jun 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:01

[à deriva]

Escrevi tanto nos últimos tempos que agora quero só ficar aqui pescando…. no commnents…


jun 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 17:58

[Blogs, vozes e imagens mentais]
O Manifesto Cluetrain declara que as pessoas se reconhecem como tal pelo som de suas vozes. Quão verdadeira é essa afirmação… Existem coisas que são tão óbvias, mas nós tendemos a não pensar sobre as mesmas até que elas se tornem tão aparentes que fica difícil ignorar.
Eu venho lendo blogs por mais de dois anos, e blogando por quase esse mesmo tempo. Desde o começo, alguns aspectos dos blogs em relação às outras tecnologias me pareceram claros, enquanto outros eu só entendi quando eventos específicos trouxeram os mesmos para o primeiro plano …segue

:: para ler depois :), pescado lá do Ronaldo.


jun 30 2004

weblogs = portfólios

Categorias: blogSuzana Gutierrez @ 11:41

Julie Lindsay desenvolve com seus alunos portfólios a partir deste projeto.

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jun 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 11:29

[RSS]

:: alguns feeds achados por aí:

Reuters (16 feeds)

The BBC (17 main feeds, and look for more on section pages)

The Washington Post (12 feeds)

Baltimore Sun (57 feeds)

The Christian Science Monitor (24 feeds)

The Boston Globe (13 feeds; 10 from the Globe, three from Boston.com, including "updated news stories" between editions of the newspaper)

ABC News (15 feeds)

The Telegraph (28 feeds)

The Scotsman (24 main feeds, but 574 total)


jun 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 08:02

[Levy e a complexidade]

Aprender em um mundo complexo, artigo de Pierre Lévy

   O que é a complexidade? Em primeiro lugar, essa idéia implica uma multidão incontável de circuitos causais entremeados a uma profusão de acontecimentos.
Pensemos, por exemplo, na interação das moléculas de ar que respiramos, no metabolismo de nosso próprio corpo, na vida da biosfera ou na história da cultura humana.
Os sistemas complexos são interligados por uma rede causal cujos anéis exploram as ordens de grandeza até uma interdependência definitiva e não conhecida.
   Em segundo lugar, a complexidade supõe uma grande variedade de indivíduos distintos organizados em hierarquias entrecruzadas de espécies e de superespécies, em um número potencialmente ilimitado.
As interações quânticas nos pensamentos, quando nos debruçamos com precisão e atenção suficientes sobre os acontecimentos singulares que interligam os indivíduos que povoam os sistemas complexos, permitem que descubramos que suas relações são essencialmente imprevisíveis, indetermináveis.
   Em terceiro lugar, a complexidade implica a noção de transformação ontológica, de mudança radical. Ela abrange não apenas o surgimento e o desaparecimento de indivíduos mas também o aparecimento de novos tipos de seres e a aniquilação de espécies inteiras.
   Essa impermanência radical conduz a diferenças de duração. Ela permite que subsistam, em meio ao domínio geral, pequenas ilhotas mais ou menos estáveis —memórias mais ou menos longas.
Hoje damos o nome de evolução a esse acúmulo do durável, ou a essa reiteração do reproduzível, que nossos ancestrais chamavam de criação.
   Em suma, os sistemas complexos são:
a) interdependentes; b) agitados por multidões variadas de indivíduos cujas interações são parcialmente imprevisíveis; c) suscetíveis a uma impermanência radical. Podemos acrescentar que a complexidade se torna maior na medida em que a unidade, a multiplicidade e a evolução são intensas.
   Ora, em todo lugar para onde dirigimos nosso olhar com acuidade e perseverança suficientes, o mundo no qual vivemos se revela complexo.
Não é a atividade simbólica de nossos sistemas cognitivos de primatas falantes aquela que torna continuamente mais complexa a matéria de nossa experiência palpável?
   Entretanto, entre o espírito e o mundo, é preciso excluir qualquer relação de simetria simples, qualquer relação na qual uma substância (o pensamento ou a matéria) refletiria sua complexidade na outra, como um espelho.
   Longe dessa transparência total, a evolução de nossos ecossistemas de idéias se ergue sobre um fundo de obscuridade, de opacidade e de desconhecimento inextirpável que se deve à finitude humana.
Por isso mesmo, porém, ela também aponta para uma possibilidade aberta de aprendizagem, um horizonte de formas e de relações que recua indefinidamente em um meio de interdependência cada vez mais amplo.
   A aprendizagem faz crescer a complexidade cognitiva em todas as direções do espaço do sentido.
Como a compreensão da interdependência —a visão da unidade— é uma dimensão essencial da complexidade cognitiva, segue-se que ela favorece a aprendizagem.
É por essa razão que o descanso do espírito na simplicidade —ou na contemplação— sempre foi um acompanhamento essencial dos aprendizados humanos mais elevados.
   O recolhimento do espírito nos permite recordar as partes de nossas experiências que extraímos por erro de interdependência, interligar os conhecimentos e os seres que tendemos a separar por razões práticas.
Mas, além do indivíduo, o que seria uma meditação da inteligência coletiva?
Que exercícios coordenados de pensamento, que novos instrumentos científicos, que instituições sociais nos levarão a viver a experiência da unidade, da simplicidade e da elegância da dança das idéias que anima o mundo humano? A evolução cultural ainda não foi concluída, longe disso!
   Portanto, tanto em escala individual como no nível coletivo, cultivemos a coordenação (a unidade), a diversidade (a multiplicidade) e a força durável (a evolução) de nossos atos cognitivos.
Nesse caminho de aprendizagem, avançaremos no rumo certo quando visarmos o conhecimento intuitivo de nossa própria natureza. Com toda a simplicidade. (Tradução de Clara Allain)

Pierre Lévy é titular da cadeira de pesquisa em inteligência coletiva da Universidade de Ottawa e membro da Sociedade Real do Canadá (Academia Canadense de Ciências e Humanidades). Artigo publicado no caderno ‘Sinapse’ da ‘Folha de SP’ em29/6/2004.


jun 29 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 20:06

[BloGTK (for Linux)]
O BloGTK é uma alternativa interessante, interface simples, fácil de usar/configurar e bem bonito. Escrito em Python e PyGTK é o meu software preferido, pois, além de me oferecer tudo que preciso, atende quase por completo todas as minhas necessidades. Como o seu autor, ao que me parece, possui um blog usando o WordPress, este é um dos sistemas em que se encaixa perfeitamente. [segue no Linux Rápido]

:: parceirinho linux do wbloggar. Peguei a dica do Sérgio.


jun 29 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:30

[diversas]
De Dan Bricklin um software para fazer e manter feeds rss. —> para testar 🙂 ListGarden 1.0.

Transcrição do chat com Bernie Dodge na NECC – blogs + webquests

Uma linha do tempo das teorias evolucionistas – Timeline of Evolutionary Thought – de 1700 a 2000. É um OA da Merlot.


jun 29 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:44

[enfim!]
Entregue na secretaria, em mãos para um dos professores da banca e para a minha orientadora. E… dia 22/07 ………. para a defesa.
Estou mais leve 🙂 e cheia de planos…


jun 28 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 06:00

[uma verdadeira Smartmob]
Em Portugal, uma mobilização política, conforme a mensagem recebida de Célia Quico, a qual publico na íntegra:

Olá Suzana,

sou leitora regular do site “Smart Mobs” e hoje não pude deixar de reparar num post seu, relativo à invasão brasileira do Orkut – também são boas notícias para todos os que falam a língua Portuguesa 🙂

Gostava de dar uma dica para o seu blog e para o site Smart Mobs:
– ontem em Lisboa foi convocada por SMS uma manifestação espontanea de populares contra a nomeação de Santana Lopes (actual presidente da câmara de Lisboa e número dois do partido principal no Governo – PSD ) para primeiro-ministro, em resultado do convite a Durão Barroso (actual primeiro ministro) a assumir a presidência da Comissão Europeia. Mais de 2500 pessoas protestaram contra a nomeação de Santana Lopes, frente á residência oficial do Presidente da República Jorge Sampaio, em Belém.

Portanto, uma verdadeira Flash Mob com motivação política – julgo ser a primeira vez que tal acontece em Portugal.

Mais informações em:
http://sic.sapo.pt/index.php?article=2314&visual=3&area_id=1
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticias/noticia.php?id=352114

Meu nome é Célia Quico, trabalho como gestora de projectos multimedia e TV Digital para a PT Multimedia (do grupo PT, do qual também faz parte o operador de telemóveis Vivo) e estou a iniciar os meus estudos de doutoramento na área de Ciências da Comunicação/ Audiovisual e Multimedia – o tema é “Cross-Media: desenvolvimento de produtos e serviços interactivos que conjuguem TV Digital, Mobile e Internet com base em metodologias centradas nas necessidades e preferências dos utilizadores”.

Estou ao seu dispor se alguma vez necessitar de informações, dicas e etc deste lado do Atlântico.

Os melhores cumprimentos,

Célia Quico

—–

Publiquei, também no SmartMobs.

  • Entradas Relacionadas


jun 26 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 05:38

[café da manhã]
Ontem foi um dia quase tranqüilo. Consegui alinhavar a minha banca para a defesa. Dia provável: 23/7, dependendo da COMPÓS.
Preciso apenas terminar aqueles formulários e contatar com Lucídio e Tania, para acertar a vinda deles. Isso farei segunda-feira, depois de fechar a coisa toda lá na UFRGS.

Enquanto isso, estou lendo as notícias no Sharpreader e, como tenho algum tempo antes de terminar umas tarefas da disciplina que ainda estou fazendo, pretendo blogar umas coisinhas. Ontem li a notícia onde “dizem” que o Bill gates pretende ser um novo blogueiro na rede. Saiu no The Seatle Times e completa aquela entrevista onde ele diz que os blogs serão muito importantes para os negócios…
Blogs de famosos são sempre meio duvidosos, no sentido da autoria.

Continuando as leituras aqui, resumo aqui algumas coisas que guardei para ler/fuçar depois.

:: Encontrei um artigo de Mark Bernstein, intitulado 10 Tips on Writing the Living Web, onde ele fala do desafio que é escrever para/na web e descreve 10 pontos importantes a serem considerados.

:: Um misto de blog, rede social e lista de discussão, o Funchain, que tem uma carinha de yahoogroups, permite que se crie um blog e se convide amigos. O site é em inglês.

:: Aqui, Joi Ito fala sobre a fidedignidade dos posts e coloca a questão deles serem, antes de tudo, o início de uma discussão. Eu penso que qualquer post poderá ser um início de discussão para alguém e, em relação a fidedignidade penso que isso se faz na dinâmica e na dialética do processo de discussão.


jun 25 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 09:15

[as redes sociais]
Assim como tem o Orkut e o Friendster, agora tem o Dogster. E já começou por lá a invasão brasileira:

Y’shana e Eric.

update [22:40]: Já tem quatro cadelinhas na rede do Eric …. !!!


jun 25 2004

charge do dia

Categorias: imagemSuzana Gutierrez @ 08:33

(esta é a prova viva de que não se deve apontar imagens em outras páginas- 29 jan 2009)

🙁

:: original na Agência Carta Maior

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jun 23 2004

pois é…

Categorias: redes sociaisSuzana Gutierrez @ 18:32

… descaradamente copiada do HD

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jun 23 2004

na FACED

Categorias: mestrado,ufrgsSuzana Gutierrez @ 16:22

O sol bate em cheio na escola rural. Daisy testando a câmera e eu com a maior cara de louca 🙂
Louca, mas feliz! Foi no dia em que coloquei o ponto final do ponto final na dissertação.

Mas não na pesquisa…

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jun 23 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 07:09

[nasceu o WARAM !]
Software Livre da Prefeitura de São Paulo.

Warã é o espaço das reuniões, discussões e decisões, envolvendo todos os homens adultos da comunidade Xavante. Fisicamente é o local, no centro do semicírculo da aldeia, onde acontecem todas as reuniões e cerimônias.

[…] estudamos algumas ferramentas utilizadas para a publicação dos populares weblogs e com funcionamento muito adequado à publicação simplificada. Adaptar rapidamente um blog para o uso seria se preparar para um cenário de construção de ferramentas e/ou atalhos malandrinhos, mantendo a necessidade de reestruturar a lógica ou de adaptá-la.

Mas, ao criar uma nova ferramenta, teríamos sim um desafio. Vários caminhos levam à cara na parede. Ao nosso lado, tínhamos a vantagem de um núcelo com experiência prévia de trabalho em equipe com essa natureza e a certeza de que valia à pena reestruturar a equipe para que trabalhasse de forma colaborativa.

No entanto, teríamos a chance de construir uma ferramenta leve e dinâmica com um foco claro: experiência de uso. A idéia é aproximar a ferramenta do trabalho do dia-a-dia. E usar a estratégia da simplicidade para resolver grandes problemas. (por andré passamani)

:: saiba tudo sobre o WARAN

Parabéns André !


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