out 08 2010

Uma contribuição à campanha política

Categorias: Brasil,políticaSuzana Gutierrez @ 13:36

Pensar e discutir o futuro a partir de temas como estes >> clique as imagens para ver em tamanho grande
*créditos: Bruno Barros
** a ideia veio de Proposta de Viral, compartilhada por Idelber Avelar
**** a inexatidão em alguma concepção de uso dos números não altera a tendência

[update] O Idelber entrou na proposta e recomenta este texto para aprofundar alguns pontos para debate.

[update 2] Juntei todas as contribuições

Lula x FHC I

Lula x FHC I

PT x PSDB

PSDB (FHC- Serra) x PT (Lula-Dilma) por Bruno Barros

Lula x FHC

Lula x FHC III

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out 02 2010

#Dilma #Paim #Abgail #Tarso #13

Categorias: Brasil,política,porto alegre,RSSuzana Gutierrez @ 22:48

A pauta de amanhã 8)

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jan 04 2010

2010

Categorias: Brasil,mundo,visão de mundoSuzana Gutierrez @ 12:02

Este blog entrou 2010 em silêncio. Não porque não houvessem histórias a contar, mas achei melhor ser parte mais ativa delas e perdi alguma coisa daquele lado coadjuvante observador que é o terror da família. Nada de perpetuar na escrita os pequenos dramas e comédias familiares, pelo menos por enquanto.

Além disso, não senti vontade de comentar o mundo a minha volta:  o crescimento canceroso de Capão da Canoa. Nem as tragédias “naturais” que entristecem tantos ou, mesmo, a traição da tecnologia, que expos em rede nacional aquela opinião tão “normal” (mas pouco televisiva), que frequenta as rodas de conversa dos que se julgam mais bem situados na cadeia alimentar.

Dois mil e dez, em que pesem os nossos desejos, é a continuação de 2009,  assim como o Boris Casoy pedindo desculpas foi mais a reafirmação do fato do que a retratação da ofensa. Aliás, o ‘fato’ mesmo nem chegou a ser o preconceito, a insensibilidade e o ódio de classe. O fato foi a cilada tecnológica, o ser pego  fora da hipocrisia.

E é nesta linha tênue entre o que parece e o que é, que a natureza leva a culpa das tragédias. Desastres chamados naturais, nos quais os critérios mercantis, que são a medida de tudo, poderiam apontar os verdadeiros culpados.  Os morros de Angra, a frase do Boris Casoy, a cordilheira de concreto em Capão da Canoa me fazem lembrar que:

A barbárie reapareceu, mas desta vez ela é engendrada no próprio seio da civilização e é parte integrante dela. É a barbárie leprosa, a barbárie como lepra da civilização *

E, ontem, saiu por aqui o papo sobre o “progresso” de Capão da Canoa.

-Contam –  disse o pai (positivamente admirado) – que existem 90 edifícios em construção e mais 200 com projetos em aprovação.  E aí o debate começou:  sobre o que é o progresso e que critérios o podem caracterizar\avaliar.  Ele advogando que as construções trazem empregos e movimento à cidade, desenvolvimento! Eu falando da favela que cresce junto lá para trás da praia, da precariedade do trabalho e do turismo predatório.

Daí ficamos observando a coisa na prática: o novo edifício em frente à nossa casa, com 50 apartamentos e uns 9 andares, construído onde havia 2 casas.  Onde havia árvores e flores, não sobrou um jardinzinho, o concreto cobriu tudo. Observamos o entra e sai de carros constante e o engarrafamento na rua (que é afastada do centro), mas está repleta de carros estacionados. A noite caiu e foi a hora de observar os gambás saindo de sob o entulho das obras nos poucos espaços vazios, procurando as lixeiras, porque não há mais árvores, nem insetos e nem larvas, … Breve não terão como sobreviver aqui.

A nossa rua, que recebeu nos últimos dois anos uns 4 edifícios (na nossa quadra), não foi alargada, não recebeu nenhum conserto e, principalmente, as redes de esgoto, de água e elétrica permanecem as mesmas. Considerando que, onde haviam 10 pessoas, agora se amontoam 200, estamos com falta de água em certos horários, quedas de energia e qualquer chuva traz aquele cheiro característico de coliformes.

Progresso?  Sim, dentro da lógica que une os deslizamentos, que nem tão democraticamente soterram hotéis de luxo e favelas, e a fala esclarecedora do Boris Casoy.  Pensar em progresso, todavia, implica em considerar dialeticamente a barbárie.

—–

* Marx disse isso em 1847 se referindo às leis dos pobres e as casas de trabalho. Enquanto a lógica se transforma para continuar a mesma, a barbárie acompanha.

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out 07 2009

O que é, o que é??

Categorias: BrasilSuzana Gutierrez @ 14:30

0virgula007 por cento

0virgula007 por cento

alguém arrisca?

Para pensar o outro lado que a imprensa não mostra:

“o MST é um movimento social nascido da miséria, da necessidade e do desespero. Eles estão em plena luta contra uma estrutura agrária arcaica e concentradora. Não se pode esperar sensatez de movimentos sociais da base da pirâmide social, que lutam por um direito básico do ser humano. Pelo contrário: é justamente a insensatez, a ousadia, a coragem de desafiar convenções que faz do MST um dos únicos movimentos sociais de fato transgressores na história brasileira.” [MST e laranjas, em Cinema e Outras Artes]

“A ação do MST, por mais radical que possa parecer, escancara aos olhos da nação a realidade brasileira. Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem a cobertura do poder público.” [Pastoral da Terra, no Diário Gauche]

“Como forma de legitimar a grilagem, a Cutrale realizou irregularmente o plantio de laranja em terras da União. A produtividade da área não pode esconder que a Cutrale grilou terras públicas, que estão sendo utilizadas de forma ilegal, sendo que, neste caso, a laranja é o símbolo da irregularidade. A derrubada dos pés de laranja pretende questionar a grilagem de terras públicas, uma prática comum feita por grandes empresas monocultoras em terras brasileiras como a Aracruz (ES), Stora Enzo (RS) entre outras. Nossa ação não é contra as laranjas, mas contra a Cutrale.” [nota do MST em Amigos do presidente Lula]

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out 03 2009

Rio 2016

Categorias: Brasil,educação física,esporteSuzana Gutierrez @ 09:42

Rio 2016

Rio 2016

Só no final do meu treino de ontem, fiquei sabendo da vitória do Brasil na escolha da sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Não vi de perto (e nem de longe) as reações das pessoas e nada do processo que foi amplamente divulgado pelos meios de comunicação. Somente ontem à noite pude ver alguma coisa, já filtrada e mais ou menos repetitiva na televisão. Difícil não se emocionar ao ver as cenas da apresentação, a reação das pessoas, a promessa implícita de transformações que se insere em cada cena. Transformação e continuidade.

Agora seguem com mais vigor as reportagens, os debates, as defesas e os ataques e será possível viver esta experiência que, ao contrário dos arautos otimistas e pessimistas não tem futuro determinado. Eu gostei, com certa apreensão, mas gostei. Bah 🙂 não tem como não reconhecer o desafio e a oportunidade e nem como deixar de conviver com o medo neste processo. Mas, nisso, começar a pensar no que fazer para estar realmente dentro deste compromisso assumido. Um compromisso que vai muito além da realização de uma enorme competição esportiva.

E preciso reconhecer, também, a participação generosa e decisiva de Lula que, apesar do bombardeio de classe da nossa midia, foi essencial nesta vitória do Brasil.

Não tenho dúvidas de que o Brasil pode arcar com a realização dos jogos. Mas quero saber a favor de quem e contra quem vai fazer isso, como disse paulo Freire… E espero que possamos aproveitar a oportunidade de realmente tornar o esporte (a educação física) parte da vida de todos, num de seus espaços mais essenciais – a escola. Este aqui é um ponto polêmico e que, uma hora destas, vou abordar por aqui. E, também, o desafio de viver o esporte além do lazer e da guerra,  como movimento social.

Nos vídeos muito de utopia, em especial neste, mas, também, a inevitável emoção. Principalmente para quem acredita que a utopia não é só necessária, mas fundamental.

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set 22 2009

Dia sem carro ou dia sem midia?

Categorias: Brasil,midias,mundoSuzana Gutierrez @ 12:14

Enquanto os manifestantes Classe Média estão gastando (só um pouquinho e só hoje) a sola dos seus Nike para sair de casa, estamos vivendo um dia sem informação ou, pior…, o dia da informação manipulada.

A coisa está pegando fogo em Honduras, a embaixada brasileira sitiada e NADA nas nossas TVs. Minto, …. enquanto estou escrevendo estas linhas, a GloboNews está discutindo se o asilo de Zelaya foi feito da forma tradicional ou não… A recomendação é que Zelaya saia do país de novo para entrar ‘direito’ 😀

Mas, para quem quiser ver ao vivo, temos a Telesur:

http://www.telesurtv.net/noticias/canal/senalenvivo.php#

Outro canal é #honduras via Identi.ca\Twitter

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jan 08 2009

Ano da França no Brasil

Categorias: Brasil,eventosSuzana Gutierrez @ 06:08

Os Burgueses de Calais
)) Os Burgueses de Calais, foto no Museu Rodin em 29/06/2008.

2009 será o ano da França no Brasil, bem quando 2008 foi o o meu ano na França. Minha estada de um mês em Paris, principalmente, me transformou em mais uma apaixonada pelo país. Isso foi digno de nota para mim, porque nos meus sonhos de viagens a França nunca havia sido uma prioridade.

Porém, como hoje mesmo comentei lá no Marmota, planos não são fáceis, nem acessíveis, nem adequados para todo tipo de pessoa e, além disso, planos costumam quebrar com uma regularidade surpreendente. Assim, a França entrou na minha vida por acaso. Casualmente, quando é lançado o ano da França no Brasil. 🙂

Deste modo, estou olhando para todo este planejamento com um outro olhar. Para julho, está prevista a mostra de obras de Camille Claudel e de Auguste Rodin no Museu Oscar Niemeyer. As obras foram selecionadas por especialistas do Museu Rodin.

Em Paris, tive oportunidade de visitar o Museu Rodin durante uma mostra de Camille Claudel e, por isso, penso que esta mostra no Brasil será imperdível.

Mas a programação do Ano da França no Brasil se insere no contexto do grande trabalho que o Ministério da Cultura vem fazendo. A mudança que fizeram e consolidaram no portal sugere uma opção por um outro paradigma no trato com a informação.

Comprovei isso nestes últimos anos, nos quais venho acompanhando o feed do MinC. A divulgação de projetos, notícias, editais é clara, frequente e completa. Por exemplo, está para sair o edital para novos Pontos de Cultura em São Paulo e já está disponível o cadastramento online de projetos para produtores e artistas.

O ano da França no Brasil foi a oportunidade de falar sobre o MinC, cujas programações, projetos e notícias são de interesse para os educadores, sobretudo pelas muitas oportunidades de projetos que elas trazem.

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fev 02 2008

John Barlow explica o fenômeno Orkut no Brasil

Categorias: Brasil,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 20:31

José Murilo, do Ecologia Digital, publica vídeo que estava guardado desde a época do Seminário Interncional sobre Diversidade Cultural, promovido pelo MinC e pela OEA em setembro do ano passado. No vídeo, John Barlow, fala sobre a rede e o fenômeno do Orkut no Brasil. Recomendo!

Link

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set 07 2005

outro sete de setembro

Categorias: Brasil,políticaSuzana Gutierrez @ 07:52

ou de como a nossa ( ) in ( ) dependência vem tentando (ou não) acontecer.

Conta a história da história que o nascimento de Cristo não foi em 25 de dezembro, que foi um pouco antes, lá por abril. Lá vai a ciência desvelando mais uma mentira famosa. Conta que a Igreja, para dar um empurrãozinho no cristianismo colocou o Natal bem na data de uma festa pagã popular. Sabe como é, festejando juntos, aos poucos os festejos e as festas se identificam e se diluem uma na outra. Foi assim que a festa do sol virou natal.

Foi mais ou menos assim que o sete de setembro marcou a independência do Brasil. Não que alguns fatos , o grito no Ipiranga, a separação legal do Brasil de Portugal etc., não houvessem ocorrido, porém faltou a essência da coisa: a independência. Aliás, a verdade, como no caso da data do nascimento de Jesus, não era importante. Importante era a forma que lhe foi dada.

Já nos disse Debord (1997, p. 18) que quando o mundo real se transforma em simples imagens, as simples imagens tornam-se seres reais e motivações eficientes de um comportamento hipnótico. E a nossa independência é uma imagem tantas vezes recriada que temos como dado aquilo que precisa ser construído.

No Brasil do século XX, conviveram e lutaram entre si três projetos de desenvolvimento e de sociedade (FRIGOTTO, 2004 ; FIORI, 2002): liberalismo econômico, nacional desenvolvimentismo, desenvolvimento econômico nacional e popular. O primeiro, baseado no ajuste fiscal, na redução do Estado, esteve (está?) recentemente atuante, dando sustentação ao governo de Fernando Henrique Cardoso; o segundo, foi o expoente da era Vargas, com seus avanços e suas mazelas e cuja legislação trabalhista vem sendo posta em questão hoje. O terceiro, o plano de construção de uma nação soberana que se relacione internacionalmente em autonomia, considerando a nossa história e valorizando nossa cultura e valores, nunca esteve no poder. Esperava-se que chegasse ao poder quando assumiu Lula.

Os dois primeiros projetos, cada um ao seu modo, legalizaram a desigualdade e a forma excludente de ser de nossa sociedade. Do terceiro, esperava-se que pudesse por fim à nossa dependência e subordinação ao capital e às suas personificações internacionais. Isso implicaria, entre outras coisas, em rever/renegociar nossa dívida externa ; em implantar uma reforma agrária que evitasse que, num país imenso e deserto, milhões de pessoas não tivessem a oportunidade de plantar e viver; uma reforma social (tributária, educacional etc) que diminuisse o fosso de desigualdade.

Porém, para se tornar elegível, Lula e o PT venderam a alma, estabeleceram alianças indefensáveis, que alguns (e eu entre eles) consideraram estratégicas e que hoje vêm a fazer com o governo e o partido a mesma homogeneização com as forças de direita que a igreja conseguiu implantar, num certo sentido estratégico também, entre cristianismo e paganismo ao alterar a data do nascimento de Jesus. Assim, como que se cria uma direita progressista que apoia Lula e uma esquerda moderada que põe em prática os projetos da direita. Deste estranho casamento surge a conjuntura a que estamos submetidos agora e que não deveria, mas surpreendeu a esquerda que acredita que um outro Brasil é possível.

No meu entender, adiamos mais uma vez a possibilidade de legitimar os festejos de sete de setembro e realizar de fato a nossa independência. A resolução da crise que estamos vivendo vai apontar o tamanho deste adiamento. Cabe a esquerda olhar para trás e ver onde as ações acumuladas romperam o limite da medida e determinaram uma trajetória diferente para o seu projeto. Cabe, também, não se deixar levar pelos oportunismos gerados pelo contexto, os quais a direita mais reacionária vem aproveitando tão bem. Desconsiderar as imagens e evitar o comportamento hipnótico.

O que faz um pesquisador quando o fenômeno estudado remete para um beco sem saída? Além de considerar bem se este sem saída é definitivo, o normal é voltar aos dados , à história e ver onde a trajetória eventualmente se desviou. Não permitir que a aparência encubra a essência das coisas. Porque a realidade não se mostra imediatamente ao homem (KOSÍK, 1976). Por isso, muitas vezes, as pessoas conhecem ou manejam a realidade, mas não a compreendem. A divisão do trabalho coopera para a fragmentação do conhecimento e a visão parcial da realidade imediata e, também, para a aceitação de afirmações que até invertem o sentido das coisas.

Neste sete de setembro, proponho uma reflexão que considere que estamos juntos num país e num mundo onde os bons frutos da nossa prática social e do nosso conhecimento se multiplicam e, ao mesmo tempo, se concentram nas mãos de uma parte da humanidade cada vez menor. Uma reflexão que possa pensar alternativas à partir desta consciência e que possa nos conduzir à verdadeira independência. Uma independência que não é um prescindir do outro, ao contrário, uma independência que parte da consciência de nossa interdependência como seres humanos e da autonomia como imperativo ético.

update 12:10 >> vamos as referências:
DEBORD, G. Sociedade do espetáculo Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
FIORI, J. L. Nome aos Bois. Instituto da Cidadania. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 2002.
FRIGOTTO, G. Brasil e a política econômico-social: entre o medo e a esperança. Trabalho necessário. ano 3 n. 3 Rio de Janeiro: UFF, 2005.
KOSÍK, K. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

update 12:25 em diante >> outros posts dos blogleft:
:: Nós na Rede – Ações coordenadas de blogagem coletiva, projeto que nasceu da Blog-Left (copiei da Elenara) >> a qualquer momento deste batday.
:: Pátria – Afonso
:: Sete de setembro com Nós na Rede – Elenara
:: Hoje é feriado, mas eu trabalho – Lixo tipo especial.
:: Ode ao umbiguismo – Monicômio
:: Independência ou Morte – Túlio Vianna
:: O que significa independência hoje – Stuck in Sac
:: Independência e Corte – Lucia Malla
:: O país do swing é o país da contradição – Denise Arcoverde
:: Independência ou Maya – smart shade of blue
:: Às margens do Ipiranga – NCC
:: Te amo mesmo assim – Pensar Enlouquece
:: Como mulher de malandro – Contra o Consenso
:: Repensando a independência – Cynthia Semíramis

update 15h >> outros blogs que aderiram, coletado pela Denise:
:: Brasil – À Francesa
:: Brasil – Pelo Cordão – C.O.S.F. Com o sotaque francês
:: Design brasileiro – Básico e Necessário
:: Dia da independência do Brasil – Nutriane
:: Independence Day – Chez Moi
:: Liberdade, Liberdade – Encontros do Cotidiano (minha mãe)
:: Meu País – Papel Maché
:: Onde cantam os sabiás… – Tudo Pode Acontecer
:: Pátria Amada!!! – Entre Dois Mundos
:: Sete de Setembro – A Sopa no Exílio
:: Sob o mesmo céu – Macaxeira Blues

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jul 10 2005

Mensalão e a encrenca onde se meteu o PT

Categorias: Brasil,políticaSuzana Gutierrez @ 19:13

Tem gente perguntando porque ainda não falei sobre isso.
Pois é, ainda não tive coragem 🙁

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jun 27 2005

Governo brasileiro recebe Negroponte amanhã

Categorias: Brasil,internetSuzana Gutierrez @ 21:04

SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe amanhã o coordenador do Media Lab do Massachusetts Institute of Technology -MIT, Nicholas Negroponte…. (Edileuza Soares, do Plantão INFO)

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jun 18 2005

Roberto Jefferson e os blogs

Categorias: blog,Brasil,políticaSuzana Gutierrez @ 07:58

Pesquei esta via Bloglines >> Elisa:
Primeiro, pra quem ainda não leu, vale muito a pena das uma espiada na última coluna da Cora Rónai para O Globo, publicada como sempre no InternETC. A naturalidade com que Roberto Jefferson se referiu ao blig do Noblat, no seu primeiro depoimento no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, foi percebida pela Cora como emblemática do “triunfo nos blogs”!

Sigam os links que a Elisa aponta, é bem interessante 🙂

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jun 04 2005

Notícias do 6º FISL

Categorias: Brasil,software,software livreSuzana Gutierrez @ 07:59

Notícias garimpadas enquanto trabalho, já que não pude participar diretamente do evento. Graças por todos aqueles que colaboram!

:: Eric Raymond apresenta tática da OSI – PSL Brasil

:: Jornal Correio do Povo: “Uso do software livre gera polêmica” >> leia no PSL Brasil

:: Debate sobre rumos do Software Livre no Brasil agita platéia – PSL Brasil

:: Presidente Lula manda mensagem ao Fórum Internacional Software Livre – PSL Brasil

:: fotos do evento – fotos do fotógrafo Cristiano Sant’Anna

:: Podcast de Ana Brambilla, direto da PUC (ontem)

:: Fórum debate rumos do software livre no Brasil

A foto é da palestra de Eric Raymond
The Cathedral and the Bazzar
Local: Puc/RS Porto ALegre
Data: 04/06/2005
Foto: Cristiano Sant’Anna/indicefoto.com

update 5/6/2005:
::Os números do 6.0FISL
:: a palestra de Raymond – impressões de Ana Brambilla
Parece que a palestra foi muito polêmica e, me baseando no que a Ana conta, não me admiro que tenha sido criticada pela maioria dos hackers. Raymond parece se render à lógica capitalista que é justamente a lógica que o SL enfrenta.
A contradição de uma cultura realmente livre numa sociedade capitalista está sempre presente quando se pensa estes assuntos. Ser realista, no caso, parece ser assumir que a realidade é imutável e que temos de nos adaptar a ela.
Este processo, que a palestra do Raymond parece evidenciar, cheira a mais uma cooptação capitalista de mais um movimento inicialmente emancipador

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jun 23 2004

comunidade brasileira cresce no Orkut

Categorias: Brasil,tecnologiaSuzana Gutierrez @ 05:34

Acredito que hoje ainda a comunidade brasileira será a maior do Orkut. O que isso quer dizer? Ainda é cedo para ter uma conclusão 🙂

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