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	<title>//echo $me &#187; informação</title>
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		<title>Buzz, Wave, Twitter &#8211; a cooperação e trabalho imaterial</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 16:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[aviso]Este texto não é uma análise do Google Buzz ou do Wave. É a expressão da minha opinião sobre os rumos das redes sociais e de seus suportes. Sobretudo uma reflexão inacabada sobre os nossos rumos nas redes. Assim, contribuições, críticas, concordâncias e discordâncias são bem vindas.[/aviso] No que se chama de sociedade da informação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[aviso]Este texto não é uma análise do <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Google Buzz</a> ou do <a title="Google Wave" href="https://wave.google.com/">Wave</a>. É a expressão da minha opinião sobre os rumos das redes sociais e de seus suportes. Sobretudo uma reflexão inacabada sobre os nossos rumos nas redes. Assim, contribuições, críticas, concordâncias e discordâncias são bem vindas.[/aviso]</p>
<p><a href="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/02/Image3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3171" title="twittbuzz" src="http://www.gutierrez.pro.br/wp-content/uploads/2010/02/Image3.jpg" alt="buzz twitter" width="320" /></a>No que se chama de sociedade da informação, a divisão do trabalho assume contornos inesperados. Em vez da tradicional divisão entre quem pensa e quem executa, se intensifica a divisão entre aqueles que conseguem controlar, filtrar e utilizar a informação de acordo com suas necessidades e objetivos e aqueles que se perdem na avalanche de informações. Uma divisão que vai além da divisão que se estabelece no acesso à informação.</p>
<p>Considerando a informação que é produzida e circula na internet, podemos dizer que todos a produzem e reproduzem em maior ou menor grau. Afinal, a maioria de nós trabalha nestas fábricas sem salário que nós mesmo criamos nos galpões fornecidos por grandes corporações, através dos seus aplicativos\suporte de redes sociais. A acumulação capitalista, nestes nossos tempos, não se baseia somente na produção de mercadorias, mas na produção da inovação. E é negócio fazer circular o que cria e alimenta negócios.</p>
<p>Todo o santo dia blogamos, tuitamos, buzzamos e abusamos destes novos verbos, enfim, abastecemos ininterruptamente os canais e os reservatórios de informação, criando um valor que transcende o da informação original e individual. Podemos pesquisar um pouquinho neste imenso fluxo de dados, afinal&#8230;, não se amarra a boca do <span style="text-decoration: line-through;">burro</span> boi que puxa o arado. Porém, o fazemos muito aquém do poder das máquinas de pesquisa, que colhem, filtram, recirculam, extraem valor desta nossa cooperação. Não raro nos perdemos na pesquisa e saimos de mãos vazias. Informação demais desinforma. É comum perdermos o essencial no meio do que é banal.</p>
<p>Esta semana, estamos discutindo em diversas línguas, como o <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Buzz</a> é bom, o quanto o Buzz é ruim, como vamos usá-lo, porque vamos desligá-lo, o quê pode ser melhorado, &#8230;  Cooperação, trabalho imaterial, mais-valia total porque estamos trabalhando sem salário. O fazemos de livre e espontânea vontade? Sim. Com consciência? &#8230;</p>
<p>Ah! vamos desligar o Buzz, o <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com">Twitter</a>, a conexão com a internet &#8230; Ops! &#8230; É aqui que eu travo.  Observo estas redes que formamos, nas quais as pessoas compartilham e recompartilham automaticamente (em grande parte) as informações. Imaginemos um excelente e original texto publicado num blog.  Pela decisão do autor e as possibilidades do suporte, o texto é distribuido automaticamente para os agregadores, via RSS, para o <a title="Twitter" href="http://www.twitter.com/">Twitter</a>, para o <a title="FriendFeed" href="http://friendfeed.com/">FriendFeed</a> , <a title="Google Buzz" href="http://buzz.google.com/">Buzz</a>, <a title="Tumblr" href="http://www.tumblr.com/">Tumblr</a>, <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com">Facebook</a> etc.</p>
<p>A partir daí rola uma cascata de eventos. O Twitter remete a informação automaticamente para o FriendFeed, para o Tumblr, para o Buz z, para o Facebook e gera um Feed RSS que a contém. O FriendFeed lança no Buzz tudo o que recebeu do blog, do Twitter, do Facebook, e gera um feed RSS. O Facebook faz o mesmo e a coisa toda começa a ficar circular. O eterno retorno da filosofia, um loop mal feito num código <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Além disso, o pessoal pode retuitar e, conta a lenda, que estão pedindo um botão de <em>rebuzzar</em> . (Please, Google, NO!)  Toda esta redundância e circularidade acontece, na maior parte, automaticamente e, pior, grande parte das pessoas nunca olha alguns destes seus <em>serviços</em>, que distribuem seus interesses, apesar do seu desinteresse. Um processo bem web 1.0 na web 2.0. Muitas vezes, tudo se resume a linkar seu perfil a um certo tipo de informação ou outro perfil.</p>
<p>À quem beneficia este acúmulo e sobreposição de informações repetidas <em>ad nauseam</em>? Será que a informação não ficará oculta da maioria dos mortais em meio a imensa quantidade de dados que circulam? Alguém aí reparou como estão menos proveitosas e mais difíceis as buscas depois que perfis e alterações de status começaram a ser indexados?</p>
<p>Todavia, &#8230; nestas redes que formamos, podemos criar muita coisa boa individual e socialmente. A pergunta é: como aproveitar isso sem incrementar a banalidade e sem reforçar a alienação? Todos estes maravilhosos e nem tão maravilhosos novos meios nos usam em maior medida do que nós pensamos os estar usando.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é mais o trabalhador que emprega os meios de produção, mas os meios de produção que empregam o trabalhador&#8221; (Marx, O Capital, I, p.357)</p></blockquote>
<p>O que Marx não previu foi que chegaríamos na mais-valia total, na maior alegria.  ((em contrução))</p>
<p>* imagem é <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/ca/">CC</a> criada por im a partir de<a href="http://www.luclatulippe.com/index.php/site/comments/free_twitter_birds/"> http://www.luclatulippe.com/</a> e do icone do Buzz.</p>
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		<title>informação, comunicação, educação e pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 13:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos dias tenho lido muito, pensado muito e escrito muito pouco   Beirando aquele ponto no qual a quantidade (de informações) acaba alterando a qualidade, aumentando a fragmentação e  desinformando.  Mas, &#8230; este blog serve, também, para manter registros e sinalizar por onde andava su nesta semana. Leituras Como deve ser a escola que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias tenho lido muito, pensado muito e escrito muito pouco <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   Beirando aquele ponto no qual a quantidade (de informações) acaba alterando a qualidade, aumentando a fragmentação e  desinformando.  Mas, &#8230; este blog serve, também, para manter registros e sinalizar por <a title="Onde anda Su?" href="http://www.gutierrez.pro.br/onde/">onde andava su</a> nesta semana.</p>
<p><strong>Leituras</strong></p>
<blockquote><p>Como deve ser a escola que atende aos interesses e ideais da classe trabalhadora do campo e da cidade? Essa é a principal questão colocada no livro &#8220;<a href="http://www.expressaopopular.com.br/loja/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=451">Escola Itinerante &#8211; na fronteira de uma nova escola</a>&#8220;, de Isabela Camini, publicada pela editora Expressão Popular. in <a href="http://www.mst.org.br/node/8952">MST.org</a></p></blockquote>
<p><a title="Isabela Camini" href="http://lattes.cnpq.br/1449802398451691">Isabela</a> é minha colega na UFRGS, na linha de pesquisa Trabalho, movimentos sociais e educação. <a href="http://www.expressaopopular.com.br/loja/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&amp;codigo_produto=451">O livro</a> pode ser adquirido na <a href="http://www.expressaopopular.com.br/">Expressão Popular</a> que tem bons preços e os livros (encadernações) são de excelente qualidade. A editora Expressão Popular tem <a href="http://blog.expressaopopular.com.br/">blogue</a> e <a href="http://twitter.com/expressaopop">twitter</a>.</p>
<p><strong>Pesquisadores</strong></p>
<p>O <a title="Christofoletti" href="http://monitorando.wordpress.com/">Rogério Christofoletti</a> compilou uma interessante lista dos endereços &#8220;Twitter&#8221; de diversos pesquisadores na área da comunicação.  Esta semana pretendo tirar um tempo para ir conhecendo os colegas que ainda não conheço.  E já solicito:  coloquem no perfil do twitter o endereço de seus blogues <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8211; <a title="pesquisadores" href="http://monitorando.wordpress.com/2010/01/18/pesquisadores-da-comunicacao-no-twitter/">Lista de Pesquisadores no Twitter</a></p>
<p><strong>Haiti </strong></p>
<p>É bom transcender o Jornal Nacional, a Veja, a Zero Hora e toda a nossa midia que está tendo <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/content.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=6052">xiliques com o PNDH</a> e ler alguma coisa que não seja espetaculenta, imediatista e incompleta.  Recomendo:</p>
<p><a title="Os pecados do Haiti - Eduardo Galeano" href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16342">Os pecados do Hait</a>i &#8211; por<a href="http://www.operamundi.com.br/opiniao_ver.php?idConteudo=1037"> Eduardo Galeano para a Agência Carta Maior.</a></p>
<p><a href="http://www.operamundi.com.br/opiniao_ver.php?idConteudo=1037">O que você não está ouvindo sobre o Haiti, mas deveria estar</a> &#8211; Carl Lindskoog para <a title="Oeramundi" href="http://www.operamundi.com.br">Operamundi</a>.</p>
<p><a title="eua ocupam o Haiti" href="http://dialogico.blogspot.com/2010/01/eua-ocupam-o-haiti.html">EUA ocupam o Haiti</a> &#8211; síntese do <a href="http://dialogico.blogspot.com/">Dialógico</a></p>
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		<title>Para pensar o #twitterfail e a rede</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 17:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestas últimas horas, uma diversidade de leituras que fiz, originadas de diversos caminhos da rede provocaram algumas reflexões sobre o recente problema do Twitter. Dois dias atrás, sob um previsível e comum ataque DDoS, o Twitter caiu. Brinquei aqui sobre uma possível síndrome de abstinência de alguns usuários mais aficcionados, daqueles que não vão ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestas últimas horas, uma diversidade de leituras que fiz, originadas de diversos caminhos da rede provocaram algumas reflexões sobre o recente problema do <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>. Dois dias atrás, sob um previsível e comum <a href="http://www.infowester.com/col091004.php">ataque DDoS</a>, o Twitter caiu.</p>
<p>Brinquei aqui sobre uma possível síndrome de abstinência de alguns usuários mais aficcionados, daqueles que não vão ao banheiro sem antes anunciar no twitter. Os que possivelmente ficam sujeitos às <a href="http://www.naosalvo.com.br/vc/cuidado-para-nao-twittar-na-vida-real/">mais hilárias críticas</a>, principalmente as que falam da relevância do &#8220;que eu estou fazendo&#8221; da maioria dos mortais.</p>
<p>Fiquei pensando sobre este <a href="http://www.rebelion.org/docs/86360.pdf">EU</a> (primeiro círculo) que, repentinamente, perdeu sua identidade, desligado que foi dos únicos e aligeirados caminhos de expressão. Os EU de 140 caracteres tiveram que, por algumas horas, olhar para si em outros termos. E se, nisso, puderam vislumbrar um pouco do contexto e fazer algumas poucas relações, foi grande o ganho.</p>
<p>Pelo menos foi possível refletir sobre os problemas do pensamento único, ou do desalento de supor que &#8220;<a href="http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-100-0">não há alternativa</a>&#8220;. Ou, ainda, se surpreender com a constatação de que elas existem e que, para dizer o mínimo, é estratégico ter alternativas. Quando uma rota  está bloqueada, nossos <em>elos cooperativos</em> se formam por outras.</p>
<p>A rede tem muitos caminhos e a distribuição é o segredo para o seu não rompimento. Na prática, quando alguns caminhos se fecham ou se tornam irrelevantes (e para isso nem precisa um ataque de clones teleguiados, mesmo que eles existam aos montes),  é preciso olhar com atenção para as possibilidades em volta. Para as existentes, as quais por vezes deixamos em espera, e para aquelas que existem só em potência.</p>
<p>Esta semana ativei e reativei alguns caminhos e me desviei de outros. Um dos que reativei foi <a href="http://identi.ca/suzzinha">este aqui</a>. Livre e de código aberto, que &#8216;conversa&#8217; com <a href="http://www.twitter.com">o outro</a>, mesmo que a recíproca ainda não seja verdadeira. O <a href="http://identi.ca/">identi.ca</a> é uma instalação do <a href="http://laconi.ca/trac/">laconi.ca</a>, um software livre, de código aberto, que faz o mesmo que o twitter em servidores distribuídos.</p>
<p>Não faço parte dos que abraçaram o twitter como forma de caminho único. Aliás, um dos meus camnhos preferido é o RSS, que reúne e tem recuros para manejar\filtrar\refiltrar\compartilhar informações. Uso, atualmente, o <a href="http://www.google.com/reader">Google Reader</a> para <a href="http://www.google.com/intl/pt-BR/googlereader/tour.html">ler os meus feeds</a>, <a href="http://www.google.com/intl/pt-BR/googlereader/tour1.html">compartilhá-los</a>, postar em blogues\listas de discussão, comentar o que meus amigos e parceiros  compartilham e, até, para me comunicar (notas compartilhadas).</p>
<p>O importante nestas reflexões um tanto fragmentadas é apontar que é preciso aprofundar a reflexão, quando se pensa a rede.  Sair um pouquinho da superfície e da efemeridade dos últimos bits que circularam.  Principalmente quando se tem consciência de que somos construtores das redes e que temos uma boa autonomia nisso.<br />
Ler, também:</p>
<p><a href="http://www.scripting.com/stories/2009/08/06/rsscloudNews.html">RSS Clouds</a></p>
<p><a title="Building the user-centered web" href="http://benwerd.com/2009/07/building-the-user-centered-web/">Building the user-centered web (7)</a></p>
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		<title>CMPA e as TIC</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos o Colégio Militar de Porto Alegre tem se conscientizado do poder da informação ágil, correta e em rede. O site do colégio passou a ter um gerenciador de conteúdo (Mambo) que democratiza a publicação de notícias e ampliou os canais de comunicação com alunos, professores, pais e comunidade. Usa listas de discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Nos últimos anos o <a href="http://www.cmpa.tche.br/i">Colégio Militar de Porto Alegre</a> tem se conscientizado do poder da informação ágil, correta e em rede.  O site do colégio passou a ter um gerenciador de conteúdo (Mambo) que democratiza a publicação de notícias e ampliou os canais de comunicação com alunos, professores, pais e comunidade.</p>
<p>Usa listas de discussão para comunicações entre as seções de ensino e grupos de professores, mantém diversas comunidades no Orkut (<a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=30915">CMPA</a>, <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=5285793">Basquete CMPA</a>, <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=18512305">Coral</a>, <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=48863181">Banda</a>, ..) e, <a href="http://twitter.com/cmpa">aderiu ao Twitter</a>, dentro de uma idéia de disseminar a informação.</p>
<p>Penso que nestas boas iniciativas só falta uma: distribuir via RSS o conteúdo do site. Esta distribuição até já existe, mas o feed é muito ruim, pois não mostra o conteúdo e <span style="font-style: italic;">tenta</span> mostrar conteúdos internos e protegidos do site.</p>
<p>Penso que entrar na rede é um desafio  para qualquer escola, na medida em que estar na rede é ampliar a  presença para além da comunidade mais próxima.  Problemas e oportunidades estarão permanentemente no horizonte, mas&#8230;.  sem ousadia não há inovação e reinventar a escola passa por ousar um pouco mais <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Falando nisso, <a href="http://www.cmpa.tche.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1923&amp;Itemid=2&amp;lang=">repercutiu no CMPA as matérias da Revista A Rede e do Portal Conexão Professor</a> que, entre outras coisas, fala de projetos realizados no colégio.  Fui entrevistada e, além das minhas exepriências adquiridas na pesquisa, falei dos projetos de professores e alunos do CMPA que  utilizam as TIC.</p>
<p>Espero que este destaque possa incentivar as nossas aventuras com as TIC no colégio.</div>
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		<title>sociedade da avalanche de (des) informações</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/04/sociedade-da-avalanche-de-des-informacoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 17:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazendo uma apropriação particular de Tomaso di Lampedusa, eu estou aprendendo que toda a informação deve circular e RC* para que se tenha certeza de que a informação não terá a significância que poderia ter para ninguém. E fazendo uma leitura livre de Guy Debord, ando pensando que a construção do presente está sendo feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Fazendo uma apropriação particular de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Giuseppe_Tomasi_di_Lampedusa">Tomaso di Lampedusa</a>, eu estou aprendendo que toda a informação deve circular  e RC* para que se tenha certeza de que a informação não terá a significância que poderia ter para ninguém.</p>
<p>E fazendo uma leitura livre de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guy_Debord">Guy Debord</a>, ando pensando que a construção do presente está sendo feita pela circulação incessante da informação que ciclicamente retorna as mesmas pequenas tolices, entusiasticamente anunciadas como novidades importantes.</p>
<p>pseudoconcreticidade, diria Kosik<br />ideologia, retornaria Meszáros<br />fetichismo da mercadoria, concluiria Marx.</p>
<p>*re-circular</div>
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		<title>Dia da Consciência sobre a Privacidade das Informações &#8211; Data Privacy Awareness Day</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 08:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[Data Privacy Awareness Day]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Comecei a escrever este texto ontem, quando se comemorava o Data Privacy Awareness Day, mas não terminei. Então, libero ele agora, com certo atraso, mas colocando na roda algumas reflexões. Nos primórdios da internet, do IRC e das pagininhas toscas, uma discussão recorrente era sobre a pertinência de trocar fotos pela rede ou publicar fotografias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Comecei a escrever este texto ontem, quando se comemorava o <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3478075-EI4802,00.html">Data Privacy Awareness Day</a>, mas não terminei. Então, libero ele agora, com certo atraso, mas colocando na roda algumas reflexões.</p>
<p>Nos primórdios da internet, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IRC">IRC</a> e das pagininhas toscas, uma discussão recorrente era sobre a pertinência de trocar fotos pela rede ou publicar fotografias pessoais em sites, em relação às possíveis quebras de privacidade que isso podia trazer.</p>
<p>A menos que saiamos de máscara, a nossa cara é de acesso público. Está a disposição de qualquer um por quem cruzarmos na rua e, mais recentemente, das câmeras de segurança de qualquer lugar, dos fotógrafos amadores, das câmeras do google streetview, &#8230; Assim, estar num perfil do Orkut ou num blog qualquer é mero detalhe.</p>
<p>No fim de semana, estávamos na varanda,  tomando chimarrão, e eis que passa a <a href="http://4.bp.blogspot.com/_Ky4gBBn0qTs/SXDKhGLhsmI/AAAAAAAAKYA/Vo_Vkru8xJw/s1600-h/aeroveia.jpg">nossa governadora</a>, passeando com cachorros e um pequeno séquito familiar. Eu ali com o telefone móvel, sua câmera e o endereço do twitpic na agenda, estava a poucos segundos de mandar a foto da governadora  em trajes praieiros para o mundo. Se eu fosse um pouco menos preguiçosa e mais extremada podia mandar uma geo tag que permitiria alguém acertar ela com uma havaiana na Boianowski esquina com a Sepé.</p>
<p>Privacidade  é complicado.  Para não falar dos nossos textos que, mal são emitidos já correm o mundo via blog, twitter, google reader, telefone móvel, &#8230;  Isso antes mesmo de decidirmos a real e definitivamente por o ponto final.</p>
<p>- O rss não perdoa! &#8211; me disse estes dias a <a href="http://miriamsalles.info/wp/">Miriam Salles</a> (viu só, &#8230; estou espalhando). O feed já espalha a besteira e a torna uma presença incômoda, mesmo se corrigirmos rapidamente. E os nossos pecados antigos tendem a voltar no cache do Google ou numa busca antenada nos <a href="http://www.archive.org/">Internet Archives</a>, como tão constrangedoramente aprendeu <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2009/01/correspondente_da_globo_no_oriente_medio_foi_do_exercito_de_israel_escreveu_e_apagou_um_blog_racista.php">a jornalista da globo que deletou seu antigo blog</a>.</p>
<p>A informação publicada na internet é gravada e arquivada quase que instantaneamente, tem potencial de visibilidade, pode ser replicada, alterada, remixada ao infinito e recuperada em buscas ou em arquivos. De início, a maioria das pessoas não se dá conta destas propriedades e não compreende que o que está na web, em muitos casos, está publicado e pode ter acesso público.</p>
<p>A grande maioria, também, não lê os &#8220;termos de serviço&#8221; de espaços onde divulgam, estocam, compartilham informações. Muitos destes termos avisam que a informação colocada no site é de propriedade do site, podendo ser usada, replicada, publicada.</p>
<p>Recentemente, <a title="polêmica envolvendo o Facebook" href="http://www.gutierrez.pro.br/?p=1231">a polêmica envolvendo a utilização de  informações postadas no Facebook</a> mobilizou a blogosfera sobre o tema da privacidade e do controle da própria informação.  Esta mobilização acontece mais em ondas, nos momentos de ruptura, e realmente não consta da agenda como como assunto que deva ser levado em consideração no cotidiano da nossa presença na web.</p>
<p>Hoje, quando retomei este texto, pipocou um twitt da <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/">Raquel Recuero</a> falando de <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/sobre_a_questao_da_privacidade_data_privacy_awareness_day.html">um texto seu</a> sobre o Dia da Privacidade das Informações. Fui lá olhar e, seguindo o paradigma da rede no lugar do barulho repetido, indico a leitura do <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/sobre_a_questao_da_privacidade_data_privacy_awareness_day.html">texto da Raquel</a> na sequência deste meu, pois ela trata de pontos importantes, que eu até ia abordar aqui, mas que estão bem conduzidos por ela.  Como, por exemplo, a negociação de informações privadas de clientes pelas empresas. Quem aí não recebe propagandas que vem atreladas ao seu cadastro até de órgãos profissionais?</p>
<p>É muito fácil garimpar informações na internet, por isso ter o controle sobre as nossas informações é um exercício importante e deve partir do nosso conhecimento sobre o funcionamento e possibilidades da rede e dos sites\serviços online nos quais nos engajamos.</p></div>
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		<title>Informação em Rede</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 09:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Incrível! Instituições, pessoas, informações, meios, tecnologias, processos, fluxos, &#8230;. em rede com uma interface visual interessantíssima. Na Universitat Oberta de Catalunya: Conhecimento em Rede &#8211; UOC Clique para ver em tamanho maior, mas o melhor é acessar direto a rede uoc. Entradas RelacionadasRedes sociais, apropriação (internalização!) tecnológicaNo dia da in (ter) dependênciaPara pensar o #twitterfail [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível! Instituições, pessoas, informações, meios, tecnologias, processos, fluxos, &#8230;. em rede com uma interface visual interessantíssima.</p>
<p>Na <a href="http://www.uoc.edu/">Universitat Oberta de Catalunya</a>: <a href="http://red.uoc.edu/">Conhecimento em Rede &#8211; UOC</a></p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/rede-763134.jpg"><img style="cursor: pointer; width: 480px;" src="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/rede-763013.jpg" alt="rede uoc" border="0" /></a></p>
<p>Clique para ver em tamanho maior, mas o melhor é acessar direto a <a href="http://red.uoc.edu/">rede uoc</a>.</p>
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		<title>a economia da informação</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 14:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Não vou falar do campo de estudos que se situa entre a Economia, a Comunicação e a Ciência da Informação. Vou usar a palavra economia no sentido figurado de moderação. Uma moderação no sentido em que ela se aproxima da censura. Foi assim com a notícia do lançamento em terras chinesas do satélite venezuelano. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Não vou falar do campo de estudos que se situa entre a Economia, a Comunicação e a Ciência da Informação. Vou usar a palavra economia no sentido figurado de  moderação. Uma moderação no sentido em que ela se aproxima da censura.</p>
<p>Foi assim com a notícia do lançamento em terras chinesas do satélite venezuelano. O Terra publicou <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3292549-EI301,00-China+lanca+satelite+venezuelano+Simon+Bolivar.html">um texto</a> na área de &#8216;ciências&#8217; e, se procurarmos no Google, vamos achar a notícia somente em canais alternativos.</p>
<p>Aconteceu no dia 29 de outubro e eu li em 7 de novembro <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=4023">na Agência Carta Maior</a>. Só hoje comento.<br />A importância do fato para a Venezuela é óbvia e, também, é quase óbvia a sonegação desta informação, como a de todas as conquistas do povo venezuelano na sua opção por deixar de ser quintal.</p>
<p>Do texto de Carlos Alberto de Almeida  para a Agência Carta Maior, saliento este trecho que fala do Brasil:</p>
<p><span style="font-style: italic;"></span><br />
<blockquote><span style="font-style: italic;">[...] como pode um país com a economia e o território do porte que temos não dispor de uma empresa pública de satélite? Vale lembrar que os que vivem a alardear a tal “ameaça chavista” nunca comprovada, apoiaram frenéticamente a farra da privataria que levou a Embratel a se transformar em uma empresa sob controle de capitais norte-americanos. Para se perceber a gravidade deste fato, basta citar que até mesmo informações militares brasileiras hoje dependem da operação de satélites controlados por capitalistas norte-americanos.</span></p></blockquote>
<p>E, neste contexto todo, o que salta aos olhos é a importância da informação, do acesso a ela, da possibilidade de ter autonomia em termos de informação e de comunicação. E isso não se encontra fora do campo de discussão quando falamos das TIC em educação.</p>
<p>Aqui entra a necessidade de discutir a tecnologia, compreender a tecnologia e suas implicações. Motiva a procurar  respostas para as nossas dúvidas e resistências. Em saber realmente a favor de quem e contra quem transformamos ou não as nossas práticas.</div>
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		<title>rss, imagens e recursos para educação</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 19:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tabela Periódica compfight &#8211; buscador de imagens no Flickr 6 maneiras de filtrar as suas subscrições (rss) BeeNut &#8211; mensagens instantâneas &#8211; multi-protocolo (MSN, ICQ, Yahoo&#8230;) SendAlong &#8211; aplicativo web para enviar arquivos grandes por email Entradas RelacionadasCoisas da webSobre blogar, feeds, trends, leitores de conteúdos, redes e outras históriasGoogle Reader]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/linkli-700363.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/linkli-700358.jpg" alt="" border="0" /></a>
<ul>
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<li class="delicious-post delicious-odd"><a class="delicious-link" title="/ a flickr™ search tool" href="http://www.compfight.com/">compfight &#8211; buscador de imagens no Flickr</a> </li>
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<li class="delicious-post delicious-odd"><a class="delicious-link" title="multi-protocol instant messenger makes your free chat MSN, Yahoo!, AIM, ICQ all in one compatible IM client" href="http://www.beenut.com/">BeeNut &#8211; mensagens instantâneas &#8211; multi-protocolo (MSN, ICQ, Yahoo&#8230;)</a> </li>
<li class="delicious-post delicious-even"><a class="delicious-link" title="Send Large Files - Deliver and Transfer Files Online" href="http://www.sendalong.com/index.html">SendAlong &#8211; aplicativo web para enviar arquivos grandes por email</a> </li>
</ul>
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		<title>cobertura blogueira da Campus Party</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 10:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<category><![CDATA[campus party]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de clicar no Live Stream do Blogblogs, categoria blogs, e&#8230;. cadê? Nenhuma postagem sobre a Campus Party. No feed do twemes, mais de 1000 twitadas desde ontem à noite, mas a maioria são recados. No meio de quem está trabalhando ou usando o espaço para otimizar a sua participação, se encontra milhares de &#8216;olha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/naofui-741000.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/naofui-740997.jpg" alt="" border="0" /></a>Acabei de clicar no <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/campuspartybr2008">Live Stream do Blogblogs</a>, categoria blogs, e&#8230;. cadê? Nenhuma postagem sobre a Campus Party.  No <a href="http://www.twemes.com/twemes/cparty.rss">feed do twemes</a>, mais de 1000 twitadas desde ontem à noite, mas a maioria são recados. No meio de quem está trabalhando ou usando o espaço para otimizar a sua participação, se encontra milhares de &#8216;olha eu aqui #cparty&#8221;.
<div style="text-align: justify;">As postagens de blog twitadas foram raras. As que visitei cairam numa categoria que eu venho encontrando muito nesta fase explosiva da blogosfera: auto-referente. Ou seja, falam da maravilha que é estar na #cparty, mas o centro da postagem é a egotrip. Eu acordei, eu comi, eu conversei com ____ (aqui vem a listagem dos blogueiros A-list), eu gostei de a, b, c, não gostei de f, g ,h. Porém, nada informa ou compartilha, pois a, b, c, etc são citados, mas não explicados.</p>
<p>Quem lê estas auto-referências fica sabendo muito pouco sobre a Campus Party, seus espaços, confe e desconfe rências, feiras, debates etc, mas fica íntimo do aparelho digestivo (com sorte!) de alguns blogueiros <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Nada contra a auto-referência, acho ela até importante, mesmo num blog que se propõe a blogar um evento, porém como <u>coadjuvante</u>, mas não como conteúdo principal.</p>
<p>Outro tipo de postagem comum é o tiroteio de novidades, microhypes, com blogs querendo competir com a grande imprensa e deixando uma imagem de quem só bloga porque ainda não arrumou um bico na redação de algum jornal.</p>
<p>Nem o <a href="http://www.campus-party.com.br//blogoficial">Blog Oficial da Campus Party</a> está publicando mais do que notícias rápidas, curiosidades e ficando mais no aspecto festa da campus. Procurei por alguma matéria sobre a palestra do Steven Johnson e não achei. No <a href="http://www.campus-party.com.br/index.php3?SEC=131&amp;action=HOME&amp;checksum=7fb2925bc5fab5006f7d0e3452809247">Campus Blog</a> (outro espaço) só fiquei sabendo que ele está lá e lançou aqui um dos seus livros mais recentes.</p>
<p>Aí que, no meio deste meu texto, resolvi dar uma papirada no Google Blog Search, para focar a coisa nos blogs. E&#8230;</p>
<p>&#8230; quase nada.</p>
<p>Somente algumas luzes para iluminar o túnel:</p>
<p><a href="http://prof-david.blogspot.com/">Professor David</a> &#8211; agradável cobertura sobre muitos momentos da Campus Party. Ver a postagem sobre a palestra do <a href="http://prof-david.blogspot.com/2008/02/quinta-no-campus-party.html">Jon Maddog Hall</a>.</p>
<p>Johny Ken, do <a href="http://www.jonnyken.com/infoblog/category/campus-party/">Infoblog</a> &#8211; especialmente o <span style="font-style: italic;">post</span> sobre <a href="http://www.jonnyken.com/infoblog/2008/02/11/nota-zero-para-a-cobertura-dos-blogueiros-para-o-tapete-vermelho-do-campus-party/">os blogueiros e o tapete vermelho</a>.</p>
<p><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/?tag=campusparty08">Sérgio Lima</a></p>
<p>Jacqueline, do <a href="http://jacquelinelafloufa.wordpress.com/">Pensamenteando</a>.</p>
<p>Alguém aí arrisca a falar sobre os porquês desta rarefação blogueira?</p>
<p>* a imagem é de <a href="http://filipefreitas.net/blog/">Felipe Freitas</a></p>
<p>update: 19h >> agora encontrei postagens de blog no live stream. Vai ver <s>era</s> é algum problema <s>momentâneo</s> que está atrasando o stream. Agora, 19h,  apareceram postagens de ontem às 21h.</p>
<p>19:20 >> o assunto blogs x midia tradicional é o que está esquentando as postagens.</div>
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		<title>heat ledger e as loiras nuas&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 11:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[heat ledger]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se trata de nenhuma das tão comuns investidas contra a vida privada dos que já não estão aqui para se defender. Heat Ledger, que possa estar feliz na sua nova vida, continua trazendo um tráfego desavisado a este blog por conta daquela minha postagem sobre o formato e a disseminação da informação. Ele não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Não se trata de nenhuma das tão comuns investidas contra a vida privada dos que já não estão aqui para se defender.  Heat Ledger, que possa estar feliz na sua nova vida, continua trazendo um tráfego desavisado a este blog por conta daquela <a href="http://www.gutierrez.pro.br/2008/01/notcia-da-morte-de-heat-ledger-foi.htm">minha postagem</a> sobre o formato e a disseminação da informação.</p>
<p>Ele não tem nada a ver com as loiras nuas do título, que foram o exemplo de uma <a href="http://www.gutierrez.pro.br/2008/01/gostosa-loira-nua.htm">outra postagem</a> sobre o oportunismo lingüístico para atrair visitantes ao blog.</p>
<p>Pois é, mas tanto Heat Ledger quanto as loiras subiram no ranking de palavras-chaves que trouxeram pessoas até o meu blog através de mecanismos de busca.  Pessoas que certamente não encontraram o que buscavam, o que demonstra as limitações dos buscadores e as dificuldades das pessoas em dar consistência e foco para termos de busca.</p>
<p>A diferença, nesta dança das palavras-chaves,  é que Heat Ledger, infelizmente, será um assunto passageiro, enquanto &#8220;loira nua&#8221; deverá crescer no ranking nesta época pós carnaval. A mistura heat ledger + loira nua, com quase certeza, vai abrir um outro veio de busca. E eu já estou lamentando não ter feito uma mini-pesquisa em cima disso, com um acompanhamento menos informal deste processo.</p>
<p>E para terminar, sem frustrar quem veio aqui atrás do Ledger (para as loiras eu estou me lixando), indico <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2008/01/28/a_homenagem_de_daniel_day_lewis_a_heath_/">este texto do Inagaki</a>, sobre a comovente homenagem à Heat Ledger, feita por Daniel Day-Lewis .</div>
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		<title>web 3.0 &#8211; individualidade ou a sofisticação da dominação do mercado?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 07:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu pertenço ao grupo dos que pensam que as denominações web 1.0 , 2.0 e, agora, 3.0 têm sua utilidade para designar aplicativos, processos, cultura de um determinado estágio de desenvolvimento da web. Porém, não são períodos distintos, não são rupturas no que se poderia chamar de um paradigma web. Mais ou menos como entendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/web3-705429.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/web3-705427.jpg" title="web 3" align="left" border="0" /></a>Eu pertenço ao grupo dos que pensam que as denominações web 1.0 , 2.0 e, agora, 3.0 têm sua utilidade para designar aplicativos, processos, cultura de um determinado estágio de desenvolvimento da web.  Porém, não são períodos distintos, não são rupturas no que se poderia chamar de um paradigma web.
<div style="text-align: justify;">Mais ou menos como entendo a pós-modernidade como mais um jeitinho que o capitalismo está dando para lidar com as suas crises.</p>
<p><a href="http://www.readwriteweb.com/about_josh.php">Josh Catone</a>, no <a href="http://www.readwriteweb.com/">Read Write Web</a>, <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/web_30_is_it_about_personalization.php">comenta</a> a matéria de <a href="http://www.guardian.co.uk/profile/jemimakiss">Jemima Kiss</a> no jornal <a href="http://www.guardian.co.uk/">UK&#8217;s Guardian</a>, onde ela afirma que a <a href="http://www.guardian.co.uk/media/2008/feb/04/web20">web 3.o seria sobre recomendação e personalização</a>.  Diz ela:</p>
<p>&#8220;Enquanto os Tim Berners Lee do mundo trabalham para que a linguagem da web funcione mais eficientemente por trás do cenário, nossa tarefa é trabalhar inteligentemente com estas tecnologias em nossos negócios.&#8221; (tradução BEM livre)</p>
<p>E cita o <a href="http://www.facebook.com/business/?beacon">Facebook Beacon</a> (<a href="http://www.gutierrez.pro.br/2007/12/privacidade-nas-redes-sociais.htm">que já comentei aqui</a>, pela controvérsia que causou um tempo atrás), a <a href="http://www.lastfm.pt/">Last.fm</a> como exemplo do processo de personalização e recomendação.</p>
<p>Josh Catone comenta que o cenário desenhado por Jemima Kiss é o sonho dos marqueteiros. E evoca as definições de web 3.0 que seus leitores construiram, salientando a de  <a target="_blank" href="http://www.outofrhythm.com/">Robert O&#8217;Brien</a>, que definiu a web 3.o como um &#8220;eu assíncrono e descentralizado&#8221;. Web 1.0 : Centralize-os;  Web 2.0: Distribua-nos; Web 3.0: Decentralize-me. &#8211; escreveu Robert.</p>
<p>Catone comenta que tanto Kiss, como O&#8217;Brien apontam para a recomendação, a personalização, que são as promessas da web semâtica. E continua dizendo que &#8220;a maneira mais fácil de vender a idéia da web semântica aos consumidores é falar de como ela tornará as suas vidas mais fáceis. Quando as máquinas entenderem termos humanos e aplicarem isso ao manejo da informação, nós teremos uma web que sabe o que queremos e quando queremos&#8221;.</p>
<p>Será?</p>
<p>Na seqüência, Catone cita <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/web_30_4cpvs.php">Sramana Mitra</a> que, na sua opinião, coloca a coisa em outros termos. Mitra afirma que na web 3.0 veremos a emergência da informação contextualizada e, a partir daí, a web 3.0 se dirigirá à estas necessidades em seu contexto.</p>
<p>Será? Será?</p>
<p><u>Eles >> Nós >> Eu</u> &#8211; Nesta ordem, aparentemente a web 3.0 seria a morte da web social.  Sim, se considerarmos os pronomes. Não, se considerarmos os verbos. A web 3.0, ou o caminho que a web está seguindo no momento, é a da escolha das conexões, neste processo onde o &#8216;eu&#8217; se descentraliza e filtra as suas conexões com o que &#8216;nós&#8217; distribuímos, abrindo mão de muita coisa que alguns centralizaram.</p>
<p>Ou, tudo isso entraria na lógica maior, no contexto onde todas as webs estão inseridas?<br />Na lógica da informação como mercadoria e, também, como matéria prima de mais informação-mercadoria. Na lógica das necessidades criadas, na economia do desperdício, tão característica da nossa época.</p>
<p>A grande luta será identificar as nossas necessidades e escapar dos identificadores (criadores) de necessidades que embalam a informação no conteúdo e formato que querem que elas sejam <span style="font-style: italic;">consumidas</span>.</p>
<p>A web 3.0, neste caso, seria a descentralização e a liberdade de escolha entre as <u>opções oferecidas</u>&#8230;  No <span style="font-style: italic;">fast food</span> em que parte da web vem se transformando, aquilo que escolhemos hoje, determinará aquilo que nos venderão amanhã. E se vende a própria possibilidade de vender alguma coisa&#8230;</p>
<p>Porém, como as coisas não são <span style="font-style: italic;">ou isso ou aquilo</span>, e, sim, são muito mais complexas e interconectadas, é possível pensar caminhos alternativos no desenvolvimento da web. Tenha ela a numeração que tiver. Até porque estas versões 1, 2, 3 coexistem, neste exato momento.</p>
</div>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/catador-759631.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/catador-759626.jpg" alt="" border="0" /></a><a href="http://img.terra.com.br/i/2008/02/04/693310-0007-ga.jpg"><span style="font-size:85%;">camarote flutuante, carnaval 2008 &#8211; foto de Mário Nunes &#8211; Photo Rio News</span></a></div>
<div style="text-align: justify;">A grande alegria é saber que por trás dos computadores existem pessoas, e pessoas não são <span style="font-style: italic;">absolutamente</span> programáveis em suas necessidades. Pessoas tendem a se apropriar das coisas e serem incrivelmente criativas.</div>
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		<title>A notícia da morte de Heat Ledger foi estratégia para promover filme</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 09:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[categorias]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[teoria]]></category>
		<category><![CDATA[contradição]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
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		<description><![CDATA[ou a contradição na orgia de informações ou, ainda, de como a notícia (e a desgraça alheia) servem para movimentar os contadores de acesso. Ontem, comentei no blog da Gabriela sobre a questão da estrutura da notícia, usando como exemplo a notícia da morte do ator Heath Ledger: No meu entender, uma notícia, como esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">ou</p>
<p><span style="font-style: italic;">a contradição na orgia de informações</span></p>
<p>ou, ainda,</p>
<p><span style="font-style: italic;">de como a notícia (e a desgraça alheia) servem para movimentar os contadores de acesso.</span></p>
<p>Ontem, comentei no blog da Gabriela sobre a questão da estrutura da notícia, usando como exemplo a notícia da <a href="http://edition.cnn.com/2008/SHOWBIZ/Movies/01/22/heath.ledger.dead/index.html">morte do ator Heath Ledger</a>:</p>
<p><span class="text"><span style="font-style: italic;"></span><br />
<blockquote><span style="font-style: italic;">No meu entender, uma notícia, como esta que usas como exemplo, deveria ter pelo menos 2 camadas. A primeira camada seria o básico: quem era H.L., o que se sabe inicialmente, o que vai acontecer (quais os desdobramentos prováveis). Numa segunda camada viria o aprofundamento da notícia e, aí, entrariam os arquivos sobre o ator e as outras possibilidades que tu citas.</span></p></blockquote>
<p></span><span class="text"></span><span class="text"><br />
<blockquote><span style="font-style: italic;">Eu fiquei sabendo desta notícia pelo Twitter (anota aí para tuas observações <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ), pela Raquel. Não lembrava quem era o H.L. e digitei no Google, como a maioria dos mortais. Aí, entre as páginas que abriram, cliquei na CNN, a mais conhecida, li a notícia curta (penso que eles alteraram a página, pois não é a mesma que aparece hoje) e fim. Minha curiosidade foi até aí. (camada 1 suficiente)</span></p></blockquote>
<p></span><span class="text"></span><span class="text"><br />
<blockquote><span style="font-style: italic;">Se as coisas da camada 2 (ou 3 ou 4) estivessem misturadas, só ia me atrapalhar. Para mim a camada 2 é algo que tu clicas para ler (hiperlinks no texto ou indicações finais) ou a seqüência de uma introdução que resume os fatos.</span></p></blockquote>
<p></span><span class="text"></span><span class="text"><br />
<blockquote><span style="font-style: italic;">Há uma tendência para a orgia informativa a partir de qualquer fato e, este excesso, acaba desinformando.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-style: italic;"></span></span><br /><span class="text">Hoje, incrivelmentedenovo via <a href="http://twitter.com/">twitter</a>, o <a href="http://twitter.com/interney">Edney</a> manda o link para o <a href="http://www.interney.net/blogs/">Interney Blogs</a> e eu dou de cara com esta postagem:</span><br /><span class="text"></span><br /><span class="text"><span style="font-style: italic;"><br />
<blockquote>A Warner Bros e os produtores de Batman, The Dark Knight (2008, ainda inédito) confirmaram há pouco que as informações sobre a suposta morte do ator Heath Ledger foram uma estratégia viral para a divulgação do filme. [leia mais no <a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2008/01/24/morte_de_heath_ledger_apenas_um_viral">Enloucrescendo</a>]</p></blockquote>
<p></span></span><br /><span class="text"></span><br /><span class="text">Eu até já ia acreditando, quando vi que o projeto de <a href="http://www.quatrocantos.com/LENDAS/lendas_urbanas.htm">lenda urbana</a> era outro. A manipulação da informação ou da desinformação tira mais valia de tudo que aconteceu, do que não aconteceu, do que seria interessante ter acontecido e de qualquer coisa que possa fazer as pessoas continuarem girando em torno de um determinado fato (nem sempre real). Por que? Bom, &#8230; tem gente que vive disso e a criação de necessidades artificiais (inclusive de informação) faz parte da lógica do modo de produção dominante no mundo hoje.</span><br /><span class="text"></span><br /><span class="text">Só  partindo da contradição que é desinformar informando e do contexto onde se move esta contradição, para poder compreender estas coisas.  Vou <a href="http://www.gutierrez.pro.br/onde/2004/04/como-es-deslocamentos-e-suportes.html">reler Kosík</a>.</span><span class="rss:item"></span><br /><span class="text"></span><br /><span class="text"></span></div>
<p><span class="text"><br /></span></p>
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		<title>wikipedia, um oráculo de delfos terceirizado?</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2008/01/wikipedia-um-oraculo-de-delfos-terceirizado/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 15:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[wikipedia]]></category>

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		<description><![CDATA[Conta a lenda que Zeus, usando duas águias ao invés do google earth, determinou certinho o lugar do umbigo do mundo e decretou que ali, exatamente naquela pedrinha (o Oráculo de Delfos), situada perto do monte Parnaso, ele responderia as consultas que lhe fossem feitas. No século XXI, há quem pense que este divino serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/biscoito-796357.JPG"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://www.gutierrez.pro.br/uploaded_images/biscoito-796353.JPG" alt="" border="0" /></a>Conta a lenda  que Zeus, usando duas águias ao invés do <a href="http://earth.google.com/intl/pt/">google earth</a>, determinou certinho o lugar do umbigo do mundo e decretou que ali, exatamente naquela pedrinha (o Oráculo de Delfos), situada perto do monte Parnaso, ele responderia as consultas que lhe fossem feitas.
<div style="text-align: justify;">No século XXI, há quem pense que este divino serviço foi terceirizado e que agora atende pelo nome de <a href="http://pt.wikipedia.org/">Wikipedia</a>.</p>
<p>Hoje li uma postagem muito interessante do idelber, na qual, entre outras coisas ele diz:</p>
<p><span style="font-style: italic;">Poucas coisas foram saudadas com tanto triunfalismo como a Wikipedia. É muito sedutora a idéia de uma comunidade aberta, produzindo conhecimento coletivamente, com a possibilidade de permanentes revisões. Cheguei a ver gente inteligente, que eu respeito, dizendo que na Wikipedia </span><b style="font-style: italic;">qualquer</b><span style="font-style: italic;"> erro se corrigia em questão de minutos. O </span><a style="font-style: italic;" target="_blank" href="http://www.pedrodoria.com.br/">Pedro Dória</a><span style="font-style: italic;"> colocou uma semente de ceticismo bem fundamentado nessa discussão há uns tempos. Confirmei que ele estava certo. A quantidade de erros é absurda. Nos temas polêmicos – o que significa toda a esfera das ciências humanas e sociais &#8211;, vence a versão de quem tem mais tempo, grita mais alto e faz mais lobby. [<a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2008/01/por_que_eu_nao_recomendo_a_wikipedia.php">ler mais</a>]</span><br /><span style="font-style: italic;"></span><br /><span style="font-style: italic;"></span>Eu que até gosto de usar a wikipedia para exemplificar algumas coisas, concordo com o Idelber na maior parte das ressalvas que ele faz. A variedade e a fidedignidade das fontes de pesquisa são muito importantes para que se absolutize alguma delas.</p>
<p>Recomendo muito, principalmente aos professores, uma visita ao <a href="http://www.idelberavelar.com/">Biscoito Fino e a Massa</a> para descobrir porque o Idelber <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2008/01/por_que_eu_nao_recomendo_a_wikipedia.php">não recomenda a Wikipedia</a>.</div>
<p><span style="font-style: italic;"></span></p>
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		<item>
		<title>Na dúvida, mundo se informa por blogs</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2005/09/na-duvida-mundo-se-informa-por-blogs/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2005 09:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[katrina]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo da Folha de São Paulo enviado para a lista Intermezzo: Se o 11 de Setembro foi o evento marcado pelos recados nos celulares e pelos e-mails enviados pelas vítimas e o período oficial da Guerra do Iraque não viu mais do que meia dúzia de diários virtuais narrarem os acontecimentos do front (como Salam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Artigo da Folha de São Paulo enviado para a lista <a href="http://groups.yahoo.com/group/intermezzo-lista" target="_blank">Intermezzo</a>:</p>
<p><i>Se o 11 de Setembro foi o evento marcado pelos recados nos celulares e pelos e-mails enviados pelas vítimas e o período oficial da Guerra do Iraque não viu mais do que meia dúzia de diários virtuais narrarem os acontecimentos do front (como Salam Pax), a tragédia do furacão Katrina entrará para a história como o dia em que a imprensa tradicional cedeu lugar aos blogs.</i></p>
<p>:: <a href="http://planeta.terra.com.br/educacao/Gutierrez/textos/2005_09_04_arq.htm#112592690296082297" target="_blank">leia mais</a></p>
<p>No final da reportagem a comprovação do eu falei num <a href="http://www.ufrgs.br/tramse/gutierrez/blog/2005/09/uma-questo-de-classe.htm" target="_blank">post anterior</a>:</p>
<p><i>Idelber Avelar, fez de seu <a href="http://www.idelberavelar.com/" target="_blank">O Biscoito Fino e a Massa</a> um necessário centro de divulgação de nomes de pessoas, a maioria brasileiros, que se encontravam no centro do furacão e, passado o pior, já deram sinal de vida ou continuam desaparecidas.</i></p>
<p><b>update</b> >> Neste tema, uma lista de blogs e outros elaborada pela <a href="http://www.sindromedeestocolmo.com/archives/2005/09/cronica_de_um_d.html" target="_blank">Denise</a>:</p>
<li><a href="http://www.idelberavelar.com/" target="_blank">Notícias da Destruição em New Orleans</a> &#8211; Biscoito Fino.</li>
<li><a href="http://www.verbeat.org/blogs/stuckinsac/arquivos/2005/08/politica_de_bus.html" target="_blank">Política de Bush Agrava Desastre do Katrina</a> &#8211; Stuck in Sac.</li>
<li><a href="http://www.verbeat.org/blogs/stuckinsac/arquivos/2005/09/qual_e_a_graca.html" target="_Blank">Qual é a graça, smirking chimp?</a> &#8211; Stuck in Sac.</li>
<li><a href="http://trovasetrombos.blogspirit.com/archive/2005/09/02/o-haiti-e-ali.html" target="_blank">O Haiti é ali</a> &#8211; Trovas &amp; Trombos.</li>
<li><a href="http://lixotipoespecial.blogspot.com/2005/09/nosso-desejo-tambm-que-new-orleans.html" target="_blank">Save N.O.</a> &#8211; Lixo Tipo Especial.</li>
<li><a href="http://coisasdalaurinha.blogspot.com/2005/09/hurricane-katrina-5-dias-depois.html" target="_blank">Hurricane Katrina, 5 dias depois</a> &#8211; Coisas da Laurinha.</li>
<li><a href="http://arte.typepad.com/parte/2005/09/race_and_class.html#comments" target="_blank">Race and Class</a> &#8211; (P)arte.</li>
<li><a href="http://arte.typepad.com/parte/2005/09/solidarit_e_fra.html#comment-9062753" target="_blank">Solidarité e Fraternité</a> &#8211; (P)arte.</li>
<li><a href="http://megui.blogspot.com/2005/08/katrina.html" target="_blank">Katrina</a> &#8211; Diario de Bordo.</li>
<li><a href="http://numero12.blogspot.com/2005_09_01_numero12_archive.html#112562652579865118" target="_blank">When the levee breaks (ou Ensaio sobre a Cegueira)</a> &#8211; Número 12.</li>
<li><a href="http://pecusbilis.blogspot.com/2005_09_01_pecusbilis_archive.html#112558193140795243" target="_blank">Muddy Water</a> &#8211; Pecus Billis</li>
<li><a href="http://liberallibertariolibertino.blogspot.com/" target="_blank">A história de Alex e Oliver em New Orleans</a> &#8211; LLL.</li>
<li><a href="http://umamallapelomundo.blogspot.com/" target="_blank">Esbranquiçamento de corais e aquecimento global </a> &#8211; Lucia Malla.</li>
<li><a href="http://www.nemonox.com/ppp/archives/2005_09.html#007542" target="_blank">Incompetência, descaso, ou ambos?</a> &#8211; Nemo Nox.</li>
<li><a href="http://rosebud-nyc.blogspot.com/" target="_blank">Carta de Michael Moore a Bush</a> &#8211; Nothing simple is ever easy.</li>
<li><a href="http://smartshadeofblue.brblog.com/archives/001969.html" target="_blank">Their potato is baking</a> &#8211; Smart Shade of Blue.</li>
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