nov 13 2008

Contra o projeto de lei do Senador Azeredo

Categorias: cibercultura,internet,midias,políticaSuzana Gutierrez @ 12:40

Atravessa a rede a chamada para uma flashmob (mobilização instantânea) amanhã, sexta-feira, dia 14/11/08 às 18h, na calçada central da Av. Paulista, 900, São Paulo.

Embora a antecedência do aviso e o ativismo do encontro não sejam uma característica de flashmob*, vale o protesto com todas as suas justas razões.

A idéia é que todos permaneçam no canteiro central da avenida, exatamente às 18h, portando algum cartaz que expresse Não ao PL Azeredo.

A audiência pública foi hoje, twitada a todo vapor e com excelente participação do Sérgio Amadeu que, no meu entender, tocou na tecla mais sensível de nossos queridos parlamentares: o medo de bancar o ridículo aprovando um projeto ridículo.

Como estou um tanto longe da avenida Paulista e não sei se haverá algum esporinho da mobilização aqui em POA, minha participação é divulgar.

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* flashmob é um evento de curta duração e de mobilização instantânea, geralmente convocado por meio das tecnologias da informação e da comunicação. Tem objetivos mais performáticos que de protesto. Uma smartmob é um evento semelhante, porém a articulação se dá emtorno de temas de interesse social ou de grupos.

** saiba mais sobre tudo isso:

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2 Respostas para “Contra o projeto de lei do Senador Azeredo”

  1. Anonymous says:

    Eu acho que tanto faz como fez essa lei sobre internet. A coisa do jeito que esta também não esta boa. Com leis ou sem leis problemas continuam existindo. Acho que mecanismos tecnicos teriam que ser criados, como novas redes locais, mais confiaveis, e estanques, girando ao lado da internet. Tal mecânismo é simples e é usado em outros lados, como a separação de torcidas nos estadios de futebol. A criação de uma cyber policia tambem seria interessante. Imagine por exemplo, um panfletador, instigando a população ao crime ou criando boatos. Claro que ele seria imediatamente constrangido a parar, como aconteceu com o cidadão Elwanger. Isso também depende da extensão dos fatos.Por exemplo, um site que não tem acessos é equivalente ao sujeito entregar um ou dois panfletos, não havendo necessidade de maiores preocupações. Já um site com numero de acessos grandes, espalhando boatos ou instigando ao crime, deveria ser considerado.
    A internet, usada como meio para atos criminosos, deveria ser tratada com mais rigor, independendo do numero de acessos.
    Imagine o sujeito usar o telefone como meio para planejar e executar um assalto, tal fato é um delito grave que seria investigado pela policia. A internet não pode ser diferente.
    Bem, ai estão algumas idéias.

  2. Suzana Gutierrez says:

    Anônimo

    Proibir, delimitar, não adianta. Nada contra ir atrás de criminosos da internet, mas não é o caso de cercear todo mundo por conta disso.

    Seria o mesmo que colocar toque de recolher para evitar assaltos à noite.

    abraços