Sintetizando as minhas idéias sobre o tema, eu deixei claro:
- Se algo me acontecer, não quero viver presa a aparelhos, pois isso não é viver. Nunca me deixe vegetar, alimentada por tubos, monitorada por máquinas! Se eu chegar neste estado, pai, desliga tudo, pois prefiro morrer.
Aí, o meu papai me lançou aquele olhar que eu conheço desde que abri os olhos pela primeira vez,levantou da cadeira e andou em minha direção.
Retirou o notebook de meu colo, desligou da rede; pegou o Ipod, o pen drive e o telefone móvel que estavam ao meu lado e colocou no bolso; catou os controles remotos e desligou a TV e o DVD. Puxou o telefone fixo da tomada e complementou pondo no lixo todas as cervejas e as Bono Morango.
Putzz!!!!!!!!!! Quase morri!
((copiei do Anibal))






novembro 28th, 2008 at 06:19
Qual é a moral da estória ? Decodiquei as frases, mas semanticamente fiquei na mesma ….
Um dos principios da comunicação perfeita é a utilização de significados comuns ao transmissor e ao receptor da mensagem. Caso contrário pode ( e ocorre ) problemas. Por exemplo, se você fizer um sinal de “positivo” com um polegar, para um Arabe, seguramente vai ter briga.
Parece uma observação boba esta minha, mas é muito importante, na medida em que boa parte dos problemas da civilização decorrem de uma comunicação imperfeita.
Para citar outro exemplo, basta ver o que ocorreu há um tempo atrás quando houve falha na comunicação do centro de controle com as aeronaves.
novembro 28th, 2008 at 06:29
Entendi. Você quis dizer que o sujeito estava ligado aos aparelhos (TV, DVD, etc. ).
Bem, foi uma oportunidade pra expor minha visão sobre a comunicação.
novembro 28th, 2008 at 09:47
Ufa!
por um momento pensei que ia ter de explicar…