nov 19 2010

mil portas

Categorias: cultura,genteSuzana Gutierrez @ 21:29

casa das mil portas

casa das mil portas

Uma das coisas que quero fazer neste próximo ano é ir arrumando este blogue. Na migração que fiz, muito link ficou quebrado, texto desconfigurado, imagens ‘sumidas’. E nestes últimos dois anos foi impossível mexer, acertar estas coisas e postar os arquivos que tenho de 2002,  salvos do primeiro blog.

Vai ser algo assim com buscar o tempo. Vou brincar de Marcel Proust, sabendo que não estou fora das contingências do tempo.  E, neste processo, relembrar algumas coisas que foram muito ‘queridas’. Uma delas tem muitas portas de entrada…  🙂  Em 2005, bem antes dos microblogues, nós já escrevíamos com 50 carácteres ou menos.

Texto livre e solto, mas sem faltar poesia. Na Casa das Mil Portas, uma grande ideia do Nemo Nox,  cada vez que tu bateres, alguém vai abrir. E se for a “Su”, sou eu 🙂

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dez 13 2009

aquilo que rompe com a inércia dos tempos

Categorias: gente,linksSuzana Gutierrez @ 12:32

Ou um pouco do que me desviou nesta semana:

# Palavrões – por Sanzio, via Luis Nassif ((obrigada, Sérgio!))

# The Count | PERSONALIZE MEDIA (vá olhar, ora!)

# Muito Feliz! – Bem vinda, Vanessa, ao mundo dos prazos, da agonia e da alegria…

# Cibercultura e escola, um namoro cada vez menos tabu – obrigada, Lilian!

# SciELO adota Creative Commons para atribuição de acesso e uso – via Idelber no GReader.

# Defenda nosso Código Ambiental – via Claudia do Dialógico.

# Diário de Copenhaga: o conceito de “viver bem” – via Esquerda.Net.

# Série Tecnologias digitais no Salto para o Futuro – via Marli Fiorentin. Dá-lhe, gurizada  🙂

Ainda sobre blogs – via Lady A

# Tecnologia e História – obrigada, Jarbas!

e mais nos “meus itens compartilhados” no Google Reader.

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nov 21 2009

Adeus a Daniel Pádua, o artesão das redes

Categorias: blogosfera,gente,internet,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 11:59

“Tecnologia é mato, o importantes são as pessoas” (dpadua)

dpadua

dpadua

A vida constantemente nos lembra de sua efemeridade e da complexidade dos seus  aparentemente simples caminhos. Quando alguém jovem e no movimento de seus projetos se vai,  fica aquela sensação de injustiça, de interrupção de uma trajetória necessária.

Uma coisa que me marcou muito ao ler Bakhtin foi a sua colocação da vida como narrativa que não é nossa. Narrativa que sempre vamos deixar inacabada e que compete ao outro, aquele outro que conosco divide este espaço e este tempo, colocar o ponto final. Desde ontem, nós (os outros!), de muitas e diferentes formas tentamos continuar a narrativa do Daniel.

Faço a minha parte contando que conviver com Daniel na rede é prova de que é possível realmente colaborar, interagir, fazer parte e, sobretudo, ser livre.  Desde 2003 , Daniel era parte das minhas ‘sinapses‘, a turma do MetaFora,  das diversas listas xemelentas que me ensinaram muito. E o dpadua sempre foi um dos mais criativos e antenados e, também, tanto quanto as nossas conexões possam refletir, sensível, utópico, romântico e … autodivertido.

Ontem, ele partiu para novas aventuras e deixou suas ideias, sua generosidade. Algumas delas eu pude salvar da extinção algum tempo atrás. Para alguma coisa serve a minha mania de guardar tudo, mesmo nas versões 1.1. Assim, guardei e pude restituir ao seu autor o Manifesto do Artesão das Redes. Fiquei feliz por isso, mesmo que eu pudesse discutir este manifesto por umas boas horas com ele 🙂 E é pra isso que servem as ideias, para fazer as coisas se moverem.

Mas, … como disse o Daniel:

Mexa essa bunda gorda e crie suas redes. Encontre os instrumentos alternativos e crie as táticas de que precisa.  Seja um camaleão tecnológico. Um ciborgue movido pela própria poesia

vamos?

* os arquivos da web ainda guardam os esporos

** a foto peguei da web, avatar do blogblogs

*** vale ler a nota de falecimento no site  Br-Linux.

**** E as manifestações das outras sinapses:

)) Sapo Crocante – Alfarrábio

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