nov 30 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 13:04

[Grid Blogging]
Me interessei nesta idéia lá no SmartMobs, mas depois viajei e me perdi. Penso que a coisa toda a contece amanhã. A idéia partiu de Ashley Benigno, que propõe uma ação coletiva via blogs. Uma espécie de smartmobblog descentralizada.

Grid blogging visa investigar o potencial de um modelo de produção midiática distribuida por meio da blogosfera. O objetivo é focar sobre tópicos específicos trabalhados, ao mesmo tempo, por várias vozes. A descentralização é o caminho desta espécie de guerrilha de publicações. O tema proposto é “brand” ou “marca” e pode ser interpretado da forma como qualquer um entender. Crítica-texto-imagem-som-bizarro-sério-acadêmico-suspeito-alternativo-….

Lá na origem, a coisa anda assim. O dia brand é amanhã. Quem vai?


nov 29 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 20:40

[communitas, algumas anotações]

para completar depois. (de trabalhos meus de 2002)

Victor Turner (1974), ao estudar os processos rituais de comunidades primitivas, identificou um momento do processo, fase de liminaridade, onde havia uma perfeita e horizontal interação entre os participantes, onde todas as hierarquias se anulavam e se instalava uma nova relação entre as pessoas. Neste estágio, surge um sentimento de fraternidade e integração entre os membros da comunidade onde suas identidades são direta e imediatamente confrontadas, livres de divisões sócio-culturais. Chamou este estado de communitas. Posteriormente, Turner estendeu às sociedades modernas a existência de períodos onde agrupamentos humanos podem experimentar o estado de communitas. Podemos citar como exemplo a interação que aconteceu em alguns eventos nos anos 60 e que deram origem ao movimento hippie como comunidade.
Pode-se associar estes conceitos de Turner à possibilidade de transformação social pelo movimento dialético entre as fases liminares e uma reestruturação da organização social. A comunidade emerge deste processo de suspensão da ordem reconstruída sob novas perspectivas.

Bakhtin, identificou processo semelhante nas festas populares como, por exemplo, o carnaval.

“Sobre a visão carnavalesca do mundo se assenta, para o autor, uma cultura carnavalesca de que decorrem grandes obras, como as de Cervantes ou Dostoiévski ou o picaresco em geral.” (BARROS, 1994, p.7)

….

A memória, a religião, a imaginação e, mais recentemente, a informática e as redes digitais são ferramentas que usamos para virtualizar, para desterritorializar, reconfigurar, enfim, uma solução existente numa nova abordagem problemática. Podemos virtualizar uma ação, uma instituição, uma pessoa tornando-os, conforme Michel Serres (1994), uma “não presença”. Ao fazer isso rompemos as amarras que os ligam a um tempo e a um espaço determinado, possibilitando que, ao mudar o foco do ser para a sua questão, possam se evidenciar relações entre “privado e público, próprio e comum, subjetivo e objetivo, mapa e território, autor e leitor, etc.” (Pierre Lévy, 1996)


nov 29 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:27

Paralelo aos deslocamentos e conferências, os momentos com os colegas foram cheios de vida. Vida permeando as brincadeiras, as pequenas solidariedades, as discussões. Assuntos para muitos posts, as nossas discussões, as intervenções no debate geral durante as comunicações e a discussão da discussão da discussão.
Apesar das muitas dúvidas e das muitas questões que podem ser feitas em relação a academia, ela é um espaço de reflexão e de crírica sobre a realidade. Além de ser nicho de iniciativas realmente transformadoras. Nestes últimos anos de Ufrgs, pude aperfeiçoar minhas ferramentas e práticas de olhar o mundo e de tentar responder às suas contradições. Para, assim como diz Bensaïd, estar como quem: ” em equilíbrio sobre a ponta afiada da crítica, acena para a mecânica orgânica, para as ciências das bordas ou dos preenchimentos, cujos espectros assombram nossa razão instrumental.”

Nesta sexta-feira, a partir das 13h:30min, participei do grupo temático 4 – Políticas educacionais e formação profissional – apresentando uma descrição e alguns encaminhamentos do meu projeto de mestrado. Na realidade, a organização do evento optou por juntar dois grupos temáticos, já que somente a metade das comunicações seriam apresentadas.
Foi aí, nestas alterações do programa, que acabei virando intérprete. O colega Boubacar Bayero Diallo, da Guiné, teve a apresentação transferida do dia 27 para o dia 28 e, creio eu, esqueceram de reagendar o intérprete. Resultado: ele fala francês e estava preparado para apresentar seu trabalho, LES PARCOURS SCOLAIRES ATYPIQUES DU COLLÈGE DE PORÉDAKA EN GUINÉE (AFRIQUE DE L’OUEST), em francês. Eu entendo francês, melhor dizendo, entendo um pouco ouvindo e quase bem lendo. Sem outras alternativas, topei traduzir da seguinte forma: ele apresentando em francês e eu traduzindo com o auxílio do texto das transparências. As dúvidas resolvi falando com ele em inglês, que é o que eu consigo falar.
Surreal, mas funcionou. E funcionou tanto que o grupo seguiu no debate depois das apresentações. Boubacar decidindo trocar os dois anos de sanduiche no Canadá, por um ano lá e outro no Brasil.

Numa das apresentações, sobre projeto político pedagógico como instrumento de gestão democrática da escola, o autor usava Habermas e a razão comunicativa no contexto de um consenso entre participantes do conselho. Isto aqui rendeu um baita pega, mas, este, vou deixar para a Mara contar.

Minha apresentação foi na adrenalina. É quando fico feliz que me baixa aquele espírito da educação física e a coisa toda rola numa freqüência que sempre surpreende. Surpreende os outros, é claro.

Final dos trabalhos, nos arrastamos para o primeiro boteco que encontramos. POLAR gelada !!! Marketings e marketeiros a parte, gauchada:
Decididamente, NO EXPORT, NO sai daqui!


nov 29 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 11:57

Um evento realizado pela UNIJUÍ – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, CEOS – Investigações Sociológicas, Universidade Nova de Lisboa e AISLF – Associação Internacional dos Sociólogos de Língua Francesa. Grupo de Trabalho: Desigualdades, Identidades e Laços Sociais.
Somente não foi um grande evento por algumas confusões de organização. A inscrição de trabalhos foi feita sem pagamento antecipado, o que levou uma série de pessoas a inscrever trabalhos e não comparecer ao evento. Acredito que alguns poucos tivessem uma justificativa consistente para a ausência. Uma grande maioria ou foi irresponsável ou pegou carona na publicação dos resumos nos Anais do evento. Isso acarretou um esvaziamento nos vários grupos de apresentação em que se pulverizaram os trabalhos inscritos. No meu grupo e sessão, por exemplo, foram apresentados apenas 3 dos 7 trabalhos previstos e sei que isso aconteceu na maioria dos grupos.
Uma alternativa para evitar este tipo de ‘publicação’ seria cobrar a inscrição antecipadamente e devolver o valor aos que entregassem a versão final do texto e apresentassem na data marcada. Os anais seriam feitos apenas após o evento.
No atual formato, quem entrega e apresenta trabalho paga e leva de carona uma série de oportunistas.

Viajei na quarta-feira, às 13h, junto com a Silvana, que encontrei de surpresa na rodoviária. Chegamos à Ijuí por volta de 18:30 e encontramos a Mara e a Naná nos esperando na rodoviária. Pelo astral já estavam íntimas da cidade e nos conduziram pelas poucas quadras que nos separavam do hotel. Eu estava num clima de banho e pijaminha e saltei fora das alternativas de ir para a Inijuí e pegar o final da abertura do encontro ou ir papear e tomar chimarrão na praça. Minha fase anti-social continua… happens…

Na quinta cedinho encontramos o resto da cambada no café da manhã: Simone, Jorge, Georgina, …… Conheci, também, alguns outros colegas: Rosimar e Laura. Pelas 8:30 um ônibus nos apanhou para levar até a UNIJUÍ.
O evento foi todo em francês/português-espanhol, com tradução simultânea, e fiquei feliz em constatar que meu francês quase consegue acompanhar as palestras sem a tradução. (aliás, o meu francês foi até requisitado, mas isso conto depois)
O programa da manhã foi alterado, Robert Castel não compareceu ao evento . A conferência prevista: Desigualdades, classes sociais e exclusão social, foi sustuituida pela Regards sociologiques, Pauvreté et Politiques Sociales (Olhares sociológicos, pobreza e políticas sociais), com Guy Bajoit, da Universidade Católica de Louvain, Bélgica. Um olhar europeu, diga-se…

Um fato à notar: num evento onde a maioria dos participantes (e dos organizadores) são mulheres (numa proporção de mais ou menos 12 para cada homem), a maioria dos conferencistas eram homens. Nesta primeira conferência de quinta-feira, a mesa estava composta por quatro homens e uma mulher.
No geral, nas 34 conferências e mesas, 25 foram com palestrantes homens e 9 com palestrantes mulheres. E aí?

Depois do almoço, seguimos para as sessões de comunicações. Assisti as apresentações do grupo temático 7 – Educação, trabalho e novas tecnologias / Éducation, travail et nouvelles technologies, onde apenas 3 dos 7 trabalhos previstos foram apresentados. No final, apresentei meu trabalho, pois a temática se adequava melhor a este grupo do que a do grupo 4 onde foi colocada (Políticas educacionais e formação profissional ) Este foi outro fator onde a organização do evento não foi boa: muitos – mas muitos, mesmo -, trabalhos foram colocados em grupos / temas que nada tinham a ver nem com o título e nem com o resumo do trabalho.

A apresentação foi legal. Usei transparências, pois, embora o tema fosse sobre novas tecnologias a sala não tinha nada mais multimídia que o retroprojetor. Estranhamente, em outras salas havia… Em relação ao meu trabalho: A formação de professores em comunidades de educadores pesquisadores: autoria e autonomia na criação e utilização das tecnologias educacionais informatizadas, quando aprofundei a fala sobre os blogs, agregadores, …, a sincronicidade dos queixos caindo, demonstrou, mais uma vez, o quão distanciados os educadores ainda estão destas possibilidades. Pena o tempo curto em que não dá para responder todas as perguntas e nem socializar mais conhecimento. ……………segue


nov 26 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 04:39

[piadas de caserna]

Cancelaram a reunião e não avisaram… Perdi a festa de ontem por nada.

ouvido pelas arcadas:

Uma colega, uma bonita mulher madura, recebeu o seguinte elogio de um Coronel:

Se, como passa, já é linda, imagina quando uva


nov 25 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:56

[um dia longo]

Drª Tania foi festejar. Uma turma de amigos e colegas a acompanhou lá para os rumos da Zona Sul. A estas horas o nível cervejístico já deve estar alto. Lembro de quando festejamos a qualificação do projeto dela. Começamos às seis da tarde, ali no Guion, e terminamos no Dr Jekill às 6 da manhã.
Desta vez, no festejos para mim. Amanhã tem reunião no CM cedinho e, dali, vou direto para Ijuí.

Bora nanar…


nov 24 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 21:15

gulp!

[culpa …]

Alguns minutos após o fim da segunda-feira… dia universal dos inícios…

Eu acabo de hackear a geladeira…


nov 24 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 15:38

[e aí?]

E aí que a Dona Tania está aqui por casa, quase pirada com a tese que defende amanhã. Não adianta dizer a ela do trabalho maravilhoso que construiu nestes quatro anos, das viagens intermináveis onde conheceu todos os ônibus de Floripa, véspera de defesa bate, sempre, este terror.
Passamos o domingo acertando a apresentação, eu dando uma mão no layout, ela mexendo pela vigésima vez no texto dos slides e da síntese que vai entregar para a turma que estiver assistindo sua defesa.
Assisti a defesa do projeto dela e li algumas partes da tese. São poucos os trabalhos tão autorais, tão envolventes e onde alguém tenha, realmente, se implicado. A juventude, o trabalho e a educação de Santa Catarina e em geral, tem muito a agradecer.

:: amanhã, às 9h, na sala 703 da FACED – UFRGS.


nov 22 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:30

[porque hoje é sábado]

Vai ver é por isso que o dia rendeu tanto. Terminei e enviei o texto definitivo para Ijuí e fiz a apresentação. Vai ser no PPoint, mesmo, porque o tempo é curto para uma brincadeirinha num laboratório. Terminei, também, a leitura de um artigo que passou a semana sendo prioridade 2. Zerei o sharpreader que já estava entulhado de tanta coisa não lida, idem para o email.

:: selecionei umas coisinhas para ler depois:

… Pioneiro nos estudos em cibercultura no Brasil, André Lemos é referência no assunto. O professor doutor da Faculdade de Comunicação da UFBA aterrizou em São Paulo semana passada convidado a abrir o simpósio Cibercultura 2.0. O evento, um dos poucos mas cada vez mais frequentes na área, aconteceu no Senac de Comunicação e reuniu diversos estudiosos e profissionais para discutir o complexo campo cultural que se formou com as novas tecnologias. Entrevista com André Lemos, na Magnet

… Uma via expressa para dados científicos – O mais ambicioso projeto em tecnologia de redes desde a Arpanet entra no ar essa semana. A National LambdaRail é uma rede de altíssima velocidade para cientistas que vai inaugurar uma nova era na ciência eletrônica. Na Wiredbr

Peter Van Dijk disponibilizou uma síntese da discussão que se seguiu ao ensaio de Clay Shirky sobre a web semântica: Themes and metaphors in the semantic web discussion.

Learning webs: Learning in weblog networks – a paper by me and Sebastian Fiedler, submitted to Web-based communities 2004.
Li ontem. É bem básico e não avança muito além do que já vem sendo discutido sobre os weblogs na educação. Pelo pouco tempo e estudos, realmente, não teria como ser diferente. Eles concluem dizendo ser imperativo mais estudos na área.
Foi interessante verificar alguns resultados da pesquisa da Lilia Efimova. Lembro que respondi ao questionário online.

… Introducing BlogPlanet: Um blog para telefones móveis tipo o Nokia 3650 ou outros que suportem acesso de câmera por Java MIDlet. Já havia lido alguma coisa no blog do Tim Lauer, mas, na ocasião, não fui até o site.

… the US Environmental Protection Agency lançou o Science Inventory, um repositório aberto de suas pesquisas, projetos e resultados. Bastante material para educação ambiental. Vou passar para o pessoal da Orientação.


nov 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 17:26

[No jogo pesado, uma ALCA light]

Não é possível tapar o sol com a peneira: fato mais importante da reunião de Miami é o fracasso, ao menos momentâneo, da tentativa de anexar economias latinas. […] A declaração light “é um reconhecimento das realidades políticas de nossos tempos, mas é melhor do que um fiasco no estilo de Cancún”, diz Gary Hufbauer, economista do Institute for International Economics de Washington, referindo-se ao fracasso das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) no México, em setembro passado. A dura realidade política para os EUA é que a retórica do comércio livre já não encanta audiências ao redor do mundo como na década passada.

:: para ler no Outras Palavras


nov 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 15:26

imagem do site:http://www.galileoweb.org/edBloggerSF2003/

[edBlogger SF 2003]
Sábado e Domingo, 22 e 23 de novembro, em São Francisco, Califórnia o Educational Bloggers Network está hospedando a edBlogger SF 2003, a conferência de um dia para educadores dos Estados Unidos e Canadá.

A edBlogger SF 2003 oferece uma oportunidade para estes educadores para encontrarem-se face à face, trocar idéias e experiências e olhar para as etapas seguintes “na escrita digital.”

A conferência é patrocinada, sem ônus para os educadores, pelo UC Berkeley’s Bay Area Writing Project e pela Galileo Academy of Science and Technology.

Aqui, no Brasil, os weblogs recém começam a ser vistos e considerados como meios para a aprendizagem. Existem pouquíssimos projetos e estudos à respeito e um longo caminho a ser trilhado para que possamos ter uma conferência deste tipo. Ainda mais sem ônus para os educadores.


nov 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 10:43

[tu és um nerd? ou…]

:: descubra fazendo um teste. Você pode ser qualquer coisa entre um zero à esquerda até um geek em alto nível. Pode, também, descobrir que tem que fazer urgente um curso de inglês.
Ou, numa terceira hipótese, pode ficar revoltado e criar traduções aceitáveis para nerd, geek, hacker entinguislaiquideti.


nov 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 10:22

[sinapses]

achado via sharpreader para ser digerido depois, mas…….. já socializo:

Da Universidade de Berkeley, nos EUA, para ensinar a fazer reportagens multimédia: Five Steps To Multimedia Reporting.

“Este documento é uma adaptação para a língua portuguesa de Web Content Accessibility Guidelines 1.0. Trata-se de um guia de acessibilidade e internet construído pela W3C […]” – do Redemoinhos

Artigo de Merry Bruns: The Six Rules of Web Writing for Executive Update Online. – do Crawford Kilian no Writing for the Web


nov 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 10:11

[hoje]

Estou terminando a apresentação para o Colóquio Internacional: Políticas Públicas, Pobreza e Exclusão Social, que será realizado na próxima semana, de 26 à 28 de novembro, em Ijuí, na UNIJUI. A participação neste evento está gerando um entusiasmo muito grande lá no núcleo, principalmente pela abrangência dos temas.


nov 20 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 06:46

[está faltando]

Escrever num blog é blogar… Ler um blog é ………………………..

update1: ff comentou: discordo. escrever num blog é escrever.

Su emendo: se vamos aprofundar, e até é uma idéia, que é mesmo ‘escrever’? na web o texto é escrito?

update2: Sérgio escreveu ou, hum, não escreveu: Ler ora bolas
Eu leio jornal(não há um verbo específico para tal).
Eu leio um sítio(não há um verbo específico para tal)
Eu leio um livro(não há um verbo específico para tal)
Eu leio um blog(não há um verbo específico para tal).

Ler é verbo intransitivo, quem lê, lê alguma coisa, é necessário especificar!!!

Blogar. Verbo transitivo, eu blogo e pronto

ha ha ha, um espírito Pasquale que baixou aqui!!!

Su, deixando a bola picando de novo: então ler é ler, escrever pode não ser necessariamente escrever, pode ser blogar, codificar, …


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