas horas que aqueles pensamentos senso comum que muitos alunos já trazem para a escola: &#8220;o pobre é pobre porque não se esforça&#8221;, &#8220;todos tem igual oportunidade no vestibular&#8221;, &#8230; podem ser contestados e discutidos. Se pah, como eles dizem, podemos ampliar a discussão e falar em cotas, royalties do pré-sal, reforma agrária, &#8230;</p>
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		<title>CMPA &#8211; 98 anos!</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 01:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[basquete cmpa]]></category>
		<category><![CDATA[cmpa]]></category>
		<category><![CDATA[basquete]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem tempo de escrever por aqui, vou me expressando em imagens. Mais um aniversário do Colégio Militar de Porto Alegre.  Sempre emocionante reencontrar os amigos,  lembrar os &#8216;velhos tempos&#8217;. A gurizada de 20 à 90 não falta. Com direito ao clássico Alunos x Ex-alunos: Felicidade CMPA! Entradas Relacionadasúltimas notíciasJogos chegando, muito treino em nós!semana 1]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem tempo de escrever por aqui, vou me expressando em imagens. Mais um aniversário do Colégio Militar de Porto Alegre.  Sempre emocionante reencontrar os amigos,  lembrar os &#8216;velhos tempos&#8217;. A gurizada de 20 à 90 não falta.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-6Wmaz0IamU&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/-6Wmaz0IamU&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Com direito ao clássico Alunos x Ex-alunos:</p>
<p><a href="http://www.gutierrez.pro.br/basquete/wp-content/uploads/2010/03/time1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-818" title="time" src="http://www.gutierrez.pro.br/basquete/wp-content/uploads/2010/03/time1.jpg" alt="alunos x ex-alunos" width="550" /></a></p>
<p>Felicidade CMPA!</p>
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		<title>felicidade, Porto Alegre !</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 01:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[porto alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[Entradas RelacionadasOs amigos e Porto AlegrePontal do EstaleiroTrocar livros em Porto Alegre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="300"><param name="flashvars" value="offsite=true&#038;lang=pt-br&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fsuzzinha%2Ftags%2Fportoalegre%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fsuzzinha%2Ftags%2Fportoalegre%2F&#038;user_id=92016886@N00&#038;tags=portoalegre&#038;jump_to=&#038;start_index="></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowFullScreen="true" flashvars="offsite=true&#038;lang=pt-br&#038;page_show_url=%2Fphotos%2Fsuzzinha%2Ftags%2Fportoalegre%2Fshow%2F&#038;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fsuzzinha%2Ftags%2Fportoalegre%2F&#038;user_id=92016886@N00&#038;tags=portoalegre&#038;jump_to=&#038;start_index=" width="400" height="300"></embed></object></p>
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		<title>só para constar</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 02:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[basquete]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>
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		<description><![CDATA[Quase um mês sem escrever por aqui e, também, pouco ativa em outras redes. Motivo? O principal é que estou escrevendo a minha tese. Não que já não a estivesse escrevendo faz um bom tempo, porém entrei naquela fase maníaca que se instala em tempos finais de doutorado. Hoje, entrei na reta final de revisar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase um mês sem escrever por aqui e, também, pouco ativa em outras redes. Motivo? O principal é que estou escrevendo a minha tese. Não que já não a estivesse escrevendo faz um bom tempo, porém entrei naquela fase maníaca que se instala em tempos finais de doutorado.</p>
<p>Hoje, entrei na reta final de revisar e reescrever o que já tinha escrito sobre redes sociais, as diversas abordagens, de forma a clarear a minha visão das redes, assumir e defender as escolhas teóricas. As redes sociais, no sentido de redes de relações sociais, são parte da minha pesquisa.  Sigo, também, na reta final das entrevistas e terminando alguns artigos. Sé não sei se ganho a corrida dos prazos.</p>
<p>Nas aulas, ritmo menor este ano. Treinos ainda meio caóticos e as competições começando a pipocar. O lazer anda por conta de assistir o Basquete na TV. Esta semana começa o <a href="http://www.ncaa.com/brackets/basketball/men/">Sweet Sixteen</a> da NCAA. Só jogão \o/</p>
<p>E o tempo vai passando:<br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ymjgoWy5Wjg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ymjgoWy5Wjg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>CMPA 2008, por <a href="http://www.youtube.com/user/vinilsons">Vinícius</a>. </p>
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		<title>reações na web &#8211; Serra x Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 04:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[midias]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo o ReadWriteWeb Brasil, o UberVu, que é um serviço de monitoramento de referências nas mídias sociais, lançou uma novidade: o Compare. Além de mapear as referências ao assunto solicitado, permite comparar com as referências a outro assunto.  Interessante. Para testar, usei dois assuntos que serão referência durante este ano e vejam os resultados (clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o <a href="http://readwriteweb.com.br/">ReadWriteWeb  Brasil</a>, o <a href="http://www.ubervu.com/">UberVu</a>, que é um serviço de monitoramento de referências nas mídias sociais, lançou uma novidade: o <a href="http://www.ubervu.com/social-media-comparison/">Compare</a>. Além de mapear as referências ao assunto solicitado, permite comparar com as referências a outro assunto.  Interessante.</p>
<p>Para testar, usei dois assuntos que serão referência durante este ano e vejam os resultados (clique para aumentar):</p>
<div id="attachment_3194" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><a href="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/03/svd.jpg"><img class="size-full wp-image-3194" title="serraxdilma" src="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/03/svd.jpg" alt="serra x dilma" width="550" /></a><p class="wp-caption-text">compare as referências à Serra e Dilma</p></div>
<div id="attachment_3195" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><a href="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/03/svd2.jpg"><img class="size-full wp-image-3195" title="serra x dilma" src="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/03/svd2.jpg" alt="serra x dilma" width="550" /></a><p class="wp-caption-text">resultados em diversas midias</p></div>
<p>/continuação:<br />
O serviço é pago para informações e relatórios mais detalhados. Uma avaliação das referências positivas e negativas está entre as opções pagas. Isso começaria a qualificar um pouco os resultados.<br />
Dados quantitativos são apenas uma parte do que se pode verificar sobre um determinado fenômeno ou assunto. Dizem alguma coisa sobre o contexto onde se inserem, porém, um maior conhecimento deste contexto aliado a outros dados qualitativos é que vão aproximar os resultados da realidade.<br />
E mais:<br />
-termos de pesquisa ambíguos ou que são comuns a mais de um assunto vão alterar ou inviabilizar algumas pesquisas.<br />
-os resultados majoritariamente são do Twitter em relação à outros meios. (explicável, quem arrisca?)</p>
<p>Mesmo considerando estas limitações, é uma ferramenta interessante para verificar a temperatura de algum assunto em determinado momento.</p>
<h3  class="related_post_title">Entradas Relacionadas</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.gutierrez.pro.br/2009/01/dulcora/" title="# dulcora (*)"># dulcora (*)</a></li><li><a href="http://www.gutierrez.pro.br/2008/11/estudo-demonstra-que-passar-tempo-online-e-bom-para-desenvolvimento-dos-jovens/" title="Estudo demonstra que passar tempo online é bom para desenvolvimento dos jovens">Estudo demonstra que passar tempo online é bom para desenvolvimento dos jovens</a></li><li><a href="http://www.gutierrez.pro.br/2008/09/50-maiores-blogs-sobre-midias-sociais/" title="50 maiores blogs sobre Midias Sociais">50 maiores blogs sobre Midias Sociais</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Google Buzz</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 13:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google buzz]]></category>
		<category><![CDATA[google reader]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste últimos dias, duas coisas me entusiasmaram. A incrível comissão de frente do Unidos da Tijuca e o Google Buzz.  A primeira eu vou revisitar hoje à noite.  A segunda, venho usando desde o início e acompanhando toda a conversa que gerou nas redes. Não vou falar muito das questões relativas ao lançamento e dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste últimos dias, duas coisas me entusiasmaram. A <a title="unidos da tijuca" href="http://www.youtube.com/watch?v=UVIxH7K0b7o">incrível comissão de frente do Unidos da Tijuca</a> e o Google Buzz.  A primeira eu vou revisitar hoje à noite.  A segunda, venho usando desde o início e acompanhando toda a conversa que gerou nas redes.</p>
<p>Não vou falar muito das questões relativas ao lançamento e dos problemas iniciais com a privacidade, já bastante discutidos.  Aqui alguns artigos que recomendo sobre o Google Buzz:</p>
<p>)) <a title="Sobre  histeria, privacidade, Buzz e etc" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/sobre-histeria-privacidade-buzz-e-etc">Sobre  histeria, privacidade, Buzz e etc</a> &#8211; Sergio Lima</p>
<p>)) <a title="Redes Sociais e o Google Buzz" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/redes_sociais_e_o_google_buzz.html">Redes Sociais e o Google Buzz</a> &#8211; Raquel Recuero</p>
<p>)) <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/02/19/google-buzz-e-o-facebook-beacon-da-google/">Google  Buzz é o “Facebook Beacon” da Google</a> &#8211; Tiago Dória</p>
<p>)) <a title="Google Buzz copied FriendFeed’s worst features, why?" href="http://scobleizer.com/2010/02/15/google-buzz-copied-friendfeeds-worst-features-why/#">Google Buzz copied FriendFeed’s worst features, why?</a> &#8211; Robert Scoble</p>
<p>A ideia é, a la web 2.0, fazer generosamente um pouco do trabalho de uma equipe de testes e  listar algumas constatações pessoais sobre os primeiros dias de uso, inclusive algumas recomendaçõs sobre o aperfeiçoamento.   Inclusive para motivar os usuários a um bom uso, enquanto alguns melhoramentos não são implementados.  Para começar, gostei bastante do Google Buzz, principalmente pela organização das conversas ea possibilidade de amplitude. Vamos lá <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>)) o que eu gostei:</p>
<ul>
<li>Integração com o Gmail &#8211; acessível, simples, em tempo real</li>
<li>Agil para comunicações rápidas, mas não limitado a 140 caracteres \o/</li>
<li>Possibilidade de compartilhamento público ou dirigido a pessoas e grupos organizados de contatos.</li>
<li>Facilidade de interação nos próprios textos e nos de &#8216;seguidos&#8217;. (comentários)</li>
<li>Possibilidade de expansão da rede de contatos a partir da interação nos artigos postados por &#8216;seguidos&#8217;</li>
<li>Cada Buzz tem um link permanente, com uma página dedicada, distribuída por RSS, com todos os comentários organizados. Todos os <em>buzzes</em> ficam organizados em forma cronológica reversa na página do perfil do usuário e esta página permite comentários e tem distribuição por RSS.  (alguém aí pensou <em>blogue</em>?)</li>
</ul>
<p>)) o que eu não gostei</p>
<ul>
<li>Na medida em que as pessoas adicionam automaticamente outras redes e aplicativos (Twitter, Flickr, Blog, FriendFeed, &#8230;), alguma delas altamente &#8216;tagarelas&#8217;, falta de um mecanismo que possibilite escolher quais as redes dos &#8216;seguidos&#8217;  que serão seguidas.  Eu gostaria de bloquear o Twitter, o FriendFeed da grande maioria dos meus seguidos, pois o que eles divulgam de interesse, geralmente já recebi pelo Google Reader. Além disso, o FriendFeed de muitos repete o Twitter e o blog.</li>
<li>Sicronização de contatos &#8216;seguidos&#8217; com o <a title="Google Reader" href="http://www.google.com/reader">Google Reader</a> &#8211; atualmente, deixando de seguir alguém no Buzz, este contato é retirado da lista de compartilhamento do Reader e vice-versa. Como a <a title="Raquel Recuero" href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/">Raquel</a> aponta em seu texto (acima) e como alguns colegas e eu buzzamos <a title="usando o buzz" href="http://www.google.com/buzz/ssguti/gdByQaRpaDG/Decidi-vou-tirar-o-%C3%BAnico-site-que-conectei-aqui">aqui</a>,  as redes são diferentes. Novamente, poder escolher os aplicativos dos nossos &#8216;seguidos&#8217; é importante.</li>
<li>Embora os <em>buzzes</em> próprios fiquem organizados e buscáveis, seria interessante ter um sistema de arquivos, que poderia ficar <a title="perfil da suzana" href="http://www.google.com/profiles/ssguti#buzz">no perfil</a>.</li>
<li>O sistema de leitura poderia ser aperfeiçoado. O uso da tecla <em>n</em> para navegar entre as novidades é meio confuso.</li>
<li>O editor poderia permitir a edição em html ou  ampliar as marcações estilo wiki ou ter algumas ferramentas bem básicas de edição.</li>
<li>Falta um botãozinho de <em>rebuzz</em> (mas só depois de acertarem a redundância)</li>
<li>O envio por email a partir do Buzz para o Buzz, que poderia ser um provisório <em>rebuzz</em>, não funciona. Aliás, o buzz por email não manda o corpo da mensagem.</li>
</ul>
<p>Como já disse,  eu gostei bastante do <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Google Buzz</a> e penso que o Google vai fazer modificações em outros aplicativos (Reader, Chat, Igoogle) por conta dele. Vai valorizar o perfil google que já está ficando com cara de ambiente personalizado de aprendizagem.  Uma preocupação que fica é a concentração de tudo numa só plataforma gerenciada por uma empresa privada.</p>
<p>(em construção, mas já no olho do povo)</p>
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		<title>Buzz, Wave, Twitter &#8211; a cooperação e trabalho imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 16:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[visão de mundo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
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		<description><![CDATA[[aviso]Este texto não é uma análise do Google Buzz ou do Wave. É a expressão da minha opinião sobre os rumos das redes sociais e de seus suportes. Sobretudo uma reflexão inacabada sobre os nossos rumos nas redes. Assim, contribuições, críticas, concordâncias e discordâncias são bem vindas.[/aviso] No que se chama de sociedade da informação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[aviso]Este texto não é uma análise do <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Google Buzz</a> ou do <a title="Google Wave" href="https://wave.google.com/">Wave</a>. É a expressão da minha opinião sobre os rumos das redes sociais e de seus suportes. Sobretudo uma reflexão inacabada sobre os nossos rumos nas redes. Assim, contribuições, críticas, concordâncias e discordâncias são bem vindas.[/aviso]</p>
<p><a href="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/02/Image3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3171" title="twittbuzz" src="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/02/Image3.jpg" alt="buzz twitter" width="320" /></a>No que se chama de sociedade da informação, a divisão do trabalho assume contornos inesperados. Em vez da tradicional divisão entre quem pensa e quem executa, se intensifica a divisão entre aqueles que conseguem controlar, filtrar e utilizar a informação de acordo com suas necessidades e objetivos e aqueles que se perdem na avalanche de informações. Uma divisão que vai além da divisão que se estabelece no acesso à informação.</p>
<p>Considerando a informação que é produzida e circula na internet, podemos dizer que todos a produzem e reproduzem em maior ou menor grau. Afinal, a maioria de nós trabalha nestas fábricas sem salário que nós mesmo criamos nos galpões fornecidos por grandes corporações, através dos seus aplicativos\suporte de redes sociais. A acumulação capitalista, nestes nossos tempos, não se baseia somente na produção de mercadorias, mas na produção da inovação. E é negócio fazer circular o que cria e alimenta negócios.</p>
<p>Todo o santo dia blogamos, tuitamos, buzzamos e abusamos destes novos verbos, enfim, abastecemos ininterruptamente os canais e os reservatórios de informação, criando um valor que transcende o da informação original e individual. Podemos pesquisar um pouquinho neste imenso fluxo de dados, afinal&#8230;, não se amarra a boca do <span style="text-decoration: line-through;">burro</span> boi que puxa o arado. Porém, o fazemos muito aquém do poder das máquinas de pesquisa, que colhem, filtram, recirculam, extraem valor desta nossa cooperação. Não raro nos perdemos na pesquisa e saimos de mãos vazias. Informação demais desinforma. É comum perdermos o essencial no meio do que é banal.</p>
<p>Esta semana, estamos discutindo em diversas línguas, como o <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Buzz</a> é bom, o quanto o Buzz é ruim, como vamos usá-lo, porque vamos desligá-lo, o quê pode ser melhorado, &#8230;  Cooperação, trabalho imaterial, mais-valia total porque estamos trabalhando sem salário. O fazemos de livre e espontânea vontade? Sim. Com consciência? &#8230;</p>
<p>Ah! vamos desligar o Buzz, o <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com">Twitter</a>, a conexão com a internet &#8230; Ops! &#8230; É aqui que eu travo.  Observo estas redes que formamos, nas quais as pessoas compartilham e recompartilham automaticamente (em grande parte) as informações. Imaginemos um excelente e original texto publicado num blog.  Pela decisão do autor e as possibilidades do suporte, o texto é distribuido automaticamente para os agregadores, via RSS, para o <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com/">Twitter</a>, para o <a title="FriendFeed" href="http://friendfeed.com/">FriendFeed</a> , <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Buzz</a>, <a title="Tumblr" href="http://www.tumblr.com/">Tumblr</a>, <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com">Facebook</a> etc.</p>
<p>A partir daí rola uma cascata de eventos. O Twitter remete a informação automaticamente para o FriendFeed, para o Tumblr, para o Buz z, para o Facebook e gera um Feed RSS que a contém. O FriendFeed lança no Buzz tudo o que recebeu do blog, do Twitter, do Facebook, e gera um feed RSS. O Facebook faz o mesmo e a coisa toda começa a ficar circular. O eterno retorno da filosofia, um loop mal feito num código <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Além disso, o pessoal pode retuitar e, conta a lenda, que estão pedindo um botão de <em>rebuzzar</em> . (Please, Google, NO!)  Toda esta redundância e circularidade acontece, na maior parte, automaticamente e, pior, grande parte das pessoas nunca olha alguns destes seus <em>serviços</em>, que distribuem seus interesses, apesar do seu desinteresse. Um processo bem web 1.0 na web 2.0. Muitas vezes, tudo se resume a linkar seu perfil a um certo tipo de informação ou outro perfil.</p>
<p>À quem beneficia este acúmulo e sobreposição de informações repetidas <em>ad nauseam</em>? Será que a informação não ficará oculta da maioria dos mortais em meio a imensa quantidade de dados que circulam? Alguém aí reparou como estão menos proveitosas e mais difíceis as buscas depois que perfis e alterações de status começaram a ser indexados?</p>
<p>Todavia, &#8230; nestas redes que formamos, podemos criar muita coisa boa individual e socialmente. A pergunta é: como aproveitar isso sem incrementar a banalidade e sem reforçar a alienação? Todos estes maravilhosos e nem tão maravilhosos novos meios nos usam em maior medida do que nós pensamos os estar usando.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é mais o trabalhador que emprega os meios de produção, mas os meios de produção que empregam o trabalhador&#8221; (Marx, O Capital, I, p.357)</p></blockquote>
<p>O que Marx não previu foi que chegaríamos na mais-valia total, na maior alegria.  ((em contrução))</p>
<p>* imagem é <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/ca/">CC</a> criada por im a partir de<a href="http://www.luclatulippe.com/index.php/site/comments/free_twitter_birds/"> http://www.luclatulippe.com/</a> e do icone do Buzz.</p>
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