abr 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:53

[via rss, de novo]

:: sistemas de busca para crianças no Ivy’s Search Engines Resources


abr 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:43

[via rss]
:: Vire as páginas do caderno de anotações de Leonardo Da Vinci na British Library

:: Weblogs potencializando os portfólios na educação. artigo na E-Portfolio Research

:: Dossieres de wwwtools sobre weblogs y RSS (Octeto)

El boletín wwwtools for education ha publicado recientemente sendos dossieres sobre las aplicaciones educativas de los weblogs y del formato RSS:

«Weblogs for Learning 2004»
«…las estadísticas parecen indicar un incremento general estable del número de blogs viables de todo tipo. En las implementaciones educativas en particular, la adopción ha sido explosiva a medida que los educadores se van valiendo de este género para dar apoyo al aprendizaje de muchas maneras diferentes.»

«RSS and Education»
«…la terminología está sembrada de acrónimos arcanos y definiciones ambiguas; las interfaces no parecen nada amigables […] Sin embargo, para cualquiera que esté metido en el negocio de localizar y redistribuir información, el RSS demuestra ser especialmente útil. Los educadores en particular están buscando en el RSS una manera efectiva de identificar y redistribuir contenidos oportunos y relevantes procedentes de todo un Web cada vez más inmanejable, repositorios de objetos de aprendizaje e incluso redes y ordenadores locales.»

:: Um projeto de lei do deputado Luiz Couto (PT-PB), em tramitação na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, prevê uso obrigatório de software livre em todas as escolas públicas do país. A notícia é do site Consultor Jurídico


abr 30 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 12:16

[a revolução não será blogada]
“para ver além de seu próprio pequeno mundo e perceber o que realmente está acontecendo, jornalistas e leitores vão ter de tirar os pijamas.”

By George Packer

First, a confession: I hate blogs. I’m also addicted to them. Hours dissolve into nothing when I suit up and dematerialize into the political blogosphere, first visiting one of the larger, nearer online opinion diaries — talkingpointsmemo.com, andrewsullivan.com, kausfiles.com — then beaming myself outward along rays of pixelated light to dozens of satellites and lesser stars, Calpundit, InstaPundit, OxBlog, each one radiant with links to other galaxies — online newspapers and magazines with deep, deep archives, think-tank websites, hundred-page electronic reports in PDF — until I’m light-years from the point of departure and can rescue myself only by summoning the will to disconnect from the whole artificial universe. [leia no MotherJones.com]


abr 29 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 10:06

[ameaçada]
Estou tentando escrever a dissertação enquanto um legítimo exemplar do proletariado da indústria da construção civil abre uma das paredes procurando deixar a mostra o furo do cano de água quente. Estoicamente recebi a notícia sobre ESTE vazamento e a possibilidade de quebra dos azulejos do banheiro.

Os cachorros estão inquietos com as novidades na casa e eu tenho de estar cuidando da magoozinha para que eles não pisem nela. Como a única coisa que funciona ainda na minha cadela é o nariz, ela farejou e está de tocaia nas marmitas deles. A Liria desapareceu providencialmente, para ela, é claro, e eu estou com fome. Acho que as marmitas vão dançar….

A parede que está sendo trucidada é a do meu quarto e, embora eu tenha recomendado cuidado arqueológico ao meter a pua nos tijolos, mais um cano acaba de estourar….

Aiê……

update 15:25: O cachorro saiu correndo e se enfiou embaixo das cobertas, a cadela está no meu colo deste o estouro do segundo cano. É que, agora, eles acabam de ligar um maçarico. O quarto esquentou e um leve cheiro de enxofre paira no ar. Será?

update 15:32: O maçarico estourou o cano que já havia sido consertado e eu estou seriamente pensando em por um colete salva-vida.

update 21:30: Sobrevivi ao fim de tarde e ainda consegui me livrar da carcaça daquele freezer que não tem mais conserto. Os canos estão funcionando, pelo menos até um banho atrás. Faz 18º lá fora e descendo e eu aqui de ventilador ligado para arejar o campo operatório… O dia promete amanhã.


abr 29 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 05:42

[“Sim, a terra é produtiva. Mas, produtiva para quem, cara pálida?”.]
A insustentável produtividade da celulose

Maurício Thuswohl

A verdadeira selvageria – utilizar extensões de terra para uma monocultura que agride o país ambientalmente, gera lucros para uma minoria e em nada contribui para combater a desigualdade social – ainda não foi percebida pela “elite pensante”.

“Os inconformistas quase nunca tem razão nos precisos termos em que se manifestam. Mas, quase sempre tem razão na identificação do problema que os inconforma e no sentido geral da solução que eventualmente lhe será dada. Aos inconformistas só a história, nunca os contemporâneos, pode dar razão”. (Boaventura de Souza Santos)

No calor do abril vermelho, nenhuma outra ação patrocinada pelas organizações do movimento sem terra provocou tanta indignação na “elite pensante” brasileira quanto as invasões das plantações de celulose de mega-empresas como a Klabin e a Veracel (leia-se Aracruz Celulose) em Santa Catarina e na Bahia. “Sem terra agora invadem terras produtivas”, apressarem-se a alardear, quase agradecidas pela munição que lhes era oferecida, as manchetes e chamadas dos principais jornais e telejornais brasileiros. Afinal de contas, não seria mesmo indefensável a ocupação de terras de empresas rentáveis, que empregam mão-de-obra nacional e pagam (quase sempre) em dia seus impostos? O senso comum – e disso se aproveitaram alguns respeitáveis colunistas de economia – parece dizer que sim. Entretanto, uma análise mais próxima impõe o seguinte questionamento: “Sim, a terra é produtiva. Mas, produtiva para quem, cara pálida?”.

………….. segue, lá no InTramse


abr 27 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:02

[Criar e compartir]

Inspirada pelo software livre e pela idéia do copyleft, a Creative Commons oferece alternativas para autores como Gilberto Gil, que vivem do trabalho intelectual mas não querem reduzi-lo à condição de mercadoria

Rafael Evangelista

Um debate ainda desconhecido no Brasil opõe o ministro e compositor Gilberto Gil à sua gravadora, a Warner. A disputa envolve algo muito mais importante que cifras em contratos. Gil participa do esforço para levar adiante a Creative Commons, uma rede mundial de autores que buscam alternativas para viver de suas obras, sem transformá-las em exclusividade da indústria cultural. Lawrence Lessig, professor de Direito da Universidade de Stanford e um dos “pais” da Creative Commons, descreveu a polêmica num artigo para o jornal norte-americano Chicago Tribune, cujo trecho principal está reproduzido abaixo.

“Gil nos pediu para desenvolver uma nova licença, porque queria que parte de sua produção musical fosse lançada sob outras regras. (…) A proposta que elaboramos diz: ‘Você está autorizado a usar meu trabalho, a tirar uma amostra (sample) dele com propósitos criativos, e mesmo a samplear meu trabalho com fins comerciais. Você pode fazer tudo isso sem contratar um advogado ou mesmo falar comigo. O que você não está autorizado a fazer é copiar meu trabalho e distribuí-lo’. (…) A Warner disse: ‘de jeito nenhum’. Ele retrucou: ‘Por que? Que razão pode haver para não fazê-lo? Isso pode inspirar uma nova chama de criatividade em torno de meu trabalho’. Mas as gravadoras, ainda presas a sua mentalidade, disseram: ‘Nós precisamos ter controle absoluto sobre tudo’ “.

O novo auê entre a voz do dono e o dono da voz é parte de um movimento mais amplo. Enquanto a indústria da música e do cinema preocupa-se em processar usuários que trocam obras pela internet, o Creative Commons – um grupo baseado em Stanford mas ramificado por todo o mundo – busca alternativas inspiradas no compartilhamento de arquivos. As propostas lançadas pela rede abrangem todo tipo de criação intelectual: músicas e vídeos, mas também páginas de internet, livros, artigos científicos. O Creative Commons pesquisa e oferece licenças em que a tônica deixa de ser “todos os direitos reservados” e se transforma em “alguns direitos reservados”.

:: leia na íntegra: Publicado em Porto Alegre 2003: 27/04/2004

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abr 25 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 07:26

[precisando de um sinal]
É assim que ando… Precisando de um sinal. Ontem mandei parte da dissertação para minha orientadora e hoje vou desligar um pouco e me dedicar a alguma coisa mais braçal. Porém, ando inquieta. Às vezes, me vem aquela neura de estar investigando a importância da célula ciliada do c* do urutú nos fundamentos da ideologia de segurança nacional. unf!

Por outro lado, a realidade é muito mais surreal. O BIRD anda dizendo por aí que nem com crescimento o país vai sair da pobreza (FS. Paulo, 24/4), o The Economist diz que , embora o Lula venha fazendo a lição de casa direitinho (ou à direitinha) “os mercados começam a perder a confiança no governo”. Afinal, o que esta gente quer de nós? Pergunta retórica… Querem tudo, inclusive o silêncio.
A minha vó diria: “quem muito se abaixa…, a célula ciliada do urutú aparece…” (tradução minha)
Mas, quem dera, o Lula fosse mesmo o sapo barbudo difícil de engolir que eles continuam vendo em sonhos…

O Marco Weissheimer pensa que os organismos internacionais se arrepiam por imaginarem que “diante de uma crescente queda de popularidade, causada por uma política recessiva, o governo brasileiro poderia ser tentado a enveredar por um perigoso “caminho populista”, dando aumentos salariais acima do que suportável pelos frágeis nervos do mercado ou, pior ainda, liberando dinheiro para sem-terras, desempregados, aposentados, etc.”

E pergunta: “Por que os mercados não ficam nervosos com a divulgação de estatísticas sobre o crescimento da pobreza, do desemprego e da violência no Brasil? Por que os mercados não ficam nervosos com a notícia de que um trabalhador desempregado ateou fogo ao próprio corpo em Brasília, numa tentativa desesperada de chamar a atenção do governo para o seu abandono? Por que é que, afinal de contas, os mercados ficam nervosos quando o governo anuncia que pretende dar aumento salarial acima da inflação para servidores públicos que não recebem reajustes reais há cerca de uma década?”

Se, por um lado pode parecer retórica, blá, blá, blá inflamado, por outro, não tem quem à esquerda nesta vida não esteja precisando de um sinal. Nada de limites ou metas, mas um faról, uma direção. Não tem mais como defender certas políticas que estão sendo feitas. A explicação de por o osso na boca do cachorro para passar em segurança, já não tem mais sentido, pois já passamos. A barriga do cavalo de tróia já se abriu e…. nada. Já estamos dentro da casa e parece que gostamos da decoração. Olhamos a geladeira, a poltrona fofa, os quadros nas paredes, a soja transgênica plantada no pátio e achamos tudo maravilhoso. Pegamos uma cervejinha e ficamos vendo televisão. Nos vendo na telinha, simplificando metáforas, para os neurônios debilitados que achamos que os outros têm.


abr 21 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 09:23

[sumida e correndo]
Ando perdida, mas não no cyberspace… É na papelada mesmo. Catando todas as minhas anotações, compondo a dissertação daquele meu jeito hipertextual, que na linearidade do formato abnt é uma ?& ?$¢¬²£**. E, também, tenho andado trocando figurinhas com os colegas na Ufrgs, na disciplina da Profª Rosane.
Nestas, ressuscitei o Vamos Blogar?, caixa de areia de uma apresentação/oficina que fiz no ano passado, na Ufrgs, e que ficou on-line para referência e possível re-uso.
Passei loguin e senha para os colegas, para que eles conheçam e, possivelmente, possam construir seus portfólios na disciplina usando os weblogs, também.

Estou largando (bem esta palavra) alguns achados no [bloglab] para estudar depois. Cheguei a conclusão que não tenho como atender tantos interesses juntos e que o foco agora é a dissertação. Por isso, o quase silêncio aqui…


abr 18 2004

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:36

[sobre weblogs e educação – do Weblogs-ed News]
Ok, now I know Alan likes the “chaotic, unorganized thread of this discussion across multiple blog spaces,” but I need organization, dammit. :0) So, just to keep it all in one place, here’s an updated list of the commentary in this discussion, since it seems like one that has some importance:
  • Reading and Blogging here ……………. segue no [bloglab]

  • abr 18 2004

    copilefando poraí

    Categorias: blog,blogosfera,mobilidadeSuzana Gutierrez @ 17:58

    Lá do Interney:

    :: Conheça o NFilter, um newsreader com filtros mais poderosos para newsgroups.

    :: Google – O que parecia ser pegadinha de 1º de abril é realidade, o serviço ainda está em fase beta, saiba mais aqui.

    Do Pontomedia:

    :: Estão online os sete primeiros textos do capítulo que Alex Havalais está escrevendo para o International Handbook of Virtual Learning Environments.

    :: A AMAZON lançou o seu próprio motor de pesquisa: A9.

    :: portal de vídeoblogs.

    Do Smartmobs:

    :: entrevista do Howard – Mob Mentality

    Do Ecologia Digital

    :: O primeiro Renascimento nos tirou da posição de recipientes passivos para intérpretes ativos. Nosso Renascimento atual nos tira do papel de intérprete para o papel de autor. Somos os criadores… [ler]

    Do Cris:

    ai ai ai – SOHT pulando firewall

    No [bloglab] –> no bolso de Rebecca, alguma coisa sobre weblogs e jornalismo

    Tags: , ,


    abr 17 2004

    Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 09:19

    c h u v a !!!

    :: finalmente chove em Porto Alegre. Nada grandioso, mas, enfim, água caindo e um linnnnndo céu cinza!!! :))


    abr 17 2004

    Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 08:57

    [blogs… as visões]
    Ter um blog deveria ser um direito de todo cidadão. Blog é uma forma de cura. Ou pelo menos, de terapia.

    O espaço em branco do post que ainda não foi feito é um tipo diferente de espelho, onde a imagem de você não vem pronta e invertida mas é construída com suas mãos e suas palavras. É um espelho escrito, que ao mesmo tempo descreve e organiza os sentimentos que fluem de dentro pra fora. (Rosana Hermann)

    É assim que inicia o post de Rosana, onde ela reflete sobre os blogs e suas possibilidades. Tem muita coisa lá para ser discutida, aprofundada, compreendida, por exemplo, blog como terapia. <-- polêmico isso. Porém, me atrai o que já vem me chamando atraindo faz um bom tempo: a questão da publicação e o que isso representa/implica/complica 🙂 para quem, de repente, se descobre com voz. Com voz, mas será que dotado de fala?

    Mara disse estes dias:

    Nesse processo, da resistência imediata, da aprendizagem instrumental e aplicativa, da automatização de procedimentos, da irritação , ocorre uma metamorfose que tem como marco o comentário de um desconhecido em meu blog pessoal. Esse fato gerou uma torrente de pensamentos e sensações, que foram da invasão à real dimensão do público no tocante aos blogs. [link]

    Esta tomada de consciência atinge todos os blogueiros? Em que medida a dimensão umbilical é mais atratora que a dimensão voz no mundo? Pela fala da Mara, esta tomada de consciência é social, histórica. E o que muda, aí?

    Tenho bastante interesse nisso, porque é um processo que não passei. Esta dimensão pública já estava comigo quando iniciei com os blogs (falta garimpar quando e onde ela apareceu). Talvez, quando a Mara finalmente der à luz o seu projeto de mestrado, ela consiga falar mais sobre isso.

    A Vivi diz o seguinte:

    Acho que para exercer o papel de ser autora e não apenas receptadora de dados e informações, é preciso ver-se como alguém que pode (e deve, e precisa) dizer a sua palavra, as suas formas de pensar e interagir no mundo, com as pessoas…
    Assim, neste frenético mundo onde ouvimos de tudo, poder parar e ouvir a si mesmo é um privilégio e o resultado de um esforço. […]

    Privilégio e resultado de um esforço. Uma forma diferente de olhar e de se comprometer. A palavra é séria, mesmo quando pretende não ser séria. Ela compromete/revela/esconde/… Tem um outro lugar onde a Viviane fala na importância de narrar-se a si mesma e, neste movimento, compreender-se melhor, entre outras coisas.
    Um blog registra estes movimentos, no texto, na cor, na imagem, no ritmo, na permanência. E possibilita a tentativa de completude, pela visão do outro que nos lê. Numa dimensão de totalidade diferente da imagem espelhada.

    ………vou compartilhar este post no [zaptlogs] e no [bloglab] para ler o outro que me lê.


    abr 17 2004

    Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 07:33

    [todo ano…]
    Porto Alegre is still burning, como diriam os iounoumens que proliferam nestes tempos tão cheios de metáforas, mas de metáforas tão aguadas. Ser um iounoumen é uma tendência forte, hoje. Um atrator mesmo do nosso desequilíbrio identitário. Já levei mijada por falar Bah de povo que não diz uma frase sem um light, low profile, off, …….

    Mas não era isso que eu queria falar. O que eu queria lamentar (esta é uma palavra melhor nas circunstâncias) é o eterno retorno que dá vida ao enunciado: Inevitável só a morte… e os impostos
    É … baixei o programa e hoje de tarde vou ajudar o pai a fazer o imposto de renda. Ajudar no computador, porque ele já vem com tudo calculado e confere tudo o que o computador faz. E ele vem de impressora embaixo do braço. A minha estragou e ele não acredita muito em digitalização.

    Não adiantou a minha sugestão: vou gravar num disquete. Depois tu imprime lá na mana….
    Não. Aí todo mundo fica sabendo do meu imposto de renda… – contra ataca o esperto.
    Não que ele seja candidato a um seqüestro, mas como toda a boa raposa antiga, gosta dos seus segredos.

    Eu, que esperneio até o último minuto antes de entrar no processo que me deixa muito p%&** da cara, vou preparando o espírito digitalizando a declaração dele. Renda… Como se alguém aqui tivesse renda.
    Ter de fazer a declaração, na certa, já é um privilégio. Privilégio de estar incluído no seleto grupo que tem a mixaria que ganha digna de ser olhada e apropriada. Mesmo que esta mixaria não consiga pagar luxos como aluguel e faculdade.
    Não acho que seja o caso de chorar pelo que se paga de imposto de renda. Minha preocupação maior é o que sobra… É no que sobra que está a diferença entre viver e sobreviver. …… Só fazer as contas…


    abr 16 2004

    Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 21:17

    [Medicina Copyleft?]

    :: copilefado do Paulinho:

    O conteúdo copy left avança pelas mais diversas áreas. Medicina umas das áreas onde todo conteúdo é muito caro agora também tem seu site de conteúdo livre através do projeto Public Library of Science.


    abr 16 2004

    Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 15:17

    [Foto linda! meu amigo Deives fotologueando em Londres 🙂]

    http://pothin.fotopages.com


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