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.:: pesquisa aberta sobre educação, trabalho e tecnologia em comunidades de pesquisadores |
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Junho 2003 |
Sexta-feira, Abril 30, 2004
# [via rss] :: Vire as páginas do caderno de anotações de Leonardo Da Vinci na British Library
:: Weblogs potencializando os portfólios na educação. artigo na E-Portfolio Research :: Dossieres de wwwtools sobre weblogs y RSS (Octeto) El boletín wwwtools for education ha publicado recientemente sendos dossieres sobre las aplicaciones educativas de los weblogs y del formato RSS::: Um projeto de lei do deputado Luiz Couto (PT-PB), em tramitação na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, prevê uso obrigatório de software livre em todas as escolas públicas do país. A notícia é do site Consultor Jurídico # [a revolução não será blogada] "para ver além de seu próprio pequeno mundo e perceber o que realmente está acontecendo, jornalistas e leitores vão ter de tirar os pijamas." By George Packer First, a confession: I hate blogs. I'm also addicted to them. Hours dissolve into nothing when I suit up and dematerialize into the political blogosphere, first visiting one of the larger, nearer online opinion diaries — talkingpointsmemo.com, andrewsullivan.com, kausfiles.com — then beaming myself outward along rays of pixelated light to dozens of satellites and lesser stars, Calpundit, InstaPundit, OxBlog, each one radiant with links to other galaxies — online newspapers and magazines with deep, deep archives, think-tank websites, hundred-page electronic reports in PDF — until I'm light-years from the point of departure and can rescue myself only by summoning the will to disconnect from the whole artificial universe. [leia no MotherJones.com] Terça-feira, Abril 27, 2004
# [Criar e compartir] Inspirada pelo software livre e pela idéia do copyleft, a Creative Commons oferece alternativas para autores como Gilberto Gil, que vivem do trabalho intelectual mas não querem reduzi-lo à condição de mercadoria Rafael Evangelista Quarta-feira, Abril 21, 2004
# ![]() [Roger-Pol Droit: A invenção jurídica do autor - Le Monde ] "É meu livro", diz o autor com orgulho. "É meu livro", diz também o comprador do volume. Ambos têm razão, é mesmo "seu livro", mas, evidentemente, em sentidos diferentes. Um concebeu a obra, o outro possui um exemplar dela. Isso parece muito simples à primeira vista.Mas, assim que começamos a entrar no detalhe, tudo se complica. O que o autor possui exatamente? Em que sentido? Em razão de que direito? De que, por sua vez, o cliente do livreiro se torna proprietário? ........... segue [Felipe Fonseca: A tecnologia social ] Talvez a inovação do chamado software social esteja na interface integrada de todos esses recursos. Particularmente, eu considero o software social mais um passo na evolução do que pode ser chamado de maneira abrangente como tecnologia social, um conceito que vai muito além de dispositivos conectados a redes telemáticas. ......... na íntegra [Hermano Vianna: A disseminação silenciosa do Software Livre ] Feito em regime colaborativo e descentralizado, com pedaços de código em diferentes computadores espalhados pelo planeta, movimento conquista aliados como a IBM e modifica a noção de Direito Autoral. ........ segue :: tudo do Portal Software Livre Domingo, Abril 18, 2004
# [blog as TV] vblogs # [sobre weblogs e educação - do Weblogs-ed News]
:: original # [copilefando poraí] Lá do Interney: :: Conheça o NFilter, um newsreader com filtros mais poderosos para newsgroups. ::Google - O que parecia ser pegadinha de 1º de abril é realidade, o serviço ainda está em fase beta, saiba mais aqui. Do Pontomedia: :: Estão online os sete primeiros textos do capítulo que Alex Havalais está escrevendo para o International Handbook of Virtual Learning Environments. :: A AMAZON lançou o seu próprio motor de pesquisa: A9. :: portal de vídeoblogs. Do Smartmobs: :: entrevista do Howard - Mob Mentality Do Ecologia Digital :: O primeiro Renascimento nos tirou da posição de recipientes passivos para intérpretes ativos. Nosso Renascimento atual nos tira do papel de intérprete para o papel de autor. Somos os criadores... [ler] Do Cris: ai ai ai - SOHT pulando firewall # [no bolso de Rebecca, alguma coisa sobre weblogs e jornalismo]
Sábado, Abril 17, 2004
# [blogs... as visões] Ter um blog deveria ser um direito de todo cidadão. Blog é uma forma de cura. Ou pelo menos, de terapia.É assim que inicia o post de Rosana, onde ela reflete sobre os blogs e suas possibilidades. Tem muita coisa lá para ser discutida, aprofundada, compreendida, por exemplo, blog como terapia. <-- polêmico isso. Porém, me atrai o que já vem me chamando atraindo faz um bom tempo: a questão da publicação e o que isso representa/implica/complica :) para quem, de repente, se descobre com voz. Com voz, mas será que dotado de fala? Mara disse estes dias: Nesse processo, da resistência imediata, da aprendizagem instrumental e aplicativa, da automatização de procedimentos, da irritação , ocorre uma metamorfose que tem como marco o comentário de um desconhecido em meu blog pessoal. Esse fato gerou uma torrente de pensamentos e sensações, que foram da invasão à real dimensão do público no tocante aos blogs. [link]Esta tomada de consciência atinge todos os blogueiros? Em que medida a dimensão umbilical é mais atratora que a dimensão voz no mundo? Pela fala da Mara, esta tomada de consciência é social, histórica. E o que muda, aí? Tenho bastante interesse nisso, porque é um processo que não passei. Esta dimensão pública já estava comigo quando iniciei com os blogs (falta garimpar quando e onde ela apareceu). Talvez, quando a Mara finalmente der à luz o seu projeto de mestrado, ela consiga falar mais sobre isso. A Vivi diz o seguinte: Acho que para exercer o papel de ser autora e não apenas receptadora de dados e informações, é preciso ver-se como alguém que pode (e deve, e precisa) dizer a sua palavra, as suas formas de pensar e interagir no mundo, com as pessoas...Assim, neste frenético mundo onde ouvimos de tudo, poder parar e ouvir a si mesmo é um privilégio e o resultado de um esforço. [...] Privilégio e resultado de um esforço. Uma forma diferente de olhar e de se comprometer. A palavra é séria, mesmo quando pretende não ser séria. Ela compromete/revela/esconde/... Tem um outro lugar onde a Viviane fala na importância de narrar-se a si mesma e, neste movimento, compreender-se melhor, entre outras coisas. Um blog registra estes movimentos, no texto, na cor, na imagem, no ritmo, na permanência. E possibilita a tentativa de completude, pela visão do outro que nos lê. Numa dimensão de totalidade diferente da imagem espelhada. .........vou compartilhar este post no [zaptlogs] e no [bloglab] para ler o outro que me lê. Sexta-feira, Abril 16, 2004
# [comunidade alargada] Lembram a Josevânia que andou nos visitando, interagindo e partilhando seus projetos? Pois ela nos manda a seguinte mensagem:
Olá, lembra-se de mim? A guria do Mato Grosso...rs....pois é...Mando-te o material que utilizei na oficina...Visitem, interajam com estes educadores que estão iniciando trajetórias semelhantes as nossas. Uma das grandes riquezas da web é este entrelaçamento de projetos, um movimento de alargamento da comunidade. Deixo as indagações: as interações na web são realmente potencializadoras de um novo tipo de comunidade? Estes agregados humanos que se formam nos links, nas interações, no hipertexto, podem ser considerados comunidades? Segunda-feira, Abril 12, 2004
# [docência em contexto digital - excertos] 1 - Eu tenho vivenciado as contribuições em algumas listas de discussãos sobre EAD durante o último ano. Participo sempre que o assunto me interesse ou que tenha como contribuir. Tenho observado que existem dois grandes 'rumos' ou concepções de EAD e toda uma variedade de posições intermediárias.
Uma destas correntes focaliza mais o AD do que o E :) . De modo geral, entendem a educação como produto a ser vendido em cursos de treinamento. Seu discurso é permeado com expressões como tempo é dinheiro, eficiência e eficácia, nosso produto, nossos clientes, o mercado ... Criam toda uma estrutura instrucional, que lembra muito a instrução programada dos anos 70, onde desfilam termos como tutores, treinamento, material instrucional. A meu ver, estas correntes de pensamento em relação à EAD deixam claras as tendências opostas que tensionam a educação, a EAD e o uso da tecnologia em educação. Principalmente, a tensão dialética entre formação x treinamento e dependência x independência (no uso da tecnologia). No caso da que chamo de IAD (Instrução à Distância), a presença de empresas interessadas em fabricar e vender cursos de treinamento (que eles chamam de educação) é muito grande, inclusive alguns professores se encantam por esta forma de ganhar a vida e fazem de conta que não sabem que estão apenas comercializando um formato fechado, descartável e precário de treinamento . Gosto da diferenciação que Alex Primo faz sobre as diversas interações:
Interação mútua - interação como construção conjunta, negociada, recursiva e que não está pré-definida. Uma interação que volta-se sobre o processo interativo modificando os conteúdos e os participantes. Domingo, Abril 11, 2004
# ![]() Será que é possível pescar o parceiro via RSS? Se os gráficos forem públicos, vai ter uns e outros aperfeiçoando os escores :) :: para conferir :: testei :), versão trial, com limites de espaço, etc, etc. # [Educação e Internet: A próxima revolução?] ......sobre o livro de Brunner. Durante los últimos años el tema de la relación entre nuevas tecnologías y educación ha sido planteado y replanteado de diversas maneras. Miradas desde la pedagogía, la sociología, las teorías de la comunicación han enriquecido un debate que ha dejado claro la complejidad del problema. Cuando parecía que todos los abordajes posibles estaban cubiertos, aparece el libro Educación e Internet, ¿La próxima revolución? del conocido sociólogo chileno José Joaquín Brunner. Entre muchas virtudes este trabajo tiene la de pensar de una manera original la relación entre estos dos procesos sociales. Esta originalidad se podría resumir en tres desplazamientos: Un desplazamiento del problema a un nuevo campo, que consiste –para decirlo en pocas palabras- en plantear a la educación como una industria, en el mismo plano que la industria tecnológica. Haber juntado en un mismo sintagma a los términos educación e industria es uno de las operciones más espectaculares y polémicas de este texo. Un desplazamiento del problema en el tiempo. En un abordaje histórico, Brunner analiza las tres primeras revoluciones de las bases tecnológicas de la educación -la de la producción escolarizada, la de la producción pública y la de la producción masiva de conocimientos- y en ese paradigma salta al ¿presente o futuro? y analiza la revolución digital, impulsada por la globalización y la revolución de las nuevas tecnologías de la información y el conocimiento. Describe tres de las transformaciones más importantes: la expansión de la plataforma de información y conocimiento; los cambios en el mercado laboral; y la crisis de los mundos de significados culturales. Un desplazamiento empírico, que consiste en una síntesis y un análisis de trabajos de campo y de investigaciones cuantitativas y cualitativas. En su trayectoria de analista de los procesos culturales, Brunner ha acostumbrado siempre a trabajar de forma profunda e imprevisible las temáticas, a cruzar productivamente diversos abordajes y a movilizar a sus lectores. Asimismo, en todos sus textos se advierte la misma preocupación básica: la distribución democrática del conocimiento. Educación e Internet ¿La próxima revolución? no es la excepción. :: original # [RSS e educação] wwwtools for Education has done it again. This time it is everything you want to know about RSS. I love this magazine. They get great information together all in one spot and they pick the best topics to research. This time it was RSS and Education. The previous one was Weblogs for Learning 2004. If you don't subscribe to them, put it on your list of "must-haves". [EduBlog Insights] # [weblogs e bloom entre outras coisas] I have made reference to Guy Dickinson's dissertation, Weblogs- can they accelerate expertise? before. It is one of my favorite weblog papers. I find his Bloom's taxonomy chart fascinating. He states," Using Bloom et al's taxonomy of educational objectives (Bloom et al, 1956) as a basis, it is possible to identify the levels at which one could be expect to see certain demonstrations of learning behaviour from both students and interestingly, the weblog itself. He continues with, "For illustrative purposes, I have developed a brief learning outcome in which to frame the hypothetical test: "Given an example collaborative project, studewnts should demonstrate the results and process of their work within the environment of a project weblog, demonstrating peer assessment, self-reflection, and categorisation of their work. In addition, students should demonstate mastery of the weblog environment by successfully developing interlinked posts." And "In order to show the proposed attainment of levels, according to Bloom et al's taxonomy (Bloom et al, 1956), it is most efficient to display the information graphically."
This is so neat to break it down this way. I have come back to this chart several times and it really gets me thinking. OK, as I go over the chart, I see that my kids have done all of this, although much of it has been verbally during our discussion times. We never have as much time as we need to do the actual writing. This is an important area that we need to start talking about more when telling about our projects with students. It really is hard to sift out just how the tool adds to the learning, but it does. I'm going to think hard on this aspect. The setup just lends itself to ways to expand their thinking. Categories, comments and reflections, comparing, analyzing.....) We need to start looking carefully at how the features of the weblog coincide with our learning objectives and start having more discussion in this area. I've used Bloom's with my kids before when studying current events and had them think about their learning and had them use some of the related Bloom's vocabulary rather than just 5 W type questions. (relate, recall, interpret, contrast, develop, organize,examine, infer, predict, elaborate, imagine, judge, evaluate, etc.) They can do it! They just need some teaching and relevant discussion and lots of examples. I think I need to have the kids use our Bloom's Quick Flip books and start discussing this some more. Gosh, I'm already got more on our plates than we can possibly finish by the end of the school year. So much to do, so little time! But weblogs are such a great way to "bloom" critical thinkers! P.S. - If you don't have the Quick Flip Questions for Critical Thinking check it out at Edupress. Every teacher needs one on his/her desk! [EduBlog Insights] Quarta-feira, Abril 07, 2004
# [reiniciando algumas atividades] Enfim, depois de um grande recesso, começamos a fase II do [zaptlogs]. Parte de fevereiro e março foram as férias. Abril é o tempo de avaliar e reconstruir alguns caminhos. Hoje tivemos nossa primeira reunião com o grupo que fará parte desta fase do [zaptlogs]. Fase de consolidar os projetos, de se reorganizar o que já construimos e de propor novidades.
Nos propusemos duas questões: - uma olhada sobre a nossa trajetória, tanto individual como de grupo. - o lançamento de idéias, questões, desejos para 2004. Esporos dos nossos projetos. Sábado, Abril 03, 2004
# [trabalhando] Desde a semana passada venho refinando os meus achados de pesquisa, categorizando, separando, escolhendo falas................. todas as inúmeras manobras que fazemos nesta etapa da redação de uma dissertação. O caminho ora parece certo, ora nos escapa. E como tem coisa absurdamente 'braçal' para fazer ! Meus próximos tempos serão muito cheios...
Sexta-feira, Abril 02, 2004
# [como é que eu aprendo] Atendendo a pergunta da Viviane, vou pensar aqui sobre como eu estudo/aprendo. Geralmente, eu começo sozinha a partir dos meus interesses. Levanto todos os dados possíveis sobre a coisa. Onde? Nos livros, na web, em princípio. Tanto em livros como na web, verifico os autores de uma forma mais abrangente, em outras obras, na opinião de outros autores, interlinkando algumas relações. Às vezes isso é suficiente. Quando não é, procuro as pessoas que eu penso que podem me ajudar no assunto. Quem? Qualquer pessoa que eu 'pense' que entenda do assunto. Primeiro, contato as pessoas em quem eu tenho confiança, depois as outras possíveis .... Se eu não conheço ninguém, peço indicações e busco na web indicações. Neste caso, dou uma checada nos phds, não que isso seja determinante, mas é uma referência. Como trabalho estas informações? Leio, anoto, critico, procuro aprofundar algumas, descarto outras. Escrevo, de uma forma simples o que penso do que estou lendo, para guardar a referência e trabalhar melhor depois. Às vezes, é preciso uma segunda rodada na busca de informações, usando alguns filtros, depois desta seleção / apreensão. Na prática: Gosto de usar caderno, lapiseira e borracha. Anoto coisas assim: p. 101 - favelas são emergentes, mas nem por isso devemos nos conformar com a sua existênciaOnde: p. 101 = página do livro; o texto sem " é a idéia do autor, mas não literal; o texto entre " seria citação do autor; o texto entre # é meu. Às vezes, coloco alguns esquemas e desenhos. As informações transformam-se em conhecimento? As que incorporo na minha prática sim. Mesmo as que incorporo como negação - isso não faço ou não concordo... Outras só serão conhecimentos em outras rodadas / peneiradas, em outras circunstâncias, outros momentos. Acredito na idéia de Kósik de que só conhecemos mediante a prática social.Leio e releio muito. Possivelmente, eu não tenha um só livro que não tenha sido lido pelo menos duas vezes. Ainda não estou adaptada a ler/escrever somente na tela. Preciso de outros lugares, almofadas, livro nas mãos. Preciso riscar. Ficar na frente do computador, conforme a minha realidade atual --> desktop, cadeira de escritório, teclado numa posição alta demais, monitor baixo. -- não motiva. O dia que inventarem, se já não inventaram, uma PoltronaPC, com inclinações, deslocamentos e suportes diversos, eu mudo o estilo. # [blogs e 'inclusão social'] O SESC Carmo irá promover no mês de abril quatro oficinas gratuitas sobre a Internet. Elas são fruto do plano de inclusão digital da sociedade, e voltadas para quem tem pouca ou nenhuma intimidade com o computador e para usuários que já têm algumas noções básicas de navegação na web. Os alunos aprenderão a navegar, enviar e receber e-mail, editar de imagens e a criar e manter um blog. Segundo a instituição, o objetivo das aulas é dar às pessoas a uma oportunidade de familiarizar-se com a rede mundial, aprendendo a aplicá-la produtivamente em sua vida. (na magnet e no LigaNóis)
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