set 25 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 12:28

De Santiago, Chile, do XI Seminário Internacional sobre a Formaçao de Professores para o Mercosul – Cone Sul:

Neste exato momento tem início as apresentaçoes da tarde dos grupos sobre Currículo e Formaçao de Professores. Pela manha, tivemos as apresentaçoes do Uruguay e Argentina, onde foi feito um balanço sobre a pesquisa e a formaçao de professores no último ano. O Brasil fará sua apresentaçao amanha, com os professores Augusto Trivinos e Carmen Machado. Somos mais ou menos 10 pesquisadores, integrantes do TRAMSE, aqui presentes. Quase todos apresentando trabalhos. Breve mais notícias.

:: este aqui fica parado até lá.


set 22 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 06:25

[Segunda, 22 de setembro – Santiago, o primeiro dia]

Chegamos, depois de sete horas, em Santiago. Eram 6h:30min, uma hora a menos, pela mudança de fuso horário. Amanhecia light. Arduamente negociamos um taxi por us$5,00 e saímos vitoriosos, rumo ao hotel. Vitoriosos até descobrir que pagamos mais que o dobro. Porém, tudo o que queríamos era banho e cama, nesta ordem 🙂
Chegamos ao Hotel City alguns minutos depois. Acordamos todo mundo. Eu ficaria no quarto com a Rosane, que já havia chegado, e o Wilton com o Moacir. Carmen e Silvio dispararam para o quarto que já estava reservado.
Tomei um bom banho, tagarelando com a companheira de quarto, e me deitei. Pela primeira vez na horizontal depois de 3 dias :/ O grupo que já estava no hotel, Sandra, Rosângela, Moacir e Rosane, estavam preocupados com nossa demora. Nos esperavam no domingo. Já nos olhavam de modo estranho, pela decisão de ir de ônibus, quando contamos as aventuras, direto nos perguntaram quem do quarteto era o pé frio. Posso dizer que esta pergunta pairou no debate em todo o tempo em que estivemos lá.
O fato é que nem cheguei a esquentar a cama. A cambada alugou uma van para passearmos na cordilheira. Era pegar ou largar, pois só tinhamos segunda e terça para algum turismo. Na quarta, o Seminário começaria a ocupar os nossos dias. Passeio de turistas em modo precário é isso… passamos no supermercado para comprar comida. Tá… Tá, o programa era mesmo farofar nas estações de esqui. Quem, com salário de professor, teria o topete de pedir uma coca-cola lá?

Compramos, pan, vino, empanadas e… vino. O Chile está caro em relação aos nossos Reais, mas o vino… Cinco reais uma garrafa de Gato Negro, que em Porto Alegre custa quinze. Só alegria e fotos naquela van. Amazonino e Carmen filmando tudo, lá fomos nós caracolando montanha acima.
Penso que foi no segundo caracol que nossa futura mamãe Sandra pediu pinico. Rosane, com toda a pompa e solenidade, hablando o seu spanish pós-sanduíche, ainda ensaiou:

“- Samir, quién sabe algún paradero…”

Samir, nosso motoguia, fez cara de paisagem. Eu, que já vomitei durante dois filhos, e estava vendo a cara verde da Sandra, atropelei:

– Para ali! – E apontei um cantinho ínfimo entre a estrada e o abismo. Foi a conta. Cargas ao mar e troca de lugares para facilitar alguma ação rápida, lá fomos nós, no rumo de El Colorado y Farellones e do Valle Nevado.

– Hay solamente 32 caracoles – tranqüilizou Samir. O verde da Sandra aumentou um tom…

Paramos em alguns pontos estratégicos para fotos e filmes. Neste aspecto, é bom avisar que todas as imagens destes posts são reais, mas não minhas, a maioria achei pela Net e, breve a idéia é fazer um fotolog com as imagens do grupo.

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set 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:30

[Domingo, 21 de setembro – Adiós, Mendoza…. Hola, Los Andes!]

Descobrimos que a rodoviária de Mendoza é um point no Domingo, no estilo dos shoppings, só que com banheiros ruins. Eu, que odeio shoppings, já começava a me empipocar enquanto esperávamos a saída do ônibus. Famílias inteiras zanzavam. Crianças correndo e se agarrando na nossa roupa com as mãos meladas. Até um cheiro de Iguatemi pairava o ar. Argh…
Jantamos, compramos uns lanches e gastamos o traseiro esperando.
Enfim, pontualmente às 23h chega o nosso ‘coletivo’, que não era da cilada bus, mas parecia irmão gêmeo. Realmente, era o último ônibus, do último horário e eram, realmente, os últimos lugares. O nosso banco era o último e eu correria, se fosse possível, para pegar a janela. O corredor é tão estreito que não admite ultrapassagens. Gentil, o Wilton me cedeu a janela e se desmanchou rindo quando eu sentei e o banco caiu para trás. É… aquela alavanquinha que costuma regular a inclinação do encosto não funcionava. O Amazonino nem riu muito, porque quando sentou a porta do banheiro abriu e quase acabou com os dentes dele para sempre. É… havia uma comunicação direta daquele assento e a porta do banheiro.
Cada vez que o Wilton levantava e sentava ela abria. Assim, em pouco tempo, estávamos íntimos de todos os passageiros.
Lá fomos nós, eu de óculos tentando ver as montanhas na escuridão. Viagem tranqüila apesar do ônibus. Tranqüila porque não se via nada fora das janelas. Penso que o horário de saída do ônibus foi calculado justo para isso. Só se via as luzes de carro para cá e para lá nos caracóis da estrada.
Depois dos caracóis, eu tirei o nariz do vidro da janela e dormi.

:: pegou o bonde andando, neh? leia tudo aqui


set 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 15:03

[Domingo, 21 de setembro – MENDOZA]

Uma reta entre pomares e vinhas, assim é a estrada que chega a Mendoza. Um solo de terra clara, lembrando areia de praia, plano até virar montanha. A cordilheira faz um fundo magnífico para a cidade.
Chegamos mais ou menos às nove horas da manhã e nos reunimos num canto da rodoviária para planejar alguma estratégia para chegar a Santiago. Silvio e Wilton ficaram com as bagagens e Carmen e eu iniciamos a peregrinação. Nem nos demos ao trabalho de passar no guichê da trambique bus.
Nada de conseguir passagens. Tentamos até carros particulares, bem mais caros. Porém, em nenhum deles nossas malas cabiam. Bem… Depois que conheci o passo da cordilheira, agradeci a Deus pelas malas!
A esperança estava no finzinho e já estávamos nos acostumando à idéia de ir para um hotel. Aliás, depois de duas noites nos “leitos” e de andar rebocando a monstromala por várias horas, eu já estava achando maravilhosa a idéia de hotel.
Foi aí que o milagre aconteceu. O Silvio caminhou até o fim do terminal conferindo, pela enésima vez, se não havia algum lugar onde não havíamos estado. Perto do final, desistiu e ficou parado no meio do corredor pensando o que fazer. – esta parte ele conta melhor – Seu rosto devia estampar toda a desolação do momento e chamou a atenção de um atendente da CATA (uma empresa de ônibus).

– Que pasa, Señor?

Esta pergunta salvou o nosso dia! Descobrimos que os diversos guichês com o nome de uma mesma empresa, na realidade, eram independentes. E aquele guri querido tinha as nossas passagens, as quatro últimas do último ônibus que sairia as 23h:30min. Negócio fechado.
Deixamos as malas com ele, pegamos alguns folhetos turísticos e fomos alegremente conhecer Mendoza. Até esquecemos os quase dois dias sem banho e as dores nas costas. Aliás, este tópico: Baños, é um tópico que merece um post inteiro. Fazer xixi fora do Brasil custa cinquenta centavos, no mínimo, sem nenhum direito assegurado sobre o estado do ‘baño’.
Caminhamos, visitamos praças, feirinhas, olhamos vitrines e escolhemos um restaurante com mesas na calçada para almoçar. Viño! Mais precisamente, três jarras de vinho de Mendoza. Lomo y ensaladas… Nada como tempo sobrando e preços razoáveis. Brindamos aos amigos, aos conhecidos e aos desconhecidos, também. Brindamos quase o mundo todo, com excessão da folgada bus.
Resolvemos, então, andar até a nossa programação da tarde: uma festa popular na Plaza Pedro del Castillo. Tarde quente e bonita, mas, umas dez quadras depois, o nosso entusiasmo já não era o mesmo. Chegamos na praça, que ainda estava vazia. Apenas umas poucas pessoas perto do prédio do Museu se movimentavam preparando a festa.
Sentamos no gramado à sombra das árvores. Vento suave, passarinhos calados, em minutos estávamos dormindo. Carmen e Silvio abraçadinhos roncando, Wilton fazendo a segunda voz. Eu não ronco, pelo menos que eu escute.
Quando acordamos, já havia uma pequena platéia nos observando com curiosidade. Sentei logo, antes que um dos cachorros levantasse a perna em mim.
A festa estava iniciando. Uma pequena feira, músicas típicas, famílias inteiras acampadas. O povo dançando chacareiras nas calçadas e nos gramados.
A idéia era não deixar morrer a tradição e a cultura que se evidenciam através da música e da dança. Os casais, com idades dos 35 em diante, se revezavam animando a gurisada a dançar. Demorou bastante para que os mais jovens aderissem. Um professor de dança ia dirigindo os passos, corrigindo movimentos, animando. Pelo que entendi, nascia um novo grupo de danças em Mendoza. Bonito dançar assim na rua.

:: o começo e o fim disso tudo estão aqui


set 21 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 06:05

[Domingo, 21 de setembro – madrugada à bordo]

Chamar um ônibus de “leito” se situa entre a gozação e a perversidade. Os critérios para definir “leito” são muito flexíveis, mais ou menos como a questão da empregabilidade, hoje. Isso torna qualquer coisa que pareça vagamente com uma poltrona e que possa se inclinar em qualquer ângulo maior que 90°, uma cama.
Em caso de necessidade, levantar de tal leito significa rastejar de debaixo do “leito” do passageiro da frente, que paira à uns cinco centímetros da nossa barriga. Para quem está sentado na janela é impraticável. Possivelmente, você seria acusado de assédio sexual. Depois de viajar num destes ônibus “leito” eu fico imaginando o que seria o “semi-leito” oferecido pela embroma bus.
Estas coisas não têm janelas, pelo menos alguma que abra. Acredito que possa funcionar como submarino em caso de guerra. Em pouco tempo, com ou sem ar condicionado (outro eufemismo), aquilo vira uma incubadora perfeita para qualquer tipo de bactéria ou vírus.
Quarenta estranhos dormindo juntos é uma coisa aterradora, nestas circunstâncias. Perto demais, uma intimidade sem escapatória. Roncos, gemidos, puns! Fumantes se esgueirando para o banheiro.
Quando o sol apareceu fraquinho, já fazia tempo que um pensamento mesquinho se infiltrava: “Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?”

:: isso tudo começa e continua aqui


set 20 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:31

[Sábado, 20 de setembro – Argentina]

De uma certa forma, entramos numa Argentina mais humilde. Não. Nem tão humilde, quanto envergonhada. Como depois comentou um chileno:
– Eles pensavam que eram a Europa da América Latina…
Venderam aos poucos o seu país para transnacionais que, quando a coisa apertou, levaram o que puderam, deixando um rastro de perdas. Perdas não só econômicas, mas, também, outras perdas irreparáveis, como a da esperança. Olhando nos olhos deles, lembrei do nosso poeta:
“Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.

Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de vela amarelada,
Como único bem que me ficou.”
Mário Quintana

Buenos Aires perdeu um pouco a pose. A calle Florida não é mais diferente da Rua da Praia. Por outro lado, embora o desalento, Buenos Aires parece mais humana e solidária.
Faço estes comentários porque foi possível passear por Buenos Aires, graças a incompetência da conto-do-vigário bus, que não reservou nossas passagens para Santiago e, ainda por cima, quase nos envia para Santiago Del Estero. No último minuto notamos o êrro nas passagens.
Resultado: vagamos, em vão, na busca de passagens. As comemorações do Dia da Pátria, no Chile, absorveram todas as passagens para Santiago. À custo conseguimos passagens para Mendoza, num ônibus que sairia às 18h:30min. A idéia era tentar chegar à Santiago, conseguindo algum transporte a partir de Mendoza.
Quando a desgraça é certa, o negócio é rir dela. Pelo menos isso dá alguma dignidade. Claro que amaldiçoamos o pessoal da piada bus até a quinta geração.
Almoçamos na calle Florida à preços brasileiros e passeamos até a hora do embarque. O Wilton atrás de um gorro para o filho e nós atrás do Wilton. Estas alturas o Silvio já o havia re-batizado de Amazonino. Situando melhor, o re-batizado foi precisamente depois do acidente da escada rolante. Pois é, … Na pressa de nos livrarmos das malas para irmos almoçar, andamos depressa demais num lugar que não combina muito com malas. A escada rolante. Bem no meinho dela o Wilton resolveu virar para trás para ver se a Carmen tinha conseguido entrar na escada com as 32 sacolas e… crash! A escada levou a mala, que levou o Wilton. Só não foi um strike porque não havia ninguém abaixo dele. Só eu e o Silvio ao pé da escada rindo, é claro. Um atento funcionário desligou a escada assassina e pudemos recolher nossos amigos e pertences. Foi aí que o Wilton, que já estava na sua 45587 hora de viagem desde o interior do Mato Grosso, virou Amazonino.
Felizmente o ônibus para Mendoza era bom. Parecia um avião, com serviço de bordo e tudo. Um avião latino, porque até Bingo teve depois da janta.
Bah… 14h até Mendoza e eu me cronometrando para ir ao banheiro uma só vez…

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set 19 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:37

[Porto Alegre, 19 de setembro – Rumo à Santiago]

A mala ficou um monstro. Tão pesada que não consegui descer as escadas com ela. Tive que chamar alguém maior que eu. O estranho é que não estou levando muita coisa. Tentei colocar tudo na mala para não ter de carregar mais nada além da minha pasta e do travesseiro de estimação.
Considerando que só temos dois braços e um pescoço, esta providência é importante.
Cheguei cedo na rodoviária e passei no guichê da flecha bus para conferir as passagens e receber uns pilas que haviam cobrado á mais. Encontrei Carmen, Wilton e Silvio no terminal no meio de um pesadelo de malas e sacolas. Despachada as tralhas e já no ônibus, descobri que o meu tão escolhido e conferido lugar não era o que eu havia marcado. Reclamei e, como haviam muitos lugares vazios, pude sentar num banco sozinha :))
Partimos. Animação total. Foi uma viagem tranqüila. Uma galera de estudantes de Panambi, indo para um intercâmbio em Buenos Aires, tagarelava alegremente.
Paramos em São Gabriel para jantar e chegamos em Uruguaiana/Paso de los Libres perto da meia noite. Foi mais ou menos rápida a tramitação na aduana. Eles estão mais interessados em vegetais e animais silvestres do que em humanos que andam de ônibus.
Aliás, humanos no limite da humanidade circulavam livremente a sua miséria entre os dois países, esmolando em português e castelhano. Demos nossos lanches para as crianças, com aquela culpa que, quem come, costuma carregar.
Fronteiras… Tão zelosas pelo que entra ou sai. Às vezes, tão intransigentes com a diferença. Tão cegas que não notam o trânsito fácil da miséria, que se expande dos dois lados.

:: continua em outros posts ou aqui.

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set 18 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 14:01

imagem de http://www.grade6.com.br/f_cursogelo02.jpg

[fazendo as malas]

Penso que vou sair sem ter postado nada no Smart Mobs esta semana, embora tivesse idéia de ampliar alguma coisa sobre o N5M.

Também não consegui fazer um resumo de alguns trabalhos do II Ciclo do CINTED para lançar no Ed Blogger Praxis. Paciência. Na volta tento recuperar estas coisas e mais o que trouxer do XI Seminário.


set 18 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 11:48

[Mais estudos sobre os weblogs]

Do weblog de Marysia Milonas, que escreve na Polônia, a sua alegria por sua proposta de estudos sobre os weblogs ter sido aceita. Nas suas palavras:

I am really happy to announce that I have been admitted to doctoral studies in the Institute for Social Studies at the Warsaw University, where I was affiliated for the past years, but without the formal status of doctoral student.
My ideas concerning the thesis about blogs have been accepted. Marysia


set 18 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 10:10

[Em Braga, Portugal, o primeiro Encontro sobre Weblogs]

I Encontro Nacional sobre Weblogs, na Universidade do Minho, em 18 e 19 de Setembro de 2003.

Promotores
Jornalismo e Comunicação
Jornalismo Digital
Ponto Media
ContraFactos e Argumentos
JornalismoPortoNet

:: veja a programação do evento.

:: veja a foto da notícia de primeira página.


set 16 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 18:20

[correndo muito…]

Esta vai ser uma semana daquelas! Participando do II Ciclo de Palestras sobre Novas Tecnologias na Educação do CINTED da Ufrgs, correndo com os preparativos da viagem e apagando todos os incêndios atuais ou o que ainda vão iniciar até o fim do mês.
Hoje assisti duas mini oficinas, uma sobre Objetos de Aprendizagem e Scorm, que me deu vários insights à respeito dos weblogs e das suas possibilidades junto com o RSS, a outra sobre Flash para Construção de animações, uso básico do Flash, coisa que mexi por alto no passado, mas que continuo achando complicado, quer dizer, complicado no sentido de ter de parar e dedicar algumas horas para aprender.
Bloguei algumas coisas para o pessoal do [zaptlogs], mas só podemos fazer um balanço das palestras em outubro. Amanhã tenho de pegar as passagens e revisar a minha apresentação para a tarde. A noite tenho de terminar o texto para o XI Seminário, resolver se vou cortar os pulsos ou pagar aquele caminhão de dinheiro para o seguro do carro. Ai…


set 15 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 19:14

[Fracassa reunião de Cancún: movimentos sociais comemoram]

Direto de Cancún: Fracassou a 5ª Reunião Ministerial da OMC, encerrada neste domingo (14). A União Européia tentou incluir na pauta temas como compras governamentais e facilitação de comércio, mas países da África e da Ásia não aceitaram. ONGs e movimentos sociais saudaram a firme posição dos países pobres e em desenvolvimento.

Laura Cassano – 15/9/2003

:: Agência Carta Maior


set 15 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 13:28

[II Ciclo de Palestras sobre Novas Tecnologias na Educação]

Iniciou hoje, no Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação – CINTED da UFRGS, reunindo pesquisadores de várias instituições, abordando temas relativos às Tecnologias Educacionais Informatizadas.
Destaco a apresentação do trabalho Alfabetização visual para a produção de objetos educacionais, das professoras Anita Grando, Mary Lúcia Pedroso Konrath, Liane Tarouco, que descreveu alguns princípios para a produção de objetos educacionais ergonômicos, que enfocam, principalmente, a questão da aprendizagem dentro da perspectiva da redução da sobrecarga cognitiva. Várias questões relativas a construção e disponibilização de material de ensino em suportes digitais foram abordadas.

O trabalho seguinte, EditWeb: Auxiliando Professores na Autoria de Paginas Web que Respeitem Critérios de Usabilidade e Acessibilidade, da Profª Leila Gonçalves, do PPGC – UFRGS, foi bastante interessante. Um ambiente/software de web que roda em qualquer plataforma, escrito em PHP e HTML, gratuito e de código aberto, disponibiliza à professores a oportunidade de construir páginas sem a necessidade de muitos conhecimentos técnicos. O projeto está em fase final de elaboração na UNESC e pode ser visualizado em http://www.unesc.rtc-sc.br/editor/editweb.php.

A programação do ciclo de palestras se extende até quarta-feira e os resumos dos trabalhos podem ser acessados no site do CINTED. Amanhã, na parte da manhã, me interessam muito as oficinas: Objetos de Aprendizagem e Scorm e Flash para construção de animações.
Quarta-feira, às 16 h, apresento o meu trabalho Projeto Zaptlogs: as tecnologias educacionais informatizadas no trabalho de educadores, um resumo de meu projeto de dissertação em andamento.


set 14 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 14:08

[programa familiar]

Na casa da minha mana, para festejar o aniversário da Rossana. Churrasco, é claro, com direito à família toda, pais, filhos, namorados, cachorros e gatos. Sempre sai muita risada, porque nos falamos seguido, mas juntar a turma complica fora das férias.
Meu cunhado estava no auge, quebrou uns dois copos, virou o que tinha de bebida na mesa em cima de quem não saltou rápido e quase esfaqueou o pai quando se empolgou baixando um espeto de xixo.
Nesta parte os gatos se mandaram, não são tão solidários quanto os cachorros que ficaram ali sendo chutados o almoço todo.
Olhamos fotos velhas, falamos mal dos parentes e uns dos outros, também. Típico 🙂


set 13 2003

Categorias: sem categoriaSuzana Gutierrez @ 14:44

[Project Cybersyn]

No Chile, na década de 70, durante o governo Allende, o plano para uma rede a ser implantada na sociedade chilena. Uma rede interativa nacional linkando cidadãos, governo e locais de trabalho, que transformaria as relações sociais em algo mais profundo e igualitário – uma espécie de internet socialista. Com a deposição de Allende o projeto foi esquecido.

:: no Guardian


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