jul 29 2007

as minhas abelhas

Categorias: rastrosSuzana Gutierrez @ 10:03


abelhas, originally uploaded by suzzinha.

Acho que elas estão hibernando. Um lindo dia de sol e a porta da colméia só com os seguranças…

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jul 27 2007

Um possível panorama das redes sociais

Categorias: pesquisa,redes sociaisSuzana Gutierrez @ 07:09

Rede social não é sinônimo de software social (ou aplicativo social; ainda não sei bem qual o termo mais adequado). Uma rede social pode se formar tendo como suporte aplicativos como o Orkut, o Facebook e outros. Mas não necessariamente.

O que tenho observado depois de anos de vivência em redes diversas é a elasticidade dos laços, sua flutuação e fraqueza. Isso necessariamente não é ruim, pois a rede em si permanece, pelo menos enquanto o suporte existir 🙂

Penso que a maioria do que consideramos comunidades ou redes são aglomerados instáveis de outras redes e comunidades que, por sua vez, são a mesma coisa.

Um pouco mais estáveis são os suportes e é deles que se pode tirar alguns dados que dêem alguma pista parcial e quantitativa do que pode rolar de qualitativo nas redes. Foi o que encontrei na postagem do Jeremy Liew, da qual reproduzo o quadro abaixo.


Na tabela, os sites de redes sociais mais acessados mensalmente, considerando a média de minutos que os visitantes gastam por lá. Olhando de forma bem ligeira, dá para pensar que, se o Orkut é 80% (? ; não achei mais aquela página de estatísticas do Orkut) brasileiro, os brasileiros estão passando um bom tempo conectados.Justificar

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jul 26 2007

Palbee, yippykya, eGenerations, novos suportes para redes sociais

Categorias: redes sociais,tecnologia,webSuzana Gutierrez @ 13:32

Se eu entrasse em 1/10 dos novos lugares que despontam todos os dias na web, teria de me mudar de vez para esta cadeira. Vontade dá de testar tudo: Pownce, Basecamp, …
Assim, vou registrando para muito futuros testes:

Palbee é um aplicativo web para mensagens instantâneas (ou chat) por vídeo.

eGenerations – uma espécie de Orkut ou MySpace para adultos mais adultos. Ainda não me cadastrei.

O yippykya é outro aplicativo para possível formação de redes sociais. Desta vez focado nas habilidades e talentos dos usuários, relacionando com desenvolvimento de carreira. Não me associei e é necessário isso para saber um pouco mais.

>> tudo isso via S. Downes

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jul 24 2007

as férias, o pan e os mapas

Categorias: mapas,rastrosSuzana Gutierrez @ 20:03

Estou de férias! Uma semana inteirinha na qual eu não pretendo fazer nada. Vesti meu pijama na sexta-feira, me apossei do controle remoto da TV e entrei em férias 🙂

Estou vendo todos os jogos de basquete do Pan e outros esportes favoritos: atletismo, volei, ginástica. Assisti até uma partida de handebol. E ando navegando por aqui, também. Fuçando um pouquinho no bloglines, visitando alguns blogs preferidos, como faz tempo não visito.

ah… o mapa. O mapa é este:

Visitor Map
Crie o seu!

Aquela estrelinha azul sou eu e, daqui a pouco começam a aparecer as outras estrelas que entrarem aqui no meu céu.

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jul 21 2007

educação x ensino, o vôo 3054, os especialistas e as caixas pretas

Categorias: comunicação,educação,mundoSuzana Gutierrez @ 06:38

ou… a era dos que se especializam em falar sobre qualquer coisa.

O Estadão criou um blog sobre educação>> Renata Cafardo: A boa (e a má) educação, comandado por uma jornalista especializada em educação (isso está lá escrito). A primeira postagem levantou a galera: mais de 100 comentários em poucas horas. A maioria bem críticos, outros tantos bastante sarcásticos.

Corre nas listas de educadores a reclamação: qualquer um acha que pode falar sobre educação e futebol. Eu diria que qualquer um acha que pode falar sobre qualquer coisa. Os blogs e a facilidade de publicação estão aí para provar isso. Esta facilidade de publicação não tem nada a ver com o Estadão, é claro.

Seria interessante assistir a jornalista Renata Cafardo responder aos comentários mais veementes por meio de uma postagem. Como este comentário / postagem do Prof. Paulo Ghiraldelli, por exemplo.

Mas a facilidade de falar tem sido a tônica nos últimos dias, considerando todas as especulações mais ou menos leigas, mais ou menos profissionais, mais ou menos ridículas, mais ou menos mesquinhas, a maioria insensíveis, feitas a respeito do acidente com o avião da TAM.

Mas é preciso vender jornais e passagens, a despeito das pessoas. E a educação tem que se adaptar, também, as demandas do mercado, inclusive o da comunicação.

Sobre isso, as imagens falam:

* publicada com autorização do autor, Eugênio Neves

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jul 19 2007

vôo 3054

Categorias: mundo,rastrosSuzana Gutierrez @ 08:39

Se nos portarmos bem, está prometido, veremos todos as mesmas imagens e ouviremos os mesmos sons e vestiremos as mesmas roupas e comeremos os mesmos hambúrgueres e estaremos sós na mesma solidão dentro de casas em bairros iguais de cidades iguais onde respiraremos o mesmo lixo e serviremos aos nossos automóveis com a mesma devoção e obedeceremos às mesmas máquinas num mundo que será maravilhoso para todo aquele que não tiver pernas nem patas nem asas nem raízes. (GALEANO, 2001, p. 239)

Sem ânimo para escrever sobre, porém vendo a sociedade espetáculo se apossando de todas as coisas, até da dor e do sofrimento (quando estes tem força de consumo). Lembrei de um trecho de um texto de Kosik (saudade de ler Kosik):

“Vivemos numa época pós-heróica. Isso não significa que no século XX não se realizem ações heróicas; significa apenas que tudo que se faz de bom, grande, corajoso e heróico, tudo que se cria de belo e poético, é arrastado na correnteza da analização e da desindividualização, perdendo sua originalidade e sua força. O poder que influencia fortemente a opinião pública e amesquinha todas as coisas é a alma de lacaio.
O lacaio não conhece heróis. Ele não é, sobretudo, capaz de reconhecê-los. O que caracteriza sua visão do mundo consiste no fato de que ela reduz tudo à escala da banalidade. O ponto de vista do lacaio só lhe permite enxergar motivações amesquinhadas, inveja, pequenas safadezas.
No tempo de Goethe e de Hegel, os lacaios conheciam a intimidade dos seus patrões e por isso não podiam vê-los como heróis; hoje em dia, contudo, o olhar dos lacaios se instalou na visão do mundo dos patrões e dita normas de gosto e de moral: consome avidamente as fofocas e as intrigas da imprensa dos boulevards e julga tudo com seus critérios frívolos e sumários.
Um segundo empecilho no caminho da possibilidade do trágico, no nosso tempo, está na banalização e na domesticação da morte. A morte perdeu o poder que tinha de abalar profundamente os seres humanos e é digerida com certa rapidez no dia-a-dia. A morte do outro, do próximo, não ameaça nos desestruturar: ela é quotidiana, superficial, pouco significativa. Ela nos chega no meio de múltiplas imagens, sucessivas informações e sensações confusas; em seguida, desaparece, sem deixar traços.”(Karel Kosík, tradução de leandro Konder)

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jul 15 2007

O Pan e o Esporte na Escola II

Categorias: basquete,educação,esporteSuzana Gutierrez @ 04:51

Ontem comecei uma conversa sobre o Pan e o Esporte na escola, mas parei na metade e não consegui retomar. Por vários motivos…

Bem na horinha da minha postagem estava iniciando na tv o jogo Brasil x Lituânia do Mundial Sub 19 de Basquete. Depois, começou a programação do Pan e eu zapeando em todos os canais disponíveis. Vamos combinar que as redes de televisão se puxam sempre que podem “capitalizar” em cima daquilo que nunca tem capital.

Resultado: não terminei o assunto.

Pulando a parte onde eu poderia continuar falando da falta das condições de trabalho nas escolas : falta de material, de estrutura, de espaço físico e até político para o esporte, mesmo nas escolas mais privilegiadas em termos de verbas (as particulares e algumas federais e municipais), vou falar mais especificamente sobre o professor.

O professor, em qualquer escola é contratado para dar aulas. Nas escolas particulares ele ganha por aula dada, nas escolas públicas ganha por 20 / 40 horas e, geralmente, trabalha mais que as 20 / 40 h. (em geral, não se conta no salário e nem no tempo de trabalho do professor o que ele trabalha corrigindo provas, preparando aulas, levando equipes para competir, peleando atrás de patrocínios, inscrições, congressos técnicos).

E, na maioria das escolas, o esporte é considerado atividade extra-classe, que parte do interesse do professor e dos alunos, à qual é dada alguma atenção (com sorte até financeira) se produzir para a escola algum ganho (escolinhas pagas, propaganda etc.) Porém, não existe uma política de esportes na maioria das escolas.

Minto… Em algumas existe: destinar uma parte dos lucros para dar bolsas à atletas formados em clubes e que defenderão o nome da escola em competições onde o aluno que treina somente na escola tem pouco espaço.

Nas escolas estaduais, municipais, os professores treinam equipes por sua conta, além (e fora) dos horários de seu contrato. Um trabalho que se ampara somente na paixão, no ideal, na dedicação. E, portanto, sujeito a desaparecer quando o desencanto se torna maior que o encanto.

Nas primeiras séries do ensino fundamental, nas quais a formação de habilidades motoras é essencial, não há educação física, na maioria das escolas. Existe o que se chama dar a bola, pois, até em algumas escolas particulares, a educação física fica a cargo do mesmo professor que atende os outros conteúdos. Este professor não está preparado para isso, pois nos currículos dos cursos de pedagogia de séries iniciais a educação física, se existir, não é trabalhada com vistas à formação daquele professor para dar aulas (mesmo) de educação física.

As primeiras séries do ensino fundamental são um momento muito importante na formação dos alunos, no qual as atividades físicas deveriam ser muito incentivadas, e isso significa colocar professores especializados (pelo menos professores graduados em educação física).

Esta retirada do professor de educação física das séries iniciais, em nome de um estelionato salarial chamado unidocência, mostra todas as suas conseqüências quando estes alunos chegam à 5ª série imensamente sedentários, sem saber jogar e segurar uma bola (qualquer uma), sem saber pular corda, sem saber (e ter fôlego para) correr com desenvoltura e já possuidores de desvios de coluna …

Neste quadro, inexiste o que se poderia chamar de uma formação pelo e para o esporte na escola. O que fazer para mudar? Bom, … isso é assunto para depois… Primeiro, vou esperar a crítica 🙂

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jul 14 2007

Pan de quê?

Categorias: educação,esporteSuzana Gutierrez @ 04:30

Luzes, cores, emoções e barulho. O apelo é grande, porém a faixa ao lado avisa que a realidade é outra. O esporte começa na escola, onde deveríamos estar educando crianças saudáveis, de famílias saudáveis, de comunidades saudáveis. Ou, pelo menos, caminhando nesta direção.

Ontem choveu de novo, estava frio e, novamente “o esporte” (meu treino de basquete) teve de ficar de lado. E isso que a minha escola é saudável, com crianças e jovens saudáveis, numa comunidade saudável. Todavia, não temos um local para termos aulas quando chove (ou quando o calor e o sol estão fortes demais).

…depois eu continuo

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jul 11 2007

hoje está muito frio..

Categorias: basquete,cmpa,fotografiaSuzana Gutierrez @ 11:36


hoje está muito frio.., originally uploaded by suzzinha.

Mas tem sol e basquete \o/

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