nov 02 2014

a ordem da desordem (sempre!)

Categorias: políticaSuzana Gutierrez @ 19:34

trio esperança - Henfil

Talvez um modo de recomeçar seja repetir. Lembrei disso hoje 🙂

Não sei porque me remete as “manifestações” em São Paulo…

(será que tem alguma esperança para aquele povo?)

Anônimo: O teu blog é bem desenhado. Você esta fazendo doutorado em educação. Não entendo por que você gasta teu tempo com divagações improdutivas. Não deveria ser ao contrário?

Eu: Prezada ou prezado anônimo. Não tenho nenhuma ambição de que as minhas divagações sejam produtivas. Aliás, que os deuses pequenos, grandes e muito pequenos me livrem disso. Mas, se vale a dica, escrever ajuda a pensar.

Anônimo: Imagine um cyber espaço com bilhões de Terabytes repetidos. Colocamos um compactador e não sobra muita coisa. Mesmo assim o fenomeno blog continua crescendo. Não acho na internet como se pinta uma parede, mas acho zilhões de informações que não levam a lugar nenhum.

Eu: Pois é, anônimo (aposto que é O anônimo), os mecanismos de busca não são perfeitos. Idem os nossos “mecanismos” de “procura”. Mas, … se a coisa fosse quadradinha, filtrada, decantada, classificada demais, se perderia muita coisa. E pode ser justamente aquilo que não estávamos procurando , mas que acaba sendo uma poderosa surpresa. Eu, pessoalmente, prefiro a tendência (a ordem da desordem) do que a ordem, a determinação.

(comentários, 26 out 2008)

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3 Respostas para “a ordem da desordem (sempre!)”

  1. Sérgio Lima says:

    Há um distúrbio na força 🙂

  2. Sérgio Lima says:

    Ps: Essa charge do Henfil caiu na minha redação do Vestibular (1988/9)… significa? 🙂

  3. cheap jordan shoes says:

    these groups,cheap real jordans, researchers found "winners" and "losers" as the ocean acidifies. "The fact that there are so many different possible changes, that different phytoplankton respond differently, means there might be some quite traumatic changes in the communities over the course of the 21st century," Stephanie Dutkiewicz, a principal research scientist in MIT’s Center for Global Change Science, explained in a press release. "A whole rearrangement

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