Um mapa fixa, num determinado momento, o movimento da realidade. Ele mesmo não é o lugar, mas o seu movimento representado. Assim, é individual, irreproduzível, transcende o desenho e as coordenadas.
Os mapas distorcem o que representam para poder representar. Os mapas mostram e ao mesmo tempo escondem. Nas redes, a conexão e a desconexão criam e destroem caminhos, alteram os mapas.
As mídias locativas propõem dimensões surpreendentes para a localização e, sobretudo, para a orientação. André Lemos sintetiza, em forma de manifesto, os desafios da mobilidade.
“Construa mapas que desconstruam visões de mundo. Produza mapas do que não é mapeado em seu entorno, do que é invisível aos olhos bem abertos. Escape do cartesianismo, do racionalismo e das coordenadas geoespaciais. Tente usar as mídias locativas para descentralizar o poder de construção de mapas e de sentido sobre os lugares.” – André Lemos
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abril 26th, 2009 at 15:38
O manifesto marcou esta semana, não foi Su?
Ao menos 3 grandes feras da Internet mostraram ter se impactado. A Raquel Recuero, o efeefe e você.
Abraço.
abril 27th, 2009 at 06:10
Opa!
Então to no meio das feras
Os desdobramentos da mobilidade, no meu entender, ainda recém estão tomando forma. Será assunto para muita discussão nos próximos tempos.
abração!
maio 5th, 2011 at 13:44
Glad I’ve finally found sotmehing I agree with!