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	<title>Comentários sobre: formação de professores</title>
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		<title>Por: Luis Dhein</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/07/formacao-de-professores/comment-page-1/#comment-1099</link>
		<dc:creator>Luis Dhein</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 02:20:43 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Suzana.
Suas colocações são muito boas. Sempre defendi que inserir as tecnologias digitais na escola é falar de uma nova linguagem que complexifca e amplia as nossas relações com o outro e com o conhecimento.
Observa-se também que a curva de aprendizagem no computador é longa.
Ainda hoje penso que existe um certo &quot;louvor&quot; para com a Ead. Tenho muitas resalvas quando o assunto é formação inicial.

Mas tem uma coisa que poderiamos analisar, que são movimento que são contrários a ideia da sociedade do conhecimento, tão discutida e sonhada por alguns. Será que não temos alguns movimentos de resistência a essa ideia de sociedade?

Forte abraço.



&lt;blockquote&gt;Oi Luís
Penso que a própria idéia de uma &quot;sociedade do conhecimento&quot; é que tem de ser discutida. Na prática o que se vê são as muitas faces de uma sociedade das mercadorias. Nela, o conhecimento é apenas mais um dos produtos a serviço do lucro de alguns.
Resistir faz parte de plantar um espaço de reflexão, também.

abraço!

Suzana&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Suzana.<br />
Suas colocações são muito boas. Sempre defendi que inserir as tecnologias digitais na escola é falar de uma nova linguagem que complexifca e amplia as nossas relações com o outro e com o conhecimento.<br />
Observa-se também que a curva de aprendizagem no computador é longa.<br />
Ainda hoje penso que existe um certo &#8220;louvor&#8221; para com a Ead. Tenho muitas resalvas quando o assunto é formação inicial.</p>
<p>Mas tem uma coisa que poderiamos analisar, que são movimento que são contrários a ideia da sociedade do conhecimento, tão discutida e sonhada por alguns. Será que não temos alguns movimentos de resistência a essa ideia de sociedade?</p>
<p>Forte abraço.</p>
<blockquote><p>Oi Luís<br />
Penso que a própria idéia de uma &#8220;sociedade do conhecimento&#8221; é que tem de ser discutida. Na prática o que se vê são as muitas faces de uma sociedade das mercadorias. Nela, o conhecimento é apenas mais um dos produtos a serviço do lucro de alguns.<br />
Resistir faz parte de plantar um espaço de reflexão, também.</p>
<p>abraço!</p>
<p>Suzana</p></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rosana Magnani</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/07/formacao-de-professores/comment-page-1/#comment-1088</link>
		<dc:creator>Rosana Magnani</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 02:33:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gutierrez.pro.br/?p=2177#comment-1088</guid>
		<description>Ola Suzana, Infelizamente esta é uma queixa que (nós professores) temos há muitos anos e daqui a não sei quanto mais...a formação de professores sempre se dá através de cursos e &quot;espera-se&quot; que depois dos cursos saibamos aplicar todos os conhecimentos em situações de ensino envolvendo as TICs de forma bem sucedida...será possivel sim quando a escola também se envolver nisso e em conjunto possibilitar estas práticas, não dizendo &quot;o laboratório está disponível para quem quiser usá-lo&quot;, mas possiblitar esta apropriação das TICs pelos professores com um trabalho de formação diaria, na escola para a construções de projetos da escola e não tão somente dos professores. Se não for assim não acredito que esta apropriação das TICs como meio de trabalho como parte inerente da pratica dos professores aconteça. É mais ou menos como fazer uma reforma agrária e não oferecer condições para que os beneficiários consigam e tenham condições de fazer produzir seu pedaço de terra...
Sabemos que iniciativas isoladas por parte de professores acontecem nas escolas...mas, ainda é muito pouco. Observamos alunos, nossos maiores críticos, errados ou não, se entediarem com aulas sem esse aparatos midiáticos. Quantas vezes , ao chegar o inicio de um ano ao perguntar de um determinado projeto realizado no ano anterior , e os alunos lembrarem, isso me deixa muito, mas muito feliz...Acho que isso poderia ocorrer com mais frequência por todos os componentes curriculares...A escola seria um lugar mais feliz.
Abraços
Rosana Magnani



&lt;blockquote&gt;Oi Rosana!

Tens muita razão nas questões que trazes. A própria apropriação não é somente um processo individual. Para que se traduza em transformação ela tem de ser um processo social. A rede, neste caso permeia a escola, se entrelaça com as redes da escola.

Porém, enquanto persistir o pensamento que foca em ferramentas e em aplicabilidade, mantendo fixo o contexto onde isso poderia acontecer e enquanto não houver a consciência e a apropriação desta nova linguagem, tudo permanece avançando sem sair do lugar. 

A inovação fica por conta daquilo que é suporte e não conteúdo e forma.

abração!&lt;/blockquote&gt;



Suzana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola Suzana, Infelizamente esta é uma queixa que (nós professores) temos há muitos anos e daqui a não sei quanto mais&#8230;a formação de professores sempre se dá através de cursos e &#8220;espera-se&#8221; que depois dos cursos saibamos aplicar todos os conhecimentos em situações de ensino envolvendo as TICs de forma bem sucedida&#8230;será possivel sim quando a escola também se envolver nisso e em conjunto possibilitar estas práticas, não dizendo &#8220;o laboratório está disponível para quem quiser usá-lo&#8221;, mas possiblitar esta apropriação das TICs pelos professores com um trabalho de formação diaria, na escola para a construções de projetos da escola e não tão somente dos professores. Se não for assim não acredito que esta apropriação das TICs como meio de trabalho como parte inerente da pratica dos professores aconteça. É mais ou menos como fazer uma reforma agrária e não oferecer condições para que os beneficiários consigam e tenham condições de fazer produzir seu pedaço de terra&#8230;<br />
Sabemos que iniciativas isoladas por parte de professores acontecem nas escolas&#8230;mas, ainda é muito pouco. Observamos alunos, nossos maiores críticos, errados ou não, se entediarem com aulas sem esse aparatos midiáticos. Quantas vezes , ao chegar o inicio de um ano ao perguntar de um determinado projeto realizado no ano anterior , e os alunos lembrarem, isso me deixa muito, mas muito feliz&#8230;Acho que isso poderia ocorrer com mais frequência por todos os componentes curriculares&#8230;A escola seria um lugar mais feliz.<br />
Abraços<br />
Rosana Magnani</p>
<blockquote><p>Oi Rosana!</p>
<p>Tens muita razão nas questões que trazes. A própria apropriação não é somente um processo individual. Para que se traduza em transformação ela tem de ser um processo social. A rede, neste caso permeia a escola, se entrelaça com as redes da escola.</p>
<p>Porém, enquanto persistir o pensamento que foca em ferramentas e em aplicabilidade, mantendo fixo o contexto onde isso poderia acontecer e enquanto não houver a consciência e a apropriação desta nova linguagem, tudo permanece avançando sem sair do lugar. </p>
<p>A inovação fica por conta daquilo que é suporte e não conteúdo e forma.</p>
<p>abração!</p></blockquote>
<p>Suzana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elaine dos Santos</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/07/formacao-de-professores/comment-page-1/#comment-1061</link>
		<dc:creator>Elaine dos Santos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 03:18:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gutierrez.pro.br/?p=2177#comment-1061</guid>
		<description>Sábias palavras: &quot;falar uma nova linguagem, de incorporar práticas sociais&quot;, mas desconfio que ainda estejamos distante desta realidade, pelo menos se considerar a rede estadual de ensino do RS (e, definitivamente, não é por falta de investimento, mas apenas falta de interesse dos profissionais). abçs e bom findi :)



&lt;blockquote&gt;Oi Elaine!

O contexto onde tudo isso ocorre é muitp complexo. O próprio interesse está interligado às possibilidades, pensando possibilidades em todos os sentidos.

abraço!

Suzana&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sábias palavras: &#8220;falar uma nova linguagem, de incorporar práticas sociais&#8221;, mas desconfio que ainda estejamos distante desta realidade, pelo menos se considerar a rede estadual de ensino do RS (e, definitivamente, não é por falta de investimento, mas apenas falta de interesse dos profissionais). abçs e bom findi <img src='http://www.gutierrez.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p>Oi Elaine!</p>
<p>O contexto onde tudo isso ocorre é muitp complexo. O próprio interesse está interligado às possibilidades, pensando possibilidades em todos os sentidos.</p>
<p>abraço!</p>
<p>Suzana</p></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Suely</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/07/formacao-de-professores/comment-page-1/#comment-1060</link>
		<dc:creator>Suely</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 05:07:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gutierrez.pro.br/?p=2177#comment-1060</guid>
		<description>Oi, Suzana!

Eu participei dos cursos do Proinfo: minha turma, no início, dez professores (as); no final, três! E assim é!

Como dizes, a gente precisa de &quot;um movimento que passa pela construção de cursos de formação que privilegiem a formação da rede&quot;. 

Nós, que concluímos, minimamente, conseguimos entrar na rede, as novas linguagens fizeram algum sentido para nós! Quer dizer, se formos  bem sinceras, eu e outra colega nos atrevemos um pouco, a terceira, sumiu!

Acho que ainda estamos sendo treinadas apenas...

Como mudar isso? Investindo na formação dos formadores?

Abraços!

Oi Suely



&lt;blockquote&gt;Acompanhei bem este processo e, nas disciplinas em que atuei, sempre tivemos um especial cuidado em dar todas as condições e promover mesmo esta articulação da rede. Para mim é a garantia da sequencia da aprendizagem.

abraço!&lt;/blockquote&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Suzana!</p>
<p>Eu participei dos cursos do Proinfo: minha turma, no início, dez professores (as); no final, três! E assim é!</p>
<p>Como dizes, a gente precisa de &#8220;um movimento que passa pela construção de cursos de formação que privilegiem a formação da rede&#8221;. </p>
<p>Nós, que concluímos, minimamente, conseguimos entrar na rede, as novas linguagens fizeram algum sentido para nós! Quer dizer, se formos  bem sinceras, eu e outra colega nos atrevemos um pouco, a terceira, sumiu!</p>
<p>Acho que ainda estamos sendo treinadas apenas&#8230;</p>
<p>Como mudar isso? Investindo na formação dos formadores?</p>
<p>Abraços!</p>
<p>Oi Suely</p>
<blockquote><p>Acompanhei bem este processo e, nas disciplinas em que atuei, sempre tivemos um especial cuidado em dar todas as condições e promover mesmo esta articulação da rede. Para mim é a garantia da sequencia da aprendizagem.</p>
<p>abraço!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Suzana Gutierrez</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/07/formacao-de-professores/comment-page-1/#comment-1059</link>
		<dc:creator>Suzana Gutierrez</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 21:53:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gutierrez.pro.br/?p=2177#comment-1059</guid>
		<description>Oi Kátia

Obrigada pela visita e pelas tuas palavras. Desde sempre me angustia a formação do professor, pois é comum ver que aquilo que é desenvolvido no curso de formação fica restrito ao curso, não integra a prática do professor depois. (falando dos cursos de capacitação para o uso das tic)

Penso que deve ser uma coisa a perseguir, uma formação que realmente transforme a prática do professor.

abraço!

Suzana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Kátia</p>
<p>Obrigada pela visita e pelas tuas palavras. Desde sempre me angustia a formação do professor, pois é comum ver que aquilo que é desenvolvido no curso de formação fica restrito ao curso, não integra a prática do professor depois. (falando dos cursos de capacitação para o uso das tic)</p>
<p>Penso que deve ser uma coisa a perseguir, uma formação que realmente transforme a prática do professor.</p>
<p>abraço!</p>
<p>Suzana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Kátia Soares Coutinho</title>
		<link>http://www.gutierrez.pro.br/2009/07/formacao-de-professores/comment-page-1/#comment-1058</link>
		<dc:creator>Kátia Soares Coutinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:24:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.gutierrez.pro.br/?p=2177#comment-1058</guid>
		<description>&quot;...construção de cursos de formação que privilegiem a formação da rede. Cursos que vão exigir muito mais do que ambientes virtuais e tarefas lineares e, por isso, vão exigir muito daqueles que vão, juntamente com a tecnologia, mediar esta aprendizagem.&quot;
Este parágrafo diz tudo: parabéns pelas tuas colocações e análise do que ocorre em certos &quot;treinamentos&quot; e &quot;capacitações&quot;. Sou tua seguidora desde que tu participaste de um bate-papo, em 2008, no nosso Curso de Especialização em Biblioteca Escolar e Acessibilidade (FABICO/UFRGS)e quero te agradecer, pois aprendi muito com teu blog. Nosso Curso é diferenciado porque aprendemos fazendo: nossa prática anda de mãos dadas com a teoriae há valorização do trabalho conjunto bibliotecário/professor.
Atualmente, o blog que criei para a ETS (Escola Estadual Técnica em Saúde, no HCPA) participa do Top Blog Prêmio, sendo um dos 100 mais votados (categoria Variedades), com quase 27.000 acessos. 
Estamos habilitados a trabalhar com PNEEs e sabemos fazer filmes (no Movie Maker) e postá-lo no Youtube. &quot;Aprender a aprender&quot; é o que nos ensinam os professores (Eliane Moro e Lizandra Estabel) no Curso EBEA.
Visite-me!

Um grande abraço! (Ana Paula, bibliotecária do CMPA é minha colega)
Kátia - CRB 10/684</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;construção de cursos de formação que privilegiem a formação da rede. Cursos que vão exigir muito mais do que ambientes virtuais e tarefas lineares e, por isso, vão exigir muito daqueles que vão, juntamente com a tecnologia, mediar esta aprendizagem.&#8221;<br />
Este parágrafo diz tudo: parabéns pelas tuas colocações e análise do que ocorre em certos &#8220;treinamentos&#8221; e &#8220;capacitações&#8221;. Sou tua seguidora desde que tu participaste de um bate-papo, em 2008, no nosso Curso de Especialização em Biblioteca Escolar e Acessibilidade (FABICO/UFRGS)e quero te agradecer, pois aprendi muito com teu blog. Nosso Curso é diferenciado porque aprendemos fazendo: nossa prática anda de mãos dadas com a teoriae há valorização do trabalho conjunto bibliotecário/professor.<br />
Atualmente, o blog que criei para a ETS (Escola Estadual Técnica em Saúde, no HCPA) participa do Top Blog Prêmio, sendo um dos 100 mais votados (categoria Variedades), com quase 27.000 acessos.<br />
Estamos habilitados a trabalhar com PNEEs e sabemos fazer filmes (no Movie Maker) e postá-lo no Youtube. &#8220;Aprender a aprender&#8221; é o que nos ensinam os professores (Eliane Moro e Lizandra Estabel) no Curso EBEA.<br />
Visite-me!</p>
<p>Um grande abraço! (Ana Paula, bibliotecária do CMPA é minha colega)<br />
Kátia &#8211; CRB 10/684</p>
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