Quem avisa é a colega Graziela Magulia Oyarzabal:
Colegas!É com enorme prazer que comunico a todos(as) o lançamento do livro “A formação do educador como pesquisador no Mercosul/Cone Sul”, organizado por Augusto Nibaldo Silva Triviños, Graziela Macuglia Oyarzabal, Miguel Alfredo Orth e Suzana de Souza Gutierrez.
Este livro resultou de parte dos trabalhos apresentados no X Seminário Internacional de Formação de Professores para o Mercosul/Cone Sul, realizado em Porto Alegre em novembro passado.
Brevemente será lançado o outro volume com demais trabalhos do referido seminário tratando da “história e formação de professores no Mercosul/Cone Sul”.
O presente livro foi lançado pela Editora da Ufrgs com apoio da FAPERGS, UFSC, UNISC e UNILASALLE.
Pode ser adquirido na Livraria da UFRGS, Campus Central (Prédio do Anexo 1 da Reitoria, ao lado do Bar do Antõnio) ao preço de R$ 12,00 (desconto de 20% na compra, R$ 9,60).
O sumário do livro é:
Apresentação
Introdução
A formação do educador como pesquisador – Augusto Nibaldo Silva Triviños, Carla Cristina Dutra Búrigo, Magda Maria Colao
La formación de un profesor investigador: un desafio imposible para las facultades de educación de Chile? – Rolando Pinto Contreras
Investigar en los Institutos de Formación de Docentes – María Rosa Misuraca
El docente investigador: su historia, su presente, ?el futuro? – Mónica L. Insaurralde
La investigación en la formación de profesores: núcleo central de generación de conocimiento y autonomía – Carol Torres Fernandez, Norma Cárdenas Saldaña, Rodrigo Lagos Vargas
Breve nota sobre a história do “Grupo de pesquisadores sobre formação de professores para o Mercosul/Cone Sul”





Oitenta e cinco professores de 43 escolas do sul de Illinois estão participando do Dois dias de treinamento nacional de professores na escola média de Carbondale, para aprender como usar modernas tecnologias para melhor ensinar seus alunos.
Enquanto as nossas escolas lutam para conseguir computadores e algumas, quando os conseguem, acabam por terceirizá-los para empresas de informática por não ter professores capazes de desenvolver projetos e usá-los, lá fora as empresas de educação (argh) já estão oferecendo toda a tecnologia sem fio à todos.
Quando eu era criança gostava de quebra-cabeças. Quanto mais difíceis melhor. Quanto mais e menores peças tivessem, melhor.



