Quem vive a história de seu tempo e não a dissocia de seu contexto e de seu devir é responsável por apontar aquilo que que não é óbvio, o que se esconde e o que é escondido. Quando algo é mostrado, chamar a atenção para o que permanece na sombra como se não existisse.
Quando vi as celebrações do aniversário da queda do muro de Berlim, que este ano faria 48 anos e que morreu aos 28 anos, não posso deixar de lembrar do muro que fará 48 anos no dia 7 de fevereiro de 2010. Um muro invisível mas nem por isso menos cruel: o embargo econômico, comercial e financeiro contra Cuba. Um muro construído e reconstruído cotidianamente e que, como o outro, tem sua história.
((só para registrar))





