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.:: pesquisa aberta sobre educação, trabalho e tecnologia em comunidades de pesquisadores |
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Junho 2003 |
Segunda-feira, Janeiro 19, 2004
# [Robin Hood no hiperespaço] Em tese polêmica, filósofo revela a ética de trabalho e a vida dos hackers. Transformar a monotonia da sexta-feira em um ensolarado domingo, democratizar a informação, romper a jaula de ferro da disciplina e burocracia, criar arte e beleza através do computador. Esses são os valores de um verdadeiro hacker, expressos pelo filósofo finlandês Pekka Himanen, no polêmico livro "The Hacker Ethic. And The Spirit of The Information Age", recentemente publicado pela Random House (232 págs., US$ 25). :: leia o restante (bem interessante!) na Nova-e Domingo, Janeiro 18, 2004
# [não só egos] Não só exacerbamento do ego. Ou auto-referência na enésima potência. Blogs são fratura exposta. Viu, Kiefer. # [Medios de comunicación y movimientos sociales] Por Raul Zibechi La Fogata Casi dos décadas de políticas neoliberales provocaron cambios dramáticos y de largo aliento en los medios de comunicación. De forma simultánea a la revolución que supuso la introducción de la informática en las comunicaciones, se realizó la operación más ambiciosa de concentración de los medios, a tal punto que los verdaderamente independientes y con amplia circulación, son excepcionales. :: leia o artigo na íntegra - sinapse via Denis de Moraes Sábado, Janeiro 17, 2004
# ![]() [Richard Stallman: La Libertad puede ayudar a la eliminación de la pobreza.] Entrevista en Castellano en la Cumbre Mundial de la Sociedad de la Información
Por: RB / Aporrea.org Ginebra. Diciembre 2003. Aporrea.org. En medio de los eventos alternativos de la Cumbre Mundial de la sociedad de la Información que culminaron recién la semana pasada en Suiza, aporrea.org tuvo el honor y la oportunidad de entrevistar a Richard Stallman, fundador del movimiento GNU (Software libre). Luego de ofrecer una conferencia: “Software libre sociedad libre”, Stallman departió cordialmente con muchos de los asistentes. El legendario personaje, se nos presentó como un hombre sumamente sencillo, amable y cordial con todo aquel que se le acercaba a conversar y a hacerle preguntas. Nos sorprendió además sus respuestas en un muy fluido Castellano, lo que echó por tierra la barrera del idioma. No obstante la sencillez, su semblante pálido y su expresión supraterrenal, hacia evidente a quienes conversábamos con él, que se trataba de uno de los grandes pensadores de la actualidad. Sus ideas han marcado pautas en el desarrollo del movimiento GNU (Ñu según su propia expresión) en la América Latina y el mundo. Al momento de entrevistarlo le acompañaban Juan Carlos Gentile de Uruguay, reconocido activista del movimiento GNU y Veronique Gaimard, una reportera de Radio Francia. Consideramos esta oportunidad como un buen regalo inesperado de esta jornada de aporrea.org en Ginebra, que deseamos compartir con nuestros lectores y dedicado a aquellos que tesoneramente vienen trabajando con el movimiento del software libre en Venezuela. .:: arquivo de áudio (mp3) # [notícias no Intramse] :: diversas do Jornal da Ciência - concursos, bolsas Capes, seleções para Mestrado/Doutorado, etc :: coletânea de notícias e artigos sobre o Forum Social Mundial 2004 Quarta-feira, Janeiro 14, 2004
# [posto 69,5 news] Sol, praia cheia, mar lavando um pouquinho. Fomos caminhar em três gerações de novo. Ontem, comecei à complementar a releitura do Lojkine, Revolução Informacional, com o início de Adeus ao Trabalho?, do Ricardo Antunes. Na sua conclusão, Lojkine deixa a coisa meio solta, a meu ver. Recapitula bem as três questões básicas do livro: 1 - As Tecnologias da Informação e da Comunicação são realmente fonte de novas potencialidades revolucionárias para a humanidade? 2 - Se são, porque sua implementação suscita bloqueios e círculos viciosos organizacionais, ao invés de liberar estas potencialidades? 3 - Enfim, não é utópico visualizar hoje a emergência de uma sociedade pós-mercantil, ou seja, uma sociedade que constituiria não uma regressão em relação às democracias mercantis mais desenvolvidas, mas, antes, uma superação delas? Ele acertadamente aponta o caráter ambivalente da criação, implementação e uso da tecnologia sob o ponto de vista do lucro e da rentabilidade capitalista, mas não avança no questionamento do sistema, para além do capital. Se limita a apontar alguns pontos frágeis, espaços, interstícios onde se possa fazer emergir outras práticas. Já Antunes, larga batendo direto na ilusão de uma sociedade da informação x sociedade do trabalho. Aponta que, apesar das mudanças no mundo do trabalho, ainda permanece o estranhamento do trabalhador estampado nas novas vestes da exploração. btw: coisas apenas de estudo estou colocando apenas no [bloglab] Segunda-feira, Janeiro 12, 2004
# [lendo Ronaldo] .:: uma reflexão sobre os blogs no Superfíxie Reflexiva, que começa assim: Recentemente o Caffo, do Pattern Recognition, tocou no assunto do formato dos blogs, reclamando da mesmice que impera tanto nos layouts quanto na estruturação de conteúdo dos mesmos. O assunto é interessante e possui várias ramificações, passando inclusive pela cultura compartilhada da chamada blogosfera. .:: e segue assim Sábado, Janeiro 10, 2004
# [sobre o tempo e os espaços, também os virtuais] Algumas coisas que pensei lendo Harvey, desculpem o estilo meio corrente alternada: # a coexistência de um tempo acelerado e de um tempo explosivo. # aceleração do tempo é a aceleração do tempo econômico, aceleração do giro do capital, da vida social --> ganhar, acumular. ---> obsolescência, moda, construção/desconstrução profissional, 'destruição criativa' (Iraque), papel da inovação/tecnologia. # o fermento da revolução em meio a competição capitalista. --------------possível? quais os sinais? # o espaço se traduz em tempo-espaço: ritualizado (shoping), hierarquizado, privado (no sentido de apropriado privasdamente), repressivo (violências). # o poder se traduz em práticas espaço-temporais #Como as pessoas representam tempo, espaço, poder, dinheiro é importante para a exploração econômica, mas, também, para a dominação política . Um mapa ou imagem valem mil palavras. (controle da representação) #quais as qualidades atribuidas ao espaço e ao tempo? # Como os discursos e práticas espaço-temporais são usados na ação social? #Harvey: mudanças nas qualidades objetivas do espaço e do tempo podem ser, e com freqüência são, efetuadas por meio da luta social. Tempo: foge ao ritmo 'natural'. Segue o ritmo dos relógios, da fábrica, do ciclo da mercadoria. Tempo disciplinado com espaços demarcados: ponto, multa, prisão, hábito, necessidades criadas,... # mapeamento como possibilidade de apropriação do espaço (mesmo virtual). # Guerra como estratégia espacial. E a resistência? Sexta-feira, Janeiro 09, 2004
# [texto e comentário sobre BLOGS - das listas de discussão] O texto: BLOGS Charles Kiefer - escritor Todo produto cultural - ainda o mais alienado e superficial - oculta na sombra da aparência a massa sólida e substanciosa que o projeta. A um olhar rápido, e que não penetra a matéria observada, os blogs não passam de 'trenzinhos elétricos de diversão do ego', nos quais adolescentes desorientados estariam fazendo mera catarse, como têm dito aqueles que condenam, geralmente sequer sem conhecer, essa nova forma de expressão. Num certo aspecto, a acusação é verdadeira. Nesses novos espaços de comunicação, o ego passeia - como passeou, solene, na tragédia áurea, na lírica clássica e no drama burguês - porque o texto real ou virtual é a casa do ego, no qual o ser lança os seus fundamentos. E no labirinto do ego devorador é de pouca ou de nenhuma importância a diferença entre a dor de Homero e a angústia de uma estagiária de comunicação. É bom que o ego passeie pelos blogs, e que se expanda, e que se desnude, especialmente nessa fase fundadora, de pura 'ex-pressão', quando o que é quer vir para fora, embora saia apertado e abaixo de vaias. De tanto mostrar-se, a expressão, no choque permanente contra o leito do rio da experiência, arredondará as suas formas, polirá as suas arestas e se transformará em arte (o que chamamos de Homero é a lenta sedimentação de um processo popular polifônico, que a tardia gramática helenista transformou em modelo de 'bem-escrever'). E então, o olhar apressado há de deter-se sobre o novo objeto e será capaz de 'ad-mirá-lo'. Em sua protoforma, os blogs 'parecem' ser a escória de uma civilização voyeurista, o destilado mais recente da tecnificação absoluta. No entanto, como a natureza apavoram o absoluto e as afirmações categóricas, ela própria se encarregará de vingar-se, transformando, ainda uma vez, o periférico e marginal em central e integrado. Os blogs podem vir a ser a mais autêntica forma de expressão artística do século XXI. original em: http://www.charleskiefer.com.br/ enviado por: Carolina Engler O comentário: Carolina e amigos: Alguns amigos, companheiros de internet, costumam dizer: "A revolução não será televisionada." Porque a revolução não vem do que se costuma chamar centro, do que se tem por oficial. A transformação da praxis humana vem dos "puxadinhos" (outra expressão que costumo ouvir naquele grupo) que construímos aqui e ali. Um blog, como espaço individual ou coletivo de expressão, pode dar voz a quem não tem. Gratuitos, construidos com rudimentos de tecnologia, acessíveis aos não técnicos, são os 'puxadinhos'. Uma favela expressiva que se ergue ao redor e além da midia oficial. Paraíso do ego? Mas, também, voz para os movimentos sociais, espaço de aprendizagem. Mas ainda um espaço restrito aqueles que tem acesso a www. E somos poucos. Domingo, Janeiro 04, 2004
# [reescrevendo] To mais pra central jornalística do que para estação de produção de uma dissertação. Andei reescrevendo coisas, trocando outras de lugar, agregando e desagregando. Quero ver se até o fim do mês o esqueletão, pelo menos, estará de pé. Aí passo pra Carmen. No mais, mexi em coisas tipo isso: "Num determinado ponto da elaboração do projeto, a recorrência das analogias com mapas, caminhos, orientação me fez optar por deixar que esta metáfora, que vinha me guiando interiormente, permeasse o texto e se tornasse visível no projeto como um fio condutor da minha construção. (Harvey, mapa, apropriação do espaço, meu caso espaço cognitivo) Hoje, avalio esta construção como uma forma de auto-organização do conhecimento e dos aportes teóricos que vinha reunindo. Não um fenômeno espontâneo, mas uma auto-organização dialeticamente tecida no movimento teórico-prático de conhecer a realidade. Este movimento, de certa forma, ficou mapeado registrando o processo, o que fica evidente em algumas repetições e redundâncias. Necessidade minha de pesquisador iniciante de reafirmar os passos, de confirmar e re-confirmar as escolhas." Parti para uma meta-metáfora e vamos ver se se sustenta.
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